… Ouvi dizer…
O título reflecte o primeiro feedback que chegou a esta “redacção”.
No entanto, alguns testemunhos posteriores vieram contrapor as primeiras palavras desta crónica (o chamado título).
Na ausência de alguns históricos deste grupo, os Índios do Monte saíram de Aldeia Nova para concretizar as propostas de outros tempos formuladas por 2 elementos…
A primeira iniciativa partiu do nosso tesoureiro (Nuno) e culminou na conquista de dois prémios de montanha, com as subidas aos montes de S. Gens e de Santa Eufémia, no concelho da Trofa.
De forma a dar resposta ao desafio do Francês, o grupo seguiu pela estrada fora, em ritmo de contra-relógio, até à cidade de Vila do Conde e, após um descanso para o lanche habitual, seguiu até à Póvoa de Varzim para proporcionar um agradável passeio à beira-mar…
Algures entre estas duas peripécias, ocorreu um choque aparatoso entre dois membros do pelotão (Nel e Coelho) e de que resultaram algumas futuras cicatrizes…
No regresso a Aldeia Nova, fica o registo da chegada de 4 índios, através do monte do Moinho de Vento, ao café S. José para o convívio final…
Amigos, próximo Domingo estarei convosco para vos reencaminhar de volta ao BTT…
Boa semana para todos!
Aqui fica o registo fotográfico do Nuno:
domingo, 25 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Porque hoje é Domingo
O título não poderia ser mais sugestivo...
Os passeios domingueiros fazem parte do quotidiano dos Índios do Monte. Apesar da minha ausência (e de outros…) no passeio de hoje, contribuindo decisivamente para a falta de reportagem, considero oportuno abrir aqui uma janela para que os elementos que compareceram comentem as experiências vividas neste dia.
Os relatos preambulares recolhidos ao fim da manhã indiciam uma aventura intensa e muito lamacenta… Como não há registos fotográficos, tentem passar uma imagem do que se passou hoje para que possamos “vislumbrar” os trilhos percorridos e os montes conquistados…
Amigos, até amanhã!
Os passeios domingueiros fazem parte do quotidiano dos Índios do Monte. Apesar da minha ausência (e de outros…) no passeio de hoje, contribuindo decisivamente para a falta de reportagem, considero oportuno abrir aqui uma janela para que os elementos que compareceram comentem as experiências vividas neste dia.
Os relatos preambulares recolhidos ao fim da manhã indiciam uma aventura intensa e muito lamacenta… Como não há registos fotográficos, tentem passar uma imagem do que se passou hoje para que possamos “vislumbrar” os trilhos percorridos e os montes conquistados…
Amigos, até amanhã!
Uma crónica à parte
Um evento onde participe um Índio do Monte merece ser objecto de registo. Quando o número de participantes desse evento totaliza um grupo de cinco, com três índios incluídos nesse grupo, o registo do evento merece ser partilhado…
Paisagens de perder o fôlego com riachos, cascatas, motivos arqueológicos e tracks que proporcionaram muitas quedas…
No fim, um piquenique que soube pela alma!!!
Não vou alongar-me mais nesta crónica… As imagens falam por mim! Aqui fica o relato vídeo-fotográfico:
Paisagens de perder o fôlego com riachos, cascatas, motivos arqueológicos e tracks que proporcionaram muitas quedas…
No fim, um piquenique que soube pela alma!!!
Não vou alongar-me mais nesta crónica… As imagens falam por mim! Aqui fica o relato vídeo-fotográfico:
domingo, 11 de abril de 2010
Monte Pilar
O preâmbulo desta crónica não poderia deixar de evidenciar a pontualidade do grupo neste Domingo. Às 7:30h os 15 participantes já se encontravam totalmente despertos e motivados para dar início a mais um passeio. Conscientes de que o caminho a percorrer obrigaria a um dispêndio extraordinário de energias, os Índios do Monte saíram do café com o pequeno-almoço tomado e com o alento necessário para enfrentar os primeiros quilómetros.
O lugar de destino que estava programado situa-se nos arredores de Santo Tirso, designadamente o Monte Pilar. Para lá chegar, o grupo optou por uma incursão através do monte de Ferreiros até Lousado, passando o Rio Ave pela Ponte da Lagoncinha. A partir deste ponto histórico, o asfalto tornou-se companhia dominante até à cidade e conduziu-nos pela estrada acima até ao Parque da Nossa Senhora da Assunção para o merecido momento de descanso e para a oportunidade de uma foto de grupo com uma paisagem peculiar como cenário perfeito.
Com o sol a provocar uma imitação de uma manhã quente de Verão, os Índios retomaram o trajecto através do Monte Córdoba rumo ao Monte Pilar para algumas manobras mais arriscadas. Esta zona foi unanimemente considerada aprazível para os participantes e tornou-se objecto de estudo futuro para uma visita mais aprofundada…
Amigos, uma boa semana para todos!
Monte Pilar from Artur Santos on Vimeo.
O lugar de destino que estava programado situa-se nos arredores de Santo Tirso, designadamente o Monte Pilar. Para lá chegar, o grupo optou por uma incursão através do monte de Ferreiros até Lousado, passando o Rio Ave pela Ponte da Lagoncinha. A partir deste ponto histórico, o asfalto tornou-se companhia dominante até à cidade e conduziu-nos pela estrada acima até ao Parque da Nossa Senhora da Assunção para o merecido momento de descanso e para a oportunidade de uma foto de grupo com uma paisagem peculiar como cenário perfeito.
Com o sol a provocar uma imitação de uma manhã quente de Verão, os Índios retomaram o trajecto através do Monte Córdoba rumo ao Monte Pilar para algumas manobras mais arriscadas. Esta zona foi unanimemente considerada aprazível para os participantes e tornou-se objecto de estudo futuro para uma visita mais aprofundada…
Amigos, uma boa semana para todos!
Monte Pilar from Artur Santos on Vimeo.
sábado, 3 de abril de 2010
Passeio de Páscoa
A véspera de Páscoa foi preenchida com um passeio diferente. Às 8:00h o grupo já estava reunido para cumprir um programa previamente definido. A ideia tinha como pilares um treino acentuadamente estradista, acompanhado de algumas subidas acentuada, para fomentar a resistência dos Índios do Monte.
De forma muito resumida, este passeio dividiu-se em duas partes completamente distintas:
A primeira parte foi o acompanhamento do percurso pré-estabelecido, apesar de pequenos contratempos que se foram evidenciando. Neste sentido, o grupo arrancou em Aldeia Nova, passou por Lousado e rumou a Santo Tirso para dar continuidade ao treino definido. No entanto, uma avaria na zona de Valinhas obrigou a uma paragem demorada para reparação (profissional) de uma bike, condicionando inevitavelmente os planos traçados.
A segunda parte do passeio foi o resultado forçado do acontecimento anterior. Devido ao tempo despendido para solucionar o problema mecânico, resolveu-se alterar o programa e o grupo atravessou Guimarei para desfrutar dos montes a partir de Vilar de Luz até à Trofa. Esta zona, já amplamente percorrida pelos Índios do Monte, proporcionou muitas descidas acentuadas para gáudio da maioria dos elementos…
Amigos, Boa Páscoa para todos vós e para as vossas Famílias!
De forma muito resumida, este passeio dividiu-se em duas partes completamente distintas:
A primeira parte foi o acompanhamento do percurso pré-estabelecido, apesar de pequenos contratempos que se foram evidenciando. Neste sentido, o grupo arrancou em Aldeia Nova, passou por Lousado e rumou a Santo Tirso para dar continuidade ao treino definido. No entanto, uma avaria na zona de Valinhas obrigou a uma paragem demorada para reparação (profissional) de uma bike, condicionando inevitavelmente os planos traçados.
A segunda parte do passeio foi o resultado forçado do acontecimento anterior. Devido ao tempo despendido para solucionar o problema mecânico, resolveu-se alterar o programa e o grupo atravessou Guimarei para desfrutar dos montes a partir de Vilar de Luz até à Trofa. Esta zona, já amplamente percorrida pelos Índios do Monte, proporcionou muitas descidas acentuadas para gáudio da maioria dos elementos…
Amigos, Boa Páscoa para todos vós e para as vossas Famílias!
domingo, 28 de março de 2010
Novos trilhos
Neste Domingo de Ramos, a Primavera rendeu-se ao BTT e proporcionou um dia solarento e bastante agradável para a prática desportiva.
A oportunidade foi aproveitada para descodificar novos trilhos emergentes nas nossas paisagens mais próximas. Neste sentido, alguns riscos vislumbrados no monte e que outrora julgávamos sem saída acabaram por ser reclassificados como trajectos para o grupo.
Por outro lado, foram reinventadas ligações entre rotas habituais dos Índios do Monte e que resultaram nalgumas subidas algo desconfortáveis.
Neste registo não posso deixar passar em claro dois pequenos flashs: uma tentativa de mergulho do Nel na água enlameada e, mais tarde, um voo do Coelho numa descida com destino aos arbustos… Felizmente, destes acidentes não resultaram mazelas e todos os elementos do grupo desataram às gargalhadas!
A nota final desta crónica diz respeito ao convívio final no café S. José, com os habituais bolinhos de bacalhau e as cubas (ou colas) a assinalarem a comemoração de mais um Aniversário de um Índio do Monte (Parabéns amigo Carneiro!).
Amigos, uma Santa Páscoa para todos!
Novos Trilhos from Artur Santos on Vimeo.
A oportunidade foi aproveitada para descodificar novos trilhos emergentes nas nossas paisagens mais próximas. Neste sentido, alguns riscos vislumbrados no monte e que outrora julgávamos sem saída acabaram por ser reclassificados como trajectos para o grupo.
Por outro lado, foram reinventadas ligações entre rotas habituais dos Índios do Monte e que resultaram nalgumas subidas algo desconfortáveis.
Neste registo não posso deixar passar em claro dois pequenos flashs: uma tentativa de mergulho do Nel na água enlameada e, mais tarde, um voo do Coelho numa descida com destino aos arbustos… Felizmente, destes acidentes não resultaram mazelas e todos os elementos do grupo desataram às gargalhadas!
A nota final desta crónica diz respeito ao convívio final no café S. José, com os habituais bolinhos de bacalhau e as cubas (ou colas) a assinalarem a comemoração de mais um Aniversário de um Índio do Monte (Parabéns amigo Carneiro!).
Amigos, uma Santa Páscoa para todos!
Novos Trilhos from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 21 de março de 2010
Novo episódio
No pós-visita do CM (Clube Mondraker) à nossa terra, os Índios resolveram cumprir o episódio que ficou por rolar no passeio de ontem. Assim, de forma a desentorpecer os músculos daqueles que participaram na recepção ao CM e castigar os mais preguiçosos, o trajecto promoveu uma nova visita ao Monte de Santa Catarina.
Analisando o percurso efectuado, regista-se um número pequeno de quilómetros percorridos (apenas 20!); no entanto, a contrariar este escasso pormenor deve-se salientar a predisposição dos guias para conduzir o grupo através de trilhos que exigiam um esforço físico acrescido. As subidas são por vezes algo acentuadas e as descidas compensam qualquer sacrifício!
De facto, a excelência destas paisagens permite-nos elaborar trajectos distintos a cada visita ao monte. No regresso a casa, a obrigatória passagem pelo Moinho de Vento antecedeu mais um convívio no café do costume…
Amigos, boa semana para todos!
Santa Catarina - 2ª Etapa from Artur Santos on Vimeo.
Analisando o percurso efectuado, regista-se um número pequeno de quilómetros percorridos (apenas 20!); no entanto, a contrariar este escasso pormenor deve-se salientar a predisposição dos guias para conduzir o grupo através de trilhos que exigiam um esforço físico acrescido. As subidas são por vezes algo acentuadas e as descidas compensam qualquer sacrifício!
De facto, a excelência destas paisagens permite-nos elaborar trajectos distintos a cada visita ao monte. No regresso a casa, a obrigatória passagem pelo Moinho de Vento antecedeu mais um convívio no café do costume…
Amigos, boa semana para todos!
Santa Catarina - 2ª Etapa from Artur Santos on Vimeo.
sábado, 20 de março de 2010
CM em Ribeirão
Quase a terminar o Inverno no calendário, a chuva resolveu aparecer para dar as boas-vindas ao Clube Mondraker (CM), nesta nova deslocação do grupo a Ribeirão.
O convite/desafio endereçado ao índio Nel por parte do Mac (CM) para dar a conhecer alguns dos trilhos que habitualmente o nosso grupo percorre foi recebido com agrado e, obviamente, respondido de forma positiva.
O ponto de encontro junto à igreja de Ribeirão proporcionou uma fugaz apresentação dos elementos que iriam compor um grupo de vinte bttistas. Resumidamente, o passeio foi composto por 3 momentos:
O primeiro momento iniciou-se pelo lado de Belêco através da subida ao monte do Moinho de Vento e descida para a Mogueira de forma a alcançar os trilhos junto ao Rio Ave até Ferreiró (Vila do Conde).
O segundo momento conduziu-nos até ao Monte da Cividade de Bagunte, um povoado fortificado da Idade do Ferro e que constitui um núcleo arqueológico reclassificado como Monumento Nacional desde 2004. No regresso fica o registo de algumas quedas (aparentemente sem danos físicos graves!) e de 2 furos que condicionaram o normal desenrolar da aventura.
Para concluir, o terceiro momento encerrou esta jornada de BTT com uma breve paragem no café S. José afim de dar uma banhoca às bikes (obrigado pela disponibilidade e amabilidade, D.ª Lurdes e Sr. José Andrade!) e um agradável reforço de energias para os últimos metros…
Amigos, Bem hajam e apareçam sempre que quiserem!
Passeio - Ribeirão from Artur Santos on Vimeo.
O convite/desafio endereçado ao índio Nel por parte do Mac (CM) para dar a conhecer alguns dos trilhos que habitualmente o nosso grupo percorre foi recebido com agrado e, obviamente, respondido de forma positiva.
O ponto de encontro junto à igreja de Ribeirão proporcionou uma fugaz apresentação dos elementos que iriam compor um grupo de vinte bttistas. Resumidamente, o passeio foi composto por 3 momentos:
O primeiro momento iniciou-se pelo lado de Belêco através da subida ao monte do Moinho de Vento e descida para a Mogueira de forma a alcançar os trilhos junto ao Rio Ave até Ferreiró (Vila do Conde).
O segundo momento conduziu-nos até ao Monte da Cividade de Bagunte, um povoado fortificado da Idade do Ferro e que constitui um núcleo arqueológico reclassificado como Monumento Nacional desde 2004. No regresso fica o registo de algumas quedas (aparentemente sem danos físicos graves!) e de 2 furos que condicionaram o normal desenrolar da aventura.
Para concluir, o terceiro momento encerrou esta jornada de BTT com uma breve paragem no café S. José afim de dar uma banhoca às bikes (obrigado pela disponibilidade e amabilidade, D.ª Lurdes e Sr. José Andrade!) e um agradável reforço de energias para os últimos metros…
Amigos, Bem hajam e apareçam sempre que quiserem!
Passeio - Ribeirão from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 14 de março de 2010
Experiências
O percurso desta semana conduziu-nos numa passagem pelo alto de Ferreiros para um passeio agradável até Covelas, com uma passagem sempre simbólica pela Ponte da Lagoncinha, em Lousado.
Os trilhos seleccionados a partir deste ponto foram, em parte, delineados com o recurso a um GPS, numa primeira experiência deste “Sistema de Posicionamento Global”. Chegados a Covelas, o grupo optou por contrariar as lógicas e testar o espírito de aventura…
“Aventura: acaso; feito extraordinário; caso inesperado que sobrevém e que merece ser relatado”. Dificilmente alguma definição fará justiça ao devaneio que assolou o grupo neste Domingo. Algures no meio do monte, na zona de Covelas, os Índios do Monte resolveram traçar um novo rumo por debaixo da auto-estrada através de uma conduta com cerca de 1 metro de diâmetro e dezenas de metros de cumprimento… Esta performance extravagante foi apimentada com um acréscimo de dificuldades no interior: a falta de espaço de manobra obrigava a percorrer o túnel de joelhos ou completamente contraídos, o arrastar das bikes que embatiam constantemente nas paredes das argolas e a ausência de ar circulante. Fica aqui o registo de um episódio que não deve ser repetido sob circunstância alguma… uma experiência traumatizante!
Para o final desta jornada ficou a saudável comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Nuno!)…
Lagoncinha from Artur Santos on Vimeo.
Os trilhos seleccionados a partir deste ponto foram, em parte, delineados com o recurso a um GPS, numa primeira experiência deste “Sistema de Posicionamento Global”. Chegados a Covelas, o grupo optou por contrariar as lógicas e testar o espírito de aventura…
“Aventura: acaso; feito extraordinário; caso inesperado que sobrevém e que merece ser relatado”. Dificilmente alguma definição fará justiça ao devaneio que assolou o grupo neste Domingo. Algures no meio do monte, na zona de Covelas, os Índios do Monte resolveram traçar um novo rumo por debaixo da auto-estrada através de uma conduta com cerca de 1 metro de diâmetro e dezenas de metros de cumprimento… Esta performance extravagante foi apimentada com um acréscimo de dificuldades no interior: a falta de espaço de manobra obrigava a percorrer o túnel de joelhos ou completamente contraídos, o arrastar das bikes que embatiam constantemente nas paredes das argolas e a ausência de ar circulante. Fica aqui o registo de um episódio que não deve ser repetido sob circunstância alguma… uma experiência traumatizante!
Para o final desta jornada ficou a saudável comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Nuno!)…
Lagoncinha from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 7 de março de 2010
Rota do Ave
Como sempre, os Índios do Monte concentraram-se no Café S. José para enfrentar mais uma jornada bem regada, resultante desta chuva que não nos tem dado muitas tréguas.
O título desta crónica concentra toda uma jornada repleta de bons momentos. Como o nome indica, esta Rota do Ave corresponde a um conjunto de trilhos que se convergem numa rota unitária que se depara com o Rio Ave em diversos momentos.
Com maior ou com menor dificuldade, com mais ou com menos determinação, o grupo cumpriu todas as etapas desta jornada, numa miscelânea de caminhos, estradas, trilhos, ruelas, água e lama e alguns single tracks, a totalizar mais de 30 quilómetros percorridos. Pelo meio, algumas ameaças de quedas que não se concretizaram, as habituais picardias entre alguns elementos e a boa disposição reinante!
Nota: Para quem demonstra algum desconforto por encontrarmos algumas “subidinhas” nos nossos passeios, deixo aqui a transcrição sábia de um provérbio chinês: “Quem não sobe as montanhas, não conhece as planícies”…
Amigos: uma boa semana para todos!
Rota do Ave from Artur Santos on Vimeo.
O título desta crónica concentra toda uma jornada repleta de bons momentos. Como o nome indica, esta Rota do Ave corresponde a um conjunto de trilhos que se convergem numa rota unitária que se depara com o Rio Ave em diversos momentos.
Com maior ou com menor dificuldade, com mais ou com menos determinação, o grupo cumpriu todas as etapas desta jornada, numa miscelânea de caminhos, estradas, trilhos, ruelas, água e lama e alguns single tracks, a totalizar mais de 30 quilómetros percorridos. Pelo meio, algumas ameaças de quedas que não se concretizaram, as habituais picardias entre alguns elementos e a boa disposição reinante!
Nota: Para quem demonstra algum desconforto por encontrarmos algumas “subidinhas” nos nossos passeios, deixo aqui a transcrição sábia de um provérbio chinês: “Quem não sobe as montanhas, não conhece as planícies”…
Amigos: uma boa semana para todos!
Rota do Ave from Artur Santos on Vimeo.
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