As auscultações feitas durante a semana resultaram numa ideia de se planear uma incursão ao Monte de Nossa Senhora da Assunção.
Com pedaladas aceleradas, o pelotão composto por 20 elementos rumou a Santo Tirso para apanhar o comboio, ou melhor, o track desde Burgães até ao Santuário. Apesar de terem sido apenas cerca de 4 quilómetros de subida, este trajeto foi bastante agradável e cheio de belos cenários. Depois da paragem para o reforço de energias no recinto, a Tribo entrou nos trilhos descendentes, com as incursões na pista de Downhill a incentivar os mais destemidos.
Após vários quilómetros de descidas o grupo perdeu-se no Parque Urbano da Rabada devido ao aglomerado de pessoas que causavam distrações visuais aos elementos, aliado aos problemas mecânicos que entretanto surgiram e que adiaram a hora de chegada a casa…
O regresso ao Ninho dos Índios ficou marcado pela comemoração da passagem de mais um aniversário de um elemento da tribo (Parabéns Nuno!).
Domingo, 11 de Março de 2012
Domingo, 4 de Março de 2012
Balasar à chuva
Os planos delineados para este dia assentavam num trajeto desde Ribeirão até aos Moinhos de Paradela. No entanto, a suspeita de uma comemoração pela passagem de aniversário de dois elementos da tribo aliada à chuva que apareceu neste Domingo condicionou a realização do passeio.
Pelos terrenos sobejamente conhecidos de Balasar, o grupo matou saudades da chuva e dos pisos escorregadios e cheios de água recorrendo esporadicamente a um ritmo muito “esticado”.
Neste regresso dos Índios do Monte aos trilhos enlameados, uma das notas do dia envolveu uma disputa taco a taco entre o Capitão Freitas e o Hugo para levar para casa a taça “Queda da Jornada”... E neste momento ninguém sabe quem ganhou!
No fim, no Ninho dos Índios, os prometidos pratos de moelas deliciaram os últimos resistentes do grupo, numa confraternização alusiva aos aniversariantes Gusto e Hugo (Obrigado, Parabéns e Votos de muitos e bons anos de convivência!)
Pelos terrenos sobejamente conhecidos de Balasar, o grupo matou saudades da chuva e dos pisos escorregadios e cheios de água recorrendo esporadicamente a um ritmo muito “esticado”.
Neste regresso dos Índios do Monte aos trilhos enlameados, uma das notas do dia envolveu uma disputa taco a taco entre o Capitão Freitas e o Hugo para levar para casa a taça “Queda da Jornada”... E neste momento ninguém sabe quem ganhou!
No fim, no Ninho dos Índios, os prometidos pratos de moelas deliciaram os últimos resistentes do grupo, numa confraternização alusiva aos aniversariantes Gusto e Hugo (Obrigado, Parabéns e Votos de muitos e bons anos de convivência!)
Balasar à chuva from Indios do Monte on Vimeo.
Domingo, 26 de Fevereiro de 2012
Passeio de linhas travessas
De repente, a Tribo esqueceu-se do lema “não importa abrandar, importante é não parar” e pedalou desde o Ninho dos Índios até à hora do reforço em ritmo de contrarrelógio. A manhã de tempo ameno potenciava o esforço físico e incentivava o grupo a esticar a corda toda… A toada do andamento foi apenas interrompida por breves momentos perto de S. Gens, onde pendiam afazeres profissionais de um elemento do grupo.
No seio do pelotão, alguns segredavam o destino da etapa seguinte sob o olhar desconfiado de outros… E à medida que os quilómetros ficavam para trás, todos se deram conta que as bicicletas se dirigiam para Covelas e o grupo sentia o sabor agridoce dos terrenos daquela zona… Chegara o momento de alguns se queixarem das paredes que se trepavam e outros (eu levanto o dedo!!!) das ribanceiras que se desciam (e estas repetiam-se umas atrás das outras…).
No seio do pelotão, alguns segredavam o destino da etapa seguinte sob o olhar desconfiado de outros… E à medida que os quilómetros ficavam para trás, todos se deram conta que as bicicletas se dirigiam para Covelas e o grupo sentia o sabor agridoce dos terrenos daquela zona… Chegara o momento de alguns se queixarem das paredes que se trepavam e outros (eu levanto o dedo!!!) das ribanceiras que se desciam (e estas repetiam-se umas atrás das outras…).
Covelas em Fevereiro from Indios do Monte on Vimeo.
Domingo, 19 de Fevereiro de 2012
Regresso às origens
A necessidade de juntar o grupo para definir atividades futuras condicionou a saída deste Domingo, surgindo assim a opção de reduzir o passeio de forma a antecipar o regresso ao Ninho dos Índios. No entanto, no rescaldo deste dia de btt resultou um treino puxadinho e com vários condimentos que agradaram ao grupo
As pedaladas deste percurso espalharam-se por trilhos entre Ribeirão, Fradelos e Balasar, lembrando os terrenos pisados nos primeiros passeios de btt da maioria dos elementos do grupo. A escalada de uma “parede” nunca antes vista por estes lados constituiu um obstáculo duro mas gratificante depois de ultrapassado… Este pormenor remeteu a Tribo para andanças típicas dos primeiros passeios onde era comum juntar os trilhos conhecidos com a aventura de inventar saídas onde estas não existiam.
As pedaladas deste percurso espalharam-se por trilhos entre Ribeirão, Fradelos e Balasar, lembrando os terrenos pisados nos primeiros passeios de btt da maioria dos elementos do grupo. A escalada de uma “parede” nunca antes vista por estes lados constituiu um obstáculo duro mas gratificante depois de ultrapassado… Este pormenor remeteu a Tribo para andanças típicas dos primeiros passeios onde era comum juntar os trilhos conhecidos com a aventura de inventar saídas onde estas não existiam.
Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
Rota do Bicho - Do outro lado do Rio
Desde o inicio da formação deste grupo que o Rio Ave nos acompanha em inúmeros passeios e aventuras. Por isso, é de estranhar que só agora, passado tanto tempo, tenhamos estendido um novo olhar sobre as suas margens…
Nesta incursão ao outro lado do Rio, que se estendeu pela zona do Bicho, foi nota dominante a satisfação proporcionada pelos belos trilhos que acariciam as bordas do Ave. A acalmia reinante contradizia com a azáfama provocada pela passagem da Tribo em diversos pontos…
Depois de algumas paragens forçadas (avaria, passagem barrada, furo) o grupo rumou a Sul do Bicho onde o nível do terreno exigia maior esforço físico antes de iniciarmos o regresso a Ribeirão.
Nesta incursão ao outro lado do Rio, que se estendeu pela zona do Bicho, foi nota dominante a satisfação proporcionada pelos belos trilhos que acariciam as bordas do Ave. A acalmia reinante contradizia com a azáfama provocada pela passagem da Tribo em diversos pontos…
Depois de algumas paragens forçadas (avaria, passagem barrada, furo) o grupo rumou a Sul do Bicho onde o nível do terreno exigia maior esforço físico antes de iniciarmos o regresso a Ribeirão.
Domingo, 5 de Fevereiro de 2012
Dos Caminhos até às Letras
Com o país em alerta amarelo devido ao frio mais intenso, os meteorologistas recomendam maiores cuidados neste período. Por isso, não seria de estranhar um número avultado de ausências dos Índios do Monte neste passeio.
Fazendo ouvidos de mercador (já agora, a expressão original é “ouvidos de marcador”), 17 elementos devidamente agasalhados apareceram no Ninho dos Índios para aquecerem pela estrada até Famalicão, ao encontro dos Caminhos de Santiago. As setas amarelas foram seguidas durante alguns quilómetros sempre com ritmo acelerado para combater as baixas temperaturas.
Já por terras do Vale (S. Martinho e S. Cosme) o plano passava por impor alguma dureza no trajeto. Assim, fez todo o sentido a opção de deixar os Caminhos e subir para o Monte de Santa Cristina para depois desfrutar dos trilhos característicos daquela zona. A etapa terminava no alto do Penedo das Letras, já com a hora avançada, e o regresso a casa foi efetuado sempre em alta rotação aproveitando o desnível favorável do terreno.
Fazendo ouvidos de mercador (já agora, a expressão original é “ouvidos de marcador”), 17 elementos devidamente agasalhados apareceram no Ninho dos Índios para aquecerem pela estrada até Famalicão, ao encontro dos Caminhos de Santiago. As setas amarelas foram seguidas durante alguns quilómetros sempre com ritmo acelerado para combater as baixas temperaturas.
Já por terras do Vale (S. Martinho e S. Cosme) o plano passava por impor alguma dureza no trajeto. Assim, fez todo o sentido a opção de deixar os Caminhos e subir para o Monte de Santa Cristina para depois desfrutar dos trilhos característicos daquela zona. A etapa terminava no alto do Penedo das Letras, já com a hora avançada, e o regresso a casa foi efetuado sempre em alta rotação aproveitando o desnível favorável do terreno.
Domingo, 29 de Janeiro de 2012
Cascatas do Este - Novos trilhos
Cada vez é mais difícil “inventar” trilhos pelas zonas que habitualmente frequentamos. Por isso, esta versão pelas cascatas do Rio Este revelou-se uma agradável surpresa para todos.
O frio entorpecedor que se fez sentir só podia ser combatido pela vontade de pedalar nesta manhã de Domingo. Em terrenos pelos lados de Bagunte, Outeiro Maior, Junqueira ou Touguinhó, foram vários os momentos em que a Tribo pareceu andar às voltinhas… Este ziguezaguear constante foi no entanto preenchido de pequenos brindes que tornavam o percurso aprazível para todos. Um dos itens relevantes traduz-se nas características muito suaves deste trajeto, numa ausência anormal de subidas.
A passagem por uma pequena descoberta arqueológica, o Conjunto Megalítico do Fulon, foi assinalada com algum espanto devido ao desconhecimento da existência deste local.
O encontro com o Rio Este, que serviu de mote para este passeio, mostrou-nos algumas cascatas provocadas pelos caneiros do rio que se transformaram em imagens de belo efeito.
No regresso ao Ninho dos Índios do Monte, a tribo comemorou a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Jorge Coelho!).
O frio entorpecedor que se fez sentir só podia ser combatido pela vontade de pedalar nesta manhã de Domingo. Em terrenos pelos lados de Bagunte, Outeiro Maior, Junqueira ou Touguinhó, foram vários os momentos em que a Tribo pareceu andar às voltinhas… Este ziguezaguear constante foi no entanto preenchido de pequenos brindes que tornavam o percurso aprazível para todos. Um dos itens relevantes traduz-se nas características muito suaves deste trajeto, numa ausência anormal de subidas.
A passagem por uma pequena descoberta arqueológica, o Conjunto Megalítico do Fulon, foi assinalada com algum espanto devido ao desconhecimento da existência deste local.
O encontro com o Rio Este, que serviu de mote para este passeio, mostrou-nos algumas cascatas provocadas pelos caneiros do rio que se transformaram em imagens de belo efeito.
No regresso ao Ninho dos Índios do Monte, a tribo comemorou a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Jorge Coelho!).
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