Neste Domingo de Ramos, a Primavera rendeu-se ao BTT e proporcionou um dia solarento e bastante agradável para a prática desportiva.
A oportunidade foi aproveitada para descodificar novos trilhos emergentes nas nossas paisagens mais próximas. Neste sentido, alguns riscos vislumbrados no monte e que outrora julgávamos sem saída acabaram por ser reclassificados como trajectos para o grupo.
Por outro lado, foram reinventadas ligações entre rotas habituais dos Índios do Monte e que resultaram nalgumas subidas algo desconfortáveis.
Neste registo não posso deixar passar em claro dois pequenos flashs: uma tentativa de mergulho do Nel na água enlameada e, mais tarde, um voo do Coelho numa descida com destino aos arbustos… Felizmente, destes acidentes não resultaram mazelas e todos os elementos do grupo desataram às gargalhadas!
A nota final desta crónica diz respeito ao convívio final no café S. José, com os habituais bolinhos de bacalhau e as cubas (ou colas) a assinalarem a comemoração de mais um Aniversário de um Índio do Monte (Parabéns amigo Carneiro!).
Amigos, uma Santa Páscoa para todos!
Novos Trilhos from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 28 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Novo episódio
No pós-visita do CM (Clube Mondraker) à nossa terra, os Índios resolveram cumprir o episódio que ficou por rolar no passeio de ontem. Assim, de forma a desentorpecer os músculos daqueles que participaram na recepção ao CM e castigar os mais preguiçosos, o trajecto promoveu uma nova visita ao Monte de Santa Catarina.
Analisando o percurso efectuado, regista-se um número pequeno de quilómetros percorridos (apenas 20!); no entanto, a contrariar este escasso pormenor deve-se salientar a predisposição dos guias para conduzir o grupo através de trilhos que exigiam um esforço físico acrescido. As subidas são por vezes algo acentuadas e as descidas compensam qualquer sacrifício!
De facto, a excelência destas paisagens permite-nos elaborar trajectos distintos a cada visita ao monte. No regresso a casa, a obrigatória passagem pelo Moinho de Vento antecedeu mais um convívio no café do costume…
Amigos, boa semana para todos!
Santa Catarina - 2ª Etapa from Artur Santos on Vimeo.
Analisando o percurso efectuado, regista-se um número pequeno de quilómetros percorridos (apenas 20!); no entanto, a contrariar este escasso pormenor deve-se salientar a predisposição dos guias para conduzir o grupo através de trilhos que exigiam um esforço físico acrescido. As subidas são por vezes algo acentuadas e as descidas compensam qualquer sacrifício!
De facto, a excelência destas paisagens permite-nos elaborar trajectos distintos a cada visita ao monte. No regresso a casa, a obrigatória passagem pelo Moinho de Vento antecedeu mais um convívio no café do costume…
Amigos, boa semana para todos!
Santa Catarina - 2ª Etapa from Artur Santos on Vimeo.
sábado, 20 de março de 2010
CM em Ribeirão
Quase a terminar o Inverno no calendário, a chuva resolveu aparecer para dar as boas-vindas ao Clube Mondraker (CM), nesta nova deslocação do grupo a Ribeirão.
O convite/desafio endereçado ao índio Nel por parte do Mac (CM) para dar a conhecer alguns dos trilhos que habitualmente o nosso grupo percorre foi recebido com agrado e, obviamente, respondido de forma positiva.
O ponto de encontro junto à igreja de Ribeirão proporcionou uma fugaz apresentação dos elementos que iriam compor um grupo de vinte bttistas. Resumidamente, o passeio foi composto por 3 momentos:
O primeiro momento iniciou-se pelo lado de Belêco através da subida ao monte do Moinho de Vento e descida para a Mogueira de forma a alcançar os trilhos junto ao Rio Ave até Ferreiró (Vila do Conde).
O segundo momento conduziu-nos até ao Monte da Cividade de Bagunte, um povoado fortificado da Idade do Ferro e que constitui um núcleo arqueológico reclassificado como Monumento Nacional desde 2004. No regresso fica o registo de algumas quedas (aparentemente sem danos físicos graves!) e de 2 furos que condicionaram o normal desenrolar da aventura.
Para concluir, o terceiro momento encerrou esta jornada de BTT com uma breve paragem no café S. José afim de dar uma banhoca às bikes (obrigado pela disponibilidade e amabilidade, D.ª Lurdes e Sr. José Andrade!) e um agradável reforço de energias para os últimos metros…
Amigos, Bem hajam e apareçam sempre que quiserem!
Passeio - Ribeirão from Artur Santos on Vimeo.
O convite/desafio endereçado ao índio Nel por parte do Mac (CM) para dar a conhecer alguns dos trilhos que habitualmente o nosso grupo percorre foi recebido com agrado e, obviamente, respondido de forma positiva.
O ponto de encontro junto à igreja de Ribeirão proporcionou uma fugaz apresentação dos elementos que iriam compor um grupo de vinte bttistas. Resumidamente, o passeio foi composto por 3 momentos:
O primeiro momento iniciou-se pelo lado de Belêco através da subida ao monte do Moinho de Vento e descida para a Mogueira de forma a alcançar os trilhos junto ao Rio Ave até Ferreiró (Vila do Conde).
O segundo momento conduziu-nos até ao Monte da Cividade de Bagunte, um povoado fortificado da Idade do Ferro e que constitui um núcleo arqueológico reclassificado como Monumento Nacional desde 2004. No regresso fica o registo de algumas quedas (aparentemente sem danos físicos graves!) e de 2 furos que condicionaram o normal desenrolar da aventura.
Para concluir, o terceiro momento encerrou esta jornada de BTT com uma breve paragem no café S. José afim de dar uma banhoca às bikes (obrigado pela disponibilidade e amabilidade, D.ª Lurdes e Sr. José Andrade!) e um agradável reforço de energias para os últimos metros…
Amigos, Bem hajam e apareçam sempre que quiserem!
Passeio - Ribeirão from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 14 de março de 2010
Experiências
O percurso desta semana conduziu-nos numa passagem pelo alto de Ferreiros para um passeio agradável até Covelas, com uma passagem sempre simbólica pela Ponte da Lagoncinha, em Lousado.
Os trilhos seleccionados a partir deste ponto foram, em parte, delineados com o recurso a um GPS, numa primeira experiência deste “Sistema de Posicionamento Global”. Chegados a Covelas, o grupo optou por contrariar as lógicas e testar o espírito de aventura…
“Aventura: acaso; feito extraordinário; caso inesperado que sobrevém e que merece ser relatado”. Dificilmente alguma definição fará justiça ao devaneio que assolou o grupo neste Domingo. Algures no meio do monte, na zona de Covelas, os Índios do Monte resolveram traçar um novo rumo por debaixo da auto-estrada através de uma conduta com cerca de 1 metro de diâmetro e dezenas de metros de cumprimento… Esta performance extravagante foi apimentada com um acréscimo de dificuldades no interior: a falta de espaço de manobra obrigava a percorrer o túnel de joelhos ou completamente contraídos, o arrastar das bikes que embatiam constantemente nas paredes das argolas e a ausência de ar circulante. Fica aqui o registo de um episódio que não deve ser repetido sob circunstância alguma… uma experiência traumatizante!
Para o final desta jornada ficou a saudável comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Nuno!)…
Lagoncinha from Artur Santos on Vimeo.
Os trilhos seleccionados a partir deste ponto foram, em parte, delineados com o recurso a um GPS, numa primeira experiência deste “Sistema de Posicionamento Global”. Chegados a Covelas, o grupo optou por contrariar as lógicas e testar o espírito de aventura…
“Aventura: acaso; feito extraordinário; caso inesperado que sobrevém e que merece ser relatado”. Dificilmente alguma definição fará justiça ao devaneio que assolou o grupo neste Domingo. Algures no meio do monte, na zona de Covelas, os Índios do Monte resolveram traçar um novo rumo por debaixo da auto-estrada através de uma conduta com cerca de 1 metro de diâmetro e dezenas de metros de cumprimento… Esta performance extravagante foi apimentada com um acréscimo de dificuldades no interior: a falta de espaço de manobra obrigava a percorrer o túnel de joelhos ou completamente contraídos, o arrastar das bikes que embatiam constantemente nas paredes das argolas e a ausência de ar circulante. Fica aqui o registo de um episódio que não deve ser repetido sob circunstância alguma… uma experiência traumatizante!
Para o final desta jornada ficou a saudável comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Nuno!)…
Lagoncinha from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 7 de março de 2010
Rota do Ave
Como sempre, os Índios do Monte concentraram-se no Café S. José para enfrentar mais uma jornada bem regada, resultante desta chuva que não nos tem dado muitas tréguas.
O título desta crónica concentra toda uma jornada repleta de bons momentos. Como o nome indica, esta Rota do Ave corresponde a um conjunto de trilhos que se convergem numa rota unitária que se depara com o Rio Ave em diversos momentos.
Com maior ou com menor dificuldade, com mais ou com menos determinação, o grupo cumpriu todas as etapas desta jornada, numa miscelânea de caminhos, estradas, trilhos, ruelas, água e lama e alguns single tracks, a totalizar mais de 30 quilómetros percorridos. Pelo meio, algumas ameaças de quedas que não se concretizaram, as habituais picardias entre alguns elementos e a boa disposição reinante!
Nota: Para quem demonstra algum desconforto por encontrarmos algumas “subidinhas” nos nossos passeios, deixo aqui a transcrição sábia de um provérbio chinês: “Quem não sobe as montanhas, não conhece as planícies”…
Amigos: uma boa semana para todos!
Rota do Ave from Artur Santos on Vimeo.
O título desta crónica concentra toda uma jornada repleta de bons momentos. Como o nome indica, esta Rota do Ave corresponde a um conjunto de trilhos que se convergem numa rota unitária que se depara com o Rio Ave em diversos momentos.
Com maior ou com menor dificuldade, com mais ou com menos determinação, o grupo cumpriu todas as etapas desta jornada, numa miscelânea de caminhos, estradas, trilhos, ruelas, água e lama e alguns single tracks, a totalizar mais de 30 quilómetros percorridos. Pelo meio, algumas ameaças de quedas que não se concretizaram, as habituais picardias entre alguns elementos e a boa disposição reinante!
Nota: Para quem demonstra algum desconforto por encontrarmos algumas “subidinhas” nos nossos passeios, deixo aqui a transcrição sábia de um provérbio chinês: “Quem não sobe as montanhas, não conhece as planícies”…
Amigos: uma boa semana para todos!
Rota do Ave from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Pós-vendaval…
As linhas orientadoras de qualquer crónica estão intimamente enlaçadas com o indivíduo que a escreve; por isso, a maior parte das vezes, a opinião pessoal sobrepõe-se sobre qualquer conceito grupal.
Serve esta introdução para dar crédito à minha afirmação seguinte: O percurso escolhido para a jornada de hoje foi … perfeito!
O mau tempo que ontem se abateu sobre a nossa zona deixou bem visíveis alguns rastos de destruição. Embrenhados na Natureza, os Índios do Monte debateram-se várias vezes com ramos partidos, galhos e troncos atravessados nos trilhos e muita água à mistura…
A incursão pelos montes seleccionados proporcionou aventura, exigiu técnica e músculo e promoveu o companheirismo entre todos os elementos do grupo!
A culminar mais uma aventura, fica o registo da comemoração de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Gusto)!
Santa Catarina from Artur Santos on Vimeo.
Serve esta introdução para dar crédito à minha afirmação seguinte: O percurso escolhido para a jornada de hoje foi … perfeito!
O mau tempo que ontem se abateu sobre a nossa zona deixou bem visíveis alguns rastos de destruição. Embrenhados na Natureza, os Índios do Monte debateram-se várias vezes com ramos partidos, galhos e troncos atravessados nos trilhos e muita água à mistura…
A incursão pelos montes seleccionados proporcionou aventura, exigiu técnica e músculo e promoveu o companheirismo entre todos os elementos do grupo!
A culminar mais uma aventura, fica o registo da comemoração de mais um aniversário de um Índio do Monte (Parabéns Gusto)!
Santa Catarina from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Enduro Trail's - Rescaldo
Poucos minutos passaram das 8:00H quando o grupo dos Índios do Monte se fez à estrada para interagir com a comunidade e participar no Enduro Trail’s, evento organizado pelo grupo BIKEASS. A concentração dos participantes ocorreu junto ao Salão Paroquial do Muro e o principal objectivo da organização foi a angariação de fundos para ajudar o Canil Municipal da Trofa.
A dezena e meia de quilómetros de estrada que nos conduziu até ao ponto de encontro no Muro foi, na maior parte do tempo, regada com intensa chuva que provocava muitas vezes uma diminuição de visibilidade. A coincidir com a nossa chegada ao Muro, um agradável abrandamento das condições meteorológicas permitiu uma serena inscrição de todos os elementos dos Índios do Monte.
Esta edição do Enduro Trail’s decorreu em trilhos, caminhos rurais e estradas do concelho da Trofa, num percurso fabulosamente bem conseguido de aproximadamente 30 quilómetros. Pelo meio, a organização (bem hajam!) ofereceu um pequeno lanche a todos os participantes.
Para concluir, importa salientar o objectivo desta iniciativa acrescido de uma boa adesão dos amantes do BTT e culminando com um passeio bastante agradável e diversificado.
Amigos, temos de repetir estes trilhos!
A dezena e meia de quilómetros de estrada que nos conduziu até ao ponto de encontro no Muro foi, na maior parte do tempo, regada com intensa chuva que provocava muitas vezes uma diminuição de visibilidade. A coincidir com a nossa chegada ao Muro, um agradável abrandamento das condições meteorológicas permitiu uma serena inscrição de todos os elementos dos Índios do Monte.
Esta edição do Enduro Trail’s decorreu em trilhos, caminhos rurais e estradas do concelho da Trofa, num percurso fabulosamente bem conseguido de aproximadamente 30 quilómetros. Pelo meio, a organização (bem hajam!) ofereceu um pequeno lanche a todos os participantes.
Para concluir, importa salientar o objectivo desta iniciativa acrescido de uma boa adesão dos amantes do BTT e culminando com um passeio bastante agradável e diversificado.
Amigos, temos de repetir estes trilhos!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Moinhos de gelo
Para muitos supersticiosos, o número 13 representa um sinal de infortúnio e azar, mas o único infortúnio que os 13 Índios do Monte enfrentaram foi mesmo a onda de frio que se debateu neste dia de actividade. O cenário, muitas vezes branco, exigiu um esforço extra da parte de todos para um passeio… diferente…
O objectivo foi promover a resistência do grupo em detrimento da habitual técnica. Nesse sentido, foi uma jornada paradoxal que os Índios do Monte acrescentaram ao álbum de recordações, num registo imenso de quilómetros sem lama e sem terra a um ritmo por vezes demasiado intenso contra o ar frio que se abatia sobre as faces gélidas de todos os elementos.
Este registo assinala uma viagem transcendente que nos levou até ao Monte de São Félix, na freguesia de Laúndos, Póvoa de Varzim. Este monte, com os seus tradicionais moinhos, proporciona uma vista panorâmica sobre a cidade e o mar e um cenário expressivo sobre o vale de Rates.
O dia assinalou também a comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio (Parabéns Carlos!), acrescentando um pouco mais de alegria ao habitual convívio final do grupo no café S. José.
O objectivo foi promover a resistência do grupo em detrimento da habitual técnica. Nesse sentido, foi uma jornada paradoxal que os Índios do Monte acrescentaram ao álbum de recordações, num registo imenso de quilómetros sem lama e sem terra a um ritmo por vezes demasiado intenso contra o ar frio que se abatia sobre as faces gélidas de todos os elementos.
Este registo assinala uma viagem transcendente que nos levou até ao Monte de São Félix, na freguesia de Laúndos, Póvoa de Varzim. Este monte, com os seus tradicionais moinhos, proporciona uma vista panorâmica sobre a cidade e o mar e um cenário expressivo sobre o vale de Rates.
O dia assinalou também a comemoração da passagem de mais um aniversário de um Índio (Parabéns Carlos!), acrescentando um pouco mais de alegria ao habitual convívio final do grupo no café S. José.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Novos rumos
O relógio ainda não atingira as oito badaladas e já havia Índios a tomar o pequeno-almoço no café. Aos poucos foram chegando outros elementos até compor a equipa final que iniciaria mais uma jornada de BTT. Uma pequena nota para os mais atrasados: “toca a levantar mais cedo!!!”
A contrariedade do dia atingiu a bike do Nuno ao primeiro quilómetro no monte; apesar de várias tentativas para solucionar a avaria, o regresso a casa foi a única alternativa possível.
Reiniciada a actividade, elegeu-se um desafio ao grupo: a descoberta de novos rumos, num regresso às origens, de forma a reinventar novos caminhos e consequentes alternativas.
Com o regressado Mantorras na frente do pelotão a assumir a capa de Indiana Jones, foi com natural satisfação que o grupo “desflorou” novos trilhos, apesar de por vezes termos como única opção dar a volta ou carregar as bikes às costas para ultrapassar alguns obstáculos que iam aparecendo.
Esta ousadia do grupo conduziu-nos à periferia de Outiz e Brufe, onde aproveitámos para estacionar um pouco para o necessário reforço de energias. Nesta pausa foi possível observar a Natureza que nos abrangia, fazendo-se notar um limoeiro carregado de limões de dimensões ímpares. Um buraco no chão, mostrava-nos a convivência (ou sobrevivência) entre uma saramela e um rato do monte (ou seria uma toupeira, diriam outros…).
No regresso a casa, uma fugaz passagem pelo Monte de Santa Catarina proporcionou alguns momentos mais impetuosos. A parte final do trajecto foi feita entre Vilarinho das Cambas até ao campo de treinos do GDR por um trilho bem conhecido do grupo.
No convívio final, no café S. José, aos já tradicionais bolinhos de bacalhau com cubas e colas, juntou-se a agradável comemoração da passagem de mais um aniversário de um elemento do grupo (Parabéns Senhor Freitas!).
Amigos, até pra semana!
A contrariedade do dia atingiu a bike do Nuno ao primeiro quilómetro no monte; apesar de várias tentativas para solucionar a avaria, o regresso a casa foi a única alternativa possível.
Reiniciada a actividade, elegeu-se um desafio ao grupo: a descoberta de novos rumos, num regresso às origens, de forma a reinventar novos caminhos e consequentes alternativas.
Com o regressado Mantorras na frente do pelotão a assumir a capa de Indiana Jones, foi com natural satisfação que o grupo “desflorou” novos trilhos, apesar de por vezes termos como única opção dar a volta ou carregar as bikes às costas para ultrapassar alguns obstáculos que iam aparecendo.
Esta ousadia do grupo conduziu-nos à periferia de Outiz e Brufe, onde aproveitámos para estacionar um pouco para o necessário reforço de energias. Nesta pausa foi possível observar a Natureza que nos abrangia, fazendo-se notar um limoeiro carregado de limões de dimensões ímpares. Um buraco no chão, mostrava-nos a convivência (ou sobrevivência) entre uma saramela e um rato do monte (ou seria uma toupeira, diriam outros…).
No regresso a casa, uma fugaz passagem pelo Monte de Santa Catarina proporcionou alguns momentos mais impetuosos. A parte final do trajecto foi feita entre Vilarinho das Cambas até ao campo de treinos do GDR por um trilho bem conhecido do grupo.
No convívio final, no café S. José, aos já tradicionais bolinhos de bacalhau com cubas e colas, juntou-se a agradável comemoração da passagem de mais um aniversário de um elemento do grupo (Parabéns Senhor Freitas!).
Amigos, até pra semana!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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