Neste Domingo, marcaram presença no passeio da Tribo 23
elementos, alguns dos quais camuflados pela troca do equipamento dos Índios do Monte por vestimentas dos galináceas de
Barcelos :)
No regresso aos passeios organizados e orientados por gps,
os Índios do Monte pedalaram até Famalicão e assinalaram com agrado a inauguração
do novo parque da cidade, o Parque da Devesa.
Pouco depois, o piso
asfaltado ficava para trás e os trilhos terrestres faziam as delícias do grupo
nas primeiras incursões no monte, à saída da cidade. O plano apontava para
Lemenhe, à belíssima Quinta do Caracol, e até lá foram muitos os momentos de
deslumbre causados ora pelas paisagens, ora pelas próprias características do
terreno percorrido.
No regresso a casa, e pela terceira vez este mês!, a Tribo
atravessou o Monte do Facho de forma a evitar os últimos quilómetros de estrada
até Ribeirão. Uma alternativa muito bem sugerida e aproveitada para mais um
pouco de diversão nesta zona privilegiada para a prática do btt.
De grosso modo, esta volta teve como cenários dominantes diversos trilhos do concelho da Trofa. E foram várias as freguesias percorridas pelo grupo nesta manhã.
Os primeiros quilómetros levaram-nos até Covelas, com muitas linhas novas num traçado até ao Muro, culminando ainda com uma incursão até à romaria das Festas da Santa Eufémia em Alvarelhos e, de seguida, pedalamos até Bairros para dar de caras com o Rio Ave.
Já há várias semanas que o Capitão vinha avisando: época sem atravessar o Rio Ave não é digna do nome que os elementos da Tribo ostentam nas respectivas dorsais. Finalmente, depois de passarmos ao lado do Ave por diversas vezes, depois de termos ido à serra onde se faz e à foz onde se desfaz, os Índios do Monte cumpriram este domingo a tradicional travessia das águas poluídas e negras do Rio Ave.
Fotos de Carlos Cunha e Nuno Moreira
O passeio deste domingo ficou marcado pela adesão
normalizada da maioria dos elementos da tribo. Foi com agrado que os 18 índios
pedalaram desde a sede do grupo até Bagunte, por trilhos sobejamente percorridos
noutros passeios, mas sempre agradáveis de repetir.
Pelo meio surgiu a ideia de dar um salto até à Quinta do
Outeirinho, onde decorriam as 24 horas de btt, antes do regresso a Ribeirão com
o propósito de efectuar a reunião da tribo que ficara marcada para este dia. O
ponto único traduzia-se na decisão do novo equipamento dos Índios do Monte, num
processo que foi concluído de forma rápida após a apresentação das várias
propostas.
Os Índios do Monte estão, oficialmente, de regresso à atividade!
Nesta primeira incursão pelos montes após o período de férias, os 11 elementos que se apresentaram para a nova época elegeram os trilhos do Monte do Facho e Santa Catarina como centros de diversões da Tribo… E a escolha não podia ter sido melhor!
Agora resta relembrar a todos:
"Não importa abrandar, importante é não parar!"
Boas pedaladas!
Depois de algumas incursões esporádicas pelo Kintal dos meus amigos bttpinoco, a título individual, comecei a alimentar a ideia de organizar um passeio dos Índios do Monte por aqueles lados. Assim, e após algumas semanas a estudar a imensidão de trilhos disponíveis, surgiu a grande oportunidade de concretizar esta ideia.
De forma a formalizar a chegada das férias, a Tribo pedalou até à Casa de Camilo, em Seide, por trilhos já percorridos noutros passeios. A aproximação a Delães foi feita pelo Monte de São Miguel e a aparição dos primeiros trilhos do Kintal alimentou ainda mais a esperança de um passeio memorável. Os singletracks surgiam uns atrás dos outros e alguns obstáculos de uma pista em construção fazia redobrar a atenção dos 13 elementos do grupo.
A anteceder a chegada ao Monte de Santa Tecla, em Oliveira de Santa Maria, uma bicicleta partiu-se e obrigou a Tribo a uma pausa que não estava nos planos. Uns telefonemas e eis que uma bicicleta surgiu para substituição, levada pela boa vontade e disponibilidade de um Índio do Monte que se encontrava em casa (desde já, Obrigado Paulo Faia!).
Consumada a chegada ao topo do monte e após breve paragem junto ao Túmulo do Mamute Sagrado, apareceram as primeiras descidas dignas desse nome e a adrenalina aumentou…
Numa espécie de Circuito da VIM (Via Intermunicipal Joane-Vizela que pareceu acompanhar-nos todo o passeio), os quilómetros seguintes elevaram-nos até junto do Santuário de Nossa Senhora do Monte, situado num local muito ermo no extremo das freguesias de Gandarela, Nespereira, Serzedelo e S. Cristóvão. E foi já com os estômagos saciados que descemos este monte por entre a poeira que se fazia levantar à passagem da Tribo.
Ficava a faltar um monte para completar a missão e pedalada após pedalada, subida após subida, os Índios do Monte logravam atingir o último cume em Vizela, junto ao Santuário de São Bento das Pêras. E aqueles que não conheciam este local ficaram naturalmente espantados a desfrutar das magníficas vistas panorâmicas que este monte proporciona.
Após voltarmos a sentir algumas descidas mais acutilantes pelo monte, o asfalto substitui a terra a partir de Vizela. Para trás haviam ficado muitos trilhos inesquecíveis e perfeitos para a prática do btt.
No regresso a casa, a travessia do asfalto foi interrompida por uma inesperada investida num lanche na Vila das Aves! (Obrigado Noémia e Paulo Magalhães!).
Num registo final de 85 quilómetros, e depois do merecido banho, a Tribo retemperou as forças num jantar-convívio que se realizou ao início da noite e que serviu também para oficializar o encerramento da época.
Até Setembro!
Aproveito para desejar a todos os Índios do Monte e respectivas Famílias e aos Amigos que aqui nos acompanham umas Boas e Felizes Férias de Verão! Abraço a todos!
Fotos do Passeio Nocturno realizado na quinta-feira, 26 de Julho, desde Ribeirão até Famalicão e do passeio semanal da Tribo, neste Domingo, até à Costa...
A primeira nota que me ocorre nesta crónica refere-se à
congratulação com que verificamos a presença de 19 elementos neste passeio,
marcando assim um regresso à normalidade nas actividades da Tribo. Com uma variedade de propostas de trajectos apresentadas na
antecâmera de partida, o grupo optou por uma incursão pelo concelho da Trofa. De forma muito resumida, fica o registo de um passeio que
enquanto foi orientado pelo gps desde Ribeirão até Covelas, com passagens pelo
Monte de S. Gens, proporcionou um andamento agradável por todos os trilhos
percorridos ao longo da manhã. Porém, e como a passagem por Covelas assim
proporcionou, uma adenda ao track registado colocou os ìndios do Monte numa
rota ascendente sob um sol abrasador, mas que nem por isso abalou a boa
disposição geral. A tradição prevaleceu e a Tribo não tremeu!
No dia em que a reedição do Rally Sprint voltou ao asfalto
que rasga alguns dos habituais montes que a Tribo frequenta, SEIS ÍNDIOS DO
MONTE fizeram boicote à greve que assolou a maior parte dos membros do grupo e,
na companhia de mais 3 amigos, propuseram-se a pedalar na manhã deste Domingo.
Num misto de surpresa e incredulidade pelas inúmeras
ausências, surgiu a ideia de também nós irmos ver parte do Rally. Mas antes de
assentar arraiais no monte, o grupo percorreu um circuito que totalizou 33
quilómetros muito bem preenchidos…
Continuando a senda dos passeios com níveis de participação elevados
(15 elementos da Tribo e 3 convidados), os Índios do Monte protagonizaram mais
alguns momentos de bela convivência, num feliz regresso ao Monte de Santa
Catarina.
Sabendo de antemão que os gostos são discutíveis, apraz-me
afirmar que este passeio sem gps foi percorrido nalguns trilhos da minha
preferência, que culminou com a subida até à Torre de vigia do Facho, onde o
grupo repousou alguns minutos para o necessário reforço energético. Assumindo alguma vontade de inovar (e sofrer um pouco…)
a Tribo percorreu alguns trilhos desconhecidos para a maioria dos presentes
antes de regressar ao Ninho dos Índios.