segunda-feira, 31 de março de 2014

Rota do carneirinho

Esta semana o plano traçado definiu um desenho pelas redondezas...
A forma como os Índios do Monte foram percorrendo esta Rota do carneirinho, ou Rota do carreirinho, tornou este trajeto num percurso de referência na nossa zona.

A ideia de manter Fradelos à vista escondia a surpresa de uma paragem para comemorar a passagem de mais um aniversário de um elemento da nossa Tribo (mais uma vez, Parabéns Carneiro!).

Mais um belo lanche, um delicioso passeio e um penoso mas animado regresso a casa...

domingo, 23 de março de 2014

Manobrices III - REP

No primeiro passeio da Primavera, os Índios do Monte saíram em massa para dar as boas vindas à nova estação.
Foram mais de 20 elementos que lograram participar nesta repetição do terceiro episódio de manobrices da Tribo, e para muitos dos participantes tratou-se de uma estreia nestes trilhos.
Os momentos de adrenalina e diversão que este percurso proporcionou ficaram evidenciados na forma como os comentários se foram dissipando no "bate-papo" constante ao longo da manhã...
Talvez inspirados pelo vídeo da última semana, foram várias as vezes em que o terreno foi atropelado de forma agressiva por alguns elementos da Tribo...


sábado, 15 de março de 2014

Citânia de Sanfins, Lustosa e afins...

O primeiro Grande Passeio planeado para 2014 resultou numa diversidade de trilhos e estados de espírito ao longo de mais de 70 quilómetros percorridos.
As pedaladas iniciais serviram para aquecer os músculos através do asfalto até Santo Tirso.
O dia de sol que se fazia sentir parecia acentuar o esforço necessário para trepar os primeiros trilhos no monte. Os Índios do Monte estavam “ao mais alto nível” e o primeiro momento de descanso só chegou quando alcançamos a mítica Citânia de Sanfins (concelho de Paços de Ferreira) onde há vestígios da ocupação do local da Citânia, desde o século V antes de Cristo.
Retomados os trilhos em direcção a Codessos, surgiram as primeiras ameaças físicas do dia com 2 intervenientes a separarem-se das respectivas bikes em pleno andamento. A Capela de Nossa Senhora do Socorro serviu para recuperar dos sustos e o grupo retomou o caminho para os montes de Lustosa (concelho de Lousada).
Mais uns quilómetros de sobe e desce e eis que a Tribo chega à vila de Vilarinho, já no concelho de Santo Tirso, onde os trilhos só tinham descidas e obrigavam a cuidados reforçados e técnica mais apurada. Nesta zona surgiu um truque de magia com um índio parado em cima da bike a conseguir desaparecer de repente por entre a vegetação onde apoiara um pé…
Os campos nos terrenos adjacentes ao Mosteiro de Singeverga e Mosteiro de São Pedro de Roriz foram percorridos já com o cansaço estampado no corpo e nem a rápida passagem pelo Parque da Rabada foi suficiente para atenuar o esforço.
A recuperação física e psicológica só foi possível quase à saída do concelho tirsense numa breve paragem na Clínica para a primeira fase da reabilitação do grupo.
A reabilitação total foi alcançada já em Ribeirão, onde nos aguardava um delicioso lanche de comemoração da passagem de mais um aniversário do índio Nuno, numa excelente surpresa a culminar mais um Grande Passeio dos Índios do Monte!


Fotos by Artur Santos, Carlos Cunha, Hugo Couto e Nuno Moreira

domingo, 9 de março de 2014

Ir à Cividade pra encontrar moelas

Este passeio ficou marcado por vários erros de casting:
- Durante a semana fora anunciado um track para o Monte Pilar...
- O gps tinha registado apenas o track realizado na semana passada...
- A Tribo esperou 5 minutos para que fosse carregado um novo track mas com destino ao Monte de S. Félix...
- As constantes mutações ao plano levaram o grupo para a Cividade...
- Um problema mecânico dividiu o pelotão em 2 grupos...
- Um índio quis fazer canto esquina e chegou mais tarde ao destino...

E apesar destas gaffes todas, os Índios do Monte voltaram a desfrutar de uma excelente manhã de btt, com o tempo a comungar da boa harmonia reinante e a permitir uma saborosa comemoração da passagem de mais um aniversário do índio Hugo Couto numa esplanada ao sabor de moelas!

domingo, 2 de março de 2014

Terrenos do Conde

No regresso aos passeios encharcados, a Tribo deu uma resposta muito positiva e logrou cumprir o trajeto delineado em tempo recorde.
Com a água a dar imensa luta, foi com agrado que o grupo chegou à Estação Arqueológica de Alvarelhos deixando para trás os trilhos inundados na antiga via romana.
Num ápice os Índios do Monte combateram a chuva gelada e percorreram várias freguesias do concelho de Vila do Conde (Guilhabreu, Gião, Vairão e Fornelo).
Este passeio ficou também marcado pela elevada nota artística evidenciada nas várias quedas do dia, e em terrenos tão diferentes como a água ou os paralelos da estrada…


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Manobrices II in reverse

Este passeio trouxe sentimentos diferenciados no seio do grupo... Ainda não tínhamos completado 10 quilómetros do percurso e o relógio já tinha comido mais de hora e meia do tempo e ainda não tínhamos chegado a Famalicão...
Os elementos presentes implicavam com o gps e com a teimosia de quem insistia em conduzir o grupo pelo meio do mato... As dificuldades sucediam-se umas atrás das outras e o desenho destas manobrices em sentido contrário ameaçava ficar apenas pelas boas intenções...
Ultrapassadas as barreiras que impediam um andamento mais célere da Tribo, mas que também fazem bem ao corpo e à alma, os trilhos tornaram-se mais rápidos e o grupo depressa recuperou o tempo perdido e logrou chegar com sucesso ao concelho de Santo Tirso, cumprindo na íntegra o trajeto delineado até ao Parque da Rabada...




Fotos by Nuno Moreira

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Lemenhe descaracolado

Há muito tempo que a malta suspirava pelo regresso à Quinta do Caracol…
De facto, desde a ameaça do pseudo-pistoleiro armado em parvo na última visita a Lemenhe que a Tribo tem descurado os belos trilhos que existem nesta freguesia e suas circundantes.
No entanto, apesar das boas intenções, o grupo passou ao lado do Caracol mas não deu por perdida esta incursão a norte do concelho porque ao contrário do caracol, o andamento imposto pelo pelotão parecia andamento de lebre…
E no regresso os Índios do Monte não resistiram aos encantos do Monte de Santa Catarina e embrenharam-se no encalço de um chamamento que teimava em apontar ao sobe-e-desce constante que caracteriza o terreno desta zona privilegiada para a prática do btt.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Canto Esquina pra Felgueiras

A manhã chuvosa não impediu a Tribo de manter a habitual agenda dominical…
Desta vez o relógio estava com os ponteiros marcados para uma pausa especial a meio da manhã. Com o pensamento apontado para as 10 horas, o grupo combateu a chuva e percorreu os trilhos enlameados e encharcados até ao acesso ao Monte da Cividade de Bagunte.
Depois de bater todos os recordes de “Canto Esquina” o Capitão promoveu esta especialidade e apesar de pedalar numas rodas de 24” conseguiu levar os Índios do Monte até à sua Felgueiras onde uma mega-reforço energético nos aguardava para comemorar a passagem de mais um aniversário (mais uma vez, Parabéns Capitão!).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Assunção

O ritmo acelerado que foi imposto neste passeio de ida e volta desde o Ninho dos Índios até ao Monte de Nossa Senhora da Assunção foi a nota predominante que permitiu aos elementos da Tribo concluir esta aventura antes das 11:30H, dando assim oportunidade para que alguns mais resistentes ou menos apressados pudessem alimentar o corpo depois da alma...


domingo, 26 de janeiro de 2014

Sem destino...

Reportagem by Nuno Moreira

Um grupo com 13 índios do monte resistentes, saíram sem destino, ou seja Cividade ou São Félix e a primeira paragem para o reforço foi São Félix de seguida decidimos então passar pela cividade, para espanto de todos eis a Cividade,” mas afinal havia outra” .

A Cividade de Terroso foi um importante povoado da cultura castreja do noroeste da península Ibérica, localizado na Póvoa de Varzim, Portugal.
A Cividade, conhecida na Idade Média como Montis Teroso, foi erigida no topo do monte da Cividade, na freguesia de Terroso, na Póvoa de Varzim, a menos de 5 km da costa, no limite nascente da cidade contemporânea.
Situada no coração da região castreja, a Cividade prosperou devido a estar fortemente amuralhada e pela sua localização próxima ao mar que possibilitava o comércio com as civilizações do mar Mediterrâneo.
Este comércio atraiu os olhares dos Romanos; a cividade e a cultura castreja pereceram no final da Guerra Lusitana ganha por Roma através do assassinato à traição de Viriato, líder lusitano que chefiava os interesses indígenas.
Está classificada pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1961.