domingo, 4 de maio de 2014

Voltinhas

O passeio deste Domingo ficou marcado pelas marcas deixadas no corpo do Pereirinha ainda a Tribo não tinha aquecido os motores...
O grupo não podia deixar de ser solidário com o seu mais jovem elemento e acompanhou-o até casa, de onde seguiu para o hospital de forma a averiguar os danos físicos causados pela queda aparatosa que sofreu.
Na sequência deste acontecimento a Tribo optou por andar às voltinhas pelo Monte de Santa Catarina, e aproveitou a pausa do reforço energético para reunir e discutir o próximo Grande Passeio até Santiago de Compostela.


sábado, 26 de abril de 2014

Regresso à Queimadela

Os Índios do Monte tinham guardado em destaque no álbum de recordações o memorável Grande Passeio à Queimadela e Terras Altas de Fafe realizado no ano passado. Por isso não foi de estranhar os diversos pedidos para que a Tribo repetisse a façanha…
Neste regresso à Queimadela, o trajecto teve outros contornos e foi com imenso agrado que o grupo ao deixar a cidade berço fez um pequeno desvio e encontrou as sete estátuas com cerca de 5 metros dos Afonsinhos no Campo da Ataca, onde, segundo a tradição oral de várias gerações se terá iniciado a Batalha de São Mamede, que teve início em 24 de Junho de 1128. Batalha na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega, marcando assim esse dia como o primeiro de Portugal.
Retomado o percurso, os quilómetros que se seguiram exigiram algum esforço devido ao aspecto ascendente do terreno que entretanto inverteu o desnível e permitiu um andamento acelerado até à Barragem da Queimadela.
Após a paragem para o reforço energético, o grupo pedalou até às terras altas que nos pareceram mesmo altas devido ao nevoeiro, chuva miúda e vento que se faziam sentir até à famosa Casa do Penedo. Como o mau tempo não deixava saborear o momento e as paisagens se escondiam no manto nubloso que cobria a serra, a Tribo fugiu da altitude e desceu a grande ritmo até Fafe onde retomou o regresso a Guimarães pela ciclovia que liga estas duas cidades.
Depois de acondicionar as bikes nos veículos motores estacionados, os presentes foram presenteados com um lanche de comemoração pela recente passagem de mais um aniversário de um elemento da Tribo (obrigado e Parabéns Gil).
Na chegada a Ribeirão um desvio de surpresa obrigou a Tribo a estacionar junto à casa do Pereira para mais um grande momento de confraternização em jeito de comemoração do seu aniversário (Parabéns Simão Pereira, és Grande!!! e obrigado Sôr Fernando que esteve em grande nível…)
E como sempre, o Ninho dos Índios registou o último momento do dia com o brinde dos resistentes que lá foram picar o ponto…

sábado, 19 de abril de 2014

Páscoa Feliz

Neste período pascal os Índios do Monte alteraram a habitual agenda e optaram por pedalar na véspera de Domingo.
Num regresso aos belos trilhos da margem sul do Rio Ave, abordados na zona do Bicho, a Tribo logrou cumprir o plano com distinção e esticou o trajeto até ao Oceano Atlântico em Vila do Conde...

Desejamos a todos os nossos Familiares e Amigos uma Santa e Feliz Páscoa!

sábado, 5 de abril de 2014

Serra D' Arga às escondidas


O segundo Grande Passeio de 2014 teve o condão de testar a capacidade da Tribo em abdicar do quentinho sarrabulho de Ponte de Lima e enfrentar uma chuva miudinha durante quase todo o percurso através da Serra de Arga.
O início do passeio propriamente dito deu-se na bonita cidade de Viana do Castelo e o grupo começou a pedalar pelo asfalto fora durante alguns quilómetros que teimavam em manter uma toada ascendente…
A chegada ao alto da Serra mostrou-nos algumas linhas dos trilhos que a atravessam e permitiu observar a beleza selvagem dos garranos que a habitam. O nevoeiro intenso que marcou presença neste local impediu os Índios do Monte de extraírem melhores memórias desta incursão ao Alto Minho. Nos seus mais de 800 metros de altitude, a Serra d’Arga proporciona uma paisagem que nos possibilitaria ver o Rio Minho, a vila portuguesa de Caminha, assim como as povoações espanholas da Galiza.
A passagem na zona do mosteiro de S. João de Arga permitiu absorver um pouco dos encantos escondidos na serra, quando alguns raios de sol iluminaram rasgaram as nuvens e iluminaram a paisagem circundante.
Ultrapassadas as dificuldades na zona mais agressiva no acesso ao parque eólico, onde o vento e a sensação de estarmos a trepar sem fim num terreno alcatifado de gravilha, a Tribo encontrou finalmente a “entrada mágica” dos trilhos descendentes, o que permitiu aumentar brutalmente o ritmo de andamento até ao regresso a Viana do Castelo.
Chegava a altura do primeiro momento de recuperação pós-passeio de bike, no recurso ao lanche previamente preparado por um elemento do grupo (obrigado Penouço pela iniciativa).
E algum tempo mais tarde, já pertinho de casa, a Tribo alinhou noutro momento de recuperação pós-passeio de carro, no recurso a mais um lanche numa tasquinha da região.
A finalizar a aventura, alguns resistentes participaram no brinde de happy end no café S. José já ao final da tarde…



Fotos by Carlos Cunha



 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Rota do carneirinho

Esta semana o plano traçado definiu um desenho pelas redondezas...
A forma como os Índios do Monte foram percorrendo esta Rota do carneirinho, ou Rota do carreirinho, tornou este trajeto num percurso de referência na nossa zona.

A ideia de manter Fradelos à vista escondia a surpresa de uma paragem para comemorar a passagem de mais um aniversário de um elemento da nossa Tribo (mais uma vez, Parabéns Carneiro!).

Mais um belo lanche, um delicioso passeio e um penoso mas animado regresso a casa...

domingo, 23 de março de 2014

Manobrices III - REP

No primeiro passeio da Primavera, os Índios do Monte saíram em massa para dar as boas vindas à nova estação.
Foram mais de 20 elementos que lograram participar nesta repetição do terceiro episódio de manobrices da Tribo, e para muitos dos participantes tratou-se de uma estreia nestes trilhos.
Os momentos de adrenalina e diversão que este percurso proporcionou ficaram evidenciados na forma como os comentários se foram dissipando no "bate-papo" constante ao longo da manhã...
Talvez inspirados pelo vídeo da última semana, foram várias as vezes em que o terreno foi atropelado de forma agressiva por alguns elementos da Tribo...


sábado, 15 de março de 2014

Citânia de Sanfins, Lustosa e afins...

O primeiro Grande Passeio planeado para 2014 resultou numa diversidade de trilhos e estados de espírito ao longo de mais de 70 quilómetros percorridos.
As pedaladas iniciais serviram para aquecer os músculos através do asfalto até Santo Tirso.
O dia de sol que se fazia sentir parecia acentuar o esforço necessário para trepar os primeiros trilhos no monte. Os Índios do Monte estavam “ao mais alto nível” e o primeiro momento de descanso só chegou quando alcançamos a mítica Citânia de Sanfins (concelho de Paços de Ferreira) onde há vestígios da ocupação do local da Citânia, desde o século V antes de Cristo.
Retomados os trilhos em direcção a Codessos, surgiram as primeiras ameaças físicas do dia com 2 intervenientes a separarem-se das respectivas bikes em pleno andamento. A Capela de Nossa Senhora do Socorro serviu para recuperar dos sustos e o grupo retomou o caminho para os montes de Lustosa (concelho de Lousada).
Mais uns quilómetros de sobe e desce e eis que a Tribo chega à vila de Vilarinho, já no concelho de Santo Tirso, onde os trilhos só tinham descidas e obrigavam a cuidados reforçados e técnica mais apurada. Nesta zona surgiu um truque de magia com um índio parado em cima da bike a conseguir desaparecer de repente por entre a vegetação onde apoiara um pé…
Os campos nos terrenos adjacentes ao Mosteiro de Singeverga e Mosteiro de São Pedro de Roriz foram percorridos já com o cansaço estampado no corpo e nem a rápida passagem pelo Parque da Rabada foi suficiente para atenuar o esforço.
A recuperação física e psicológica só foi possível quase à saída do concelho tirsense numa breve paragem na Clínica para a primeira fase da reabilitação do grupo.
A reabilitação total foi alcançada já em Ribeirão, onde nos aguardava um delicioso lanche de comemoração da passagem de mais um aniversário do índio Nuno, numa excelente surpresa a culminar mais um Grande Passeio dos Índios do Monte!


Fotos by Artur Santos, Carlos Cunha, Hugo Couto e Nuno Moreira

domingo, 9 de março de 2014

Ir à Cividade pra encontrar moelas

Este passeio ficou marcado por vários erros de casting:
- Durante a semana fora anunciado um track para o Monte Pilar...
- O gps tinha registado apenas o track realizado na semana passada...
- A Tribo esperou 5 minutos para que fosse carregado um novo track mas com destino ao Monte de S. Félix...
- As constantes mutações ao plano levaram o grupo para a Cividade...
- Um problema mecânico dividiu o pelotão em 2 grupos...
- Um índio quis fazer canto esquina e chegou mais tarde ao destino...

E apesar destas gaffes todas, os Índios do Monte voltaram a desfrutar de uma excelente manhã de btt, com o tempo a comungar da boa harmonia reinante e a permitir uma saborosa comemoração da passagem de mais um aniversário do índio Hugo Couto numa esplanada ao sabor de moelas!

domingo, 2 de março de 2014

Terrenos do Conde

No regresso aos passeios encharcados, a Tribo deu uma resposta muito positiva e logrou cumprir o trajeto delineado em tempo recorde.
Com a água a dar imensa luta, foi com agrado que o grupo chegou à Estação Arqueológica de Alvarelhos deixando para trás os trilhos inundados na antiga via romana.
Num ápice os Índios do Monte combateram a chuva gelada e percorreram várias freguesias do concelho de Vila do Conde (Guilhabreu, Gião, Vairão e Fornelo).
Este passeio ficou também marcado pela elevada nota artística evidenciada nas várias quedas do dia, e em terrenos tão diferentes como a água ou os paralelos da estrada…


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Manobrices II in reverse

Este passeio trouxe sentimentos diferenciados no seio do grupo... Ainda não tínhamos completado 10 quilómetros do percurso e o relógio já tinha comido mais de hora e meia do tempo e ainda não tínhamos chegado a Famalicão...
Os elementos presentes implicavam com o gps e com a teimosia de quem insistia em conduzir o grupo pelo meio do mato... As dificuldades sucediam-se umas atrás das outras e o desenho destas manobrices em sentido contrário ameaçava ficar apenas pelas boas intenções...
Ultrapassadas as barreiras que impediam um andamento mais célere da Tribo, mas que também fazem bem ao corpo e à alma, os trilhos tornaram-se mais rápidos e o grupo depressa recuperou o tempo perdido e logrou chegar com sucesso ao concelho de Santo Tirso, cumprindo na íntegra o trajeto delineado até ao Parque da Rabada...




Fotos by Nuno Moreira