Reportagem by Nuno Moreira
Um grupo com 13 índios do monte resistentes, saíram sem destino, ou seja Cividade ou São Félix e a primeira paragem para o reforço foi São Félix de seguida decidimos então passar pela cividade, para espanto de todos eis a Cividade,” mas afinal havia outra” .
A Cividade de Terroso foi um importante povoado da cultura castreja do noroeste da península Ibérica, localizado na Póvoa de Varzim, Portugal.
A Cividade, conhecida na Idade Média como Montis Teroso, foi erigida no topo do monte da Cividade, na freguesia de Terroso, na Póvoa de Varzim, a menos de 5 km da costa, no limite nascente da cidade contemporânea.
Situada no coração da região castreja, a Cividade prosperou devido a estar fortemente amuralhada e pela sua localização próxima ao mar que possibilitava o comércio com as civilizações do mar Mediterrâneo.
Este comércio atraiu os olhares dos Romanos; a cividade e a cultura castreja pereceram no final da Guerra Lusitana ganha por Roma através do assassinato à traição de Viriato, líder lusitano que chefiava os interesses indígenas.
Está classificada pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1961.
domingo, 26 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
São Gonçalo '14
Ainda não consigo descortinar se a forte adesão de hoje se
deve à tradição de São Gonçalo ou ao intenso aroma dos rojões que nos
aguardavam alinhados num tacho na zona de Covelas.
O bom tempo foi um aliado precioso dos Índios do Monte e de todos e os outros entusiastas da romaria de São Gonçalo que anualmente percorrem a pé, de bicicleta, de cavalo ou veículos motorizados os vários trilhos que convergem nesta freguesia trofense.
Enquanto o Gusto e o Hugo iam preparando a logística para o lanche de confraternização da Tribo, os restantes elementos que aderiram a esta iniciativa foram pedalar para estimularem o apetite para os saborosos 91(!) rojões que depressa foram devorados…
O bom tempo foi um aliado precioso dos Índios do Monte e de todos e os outros entusiastas da romaria de São Gonçalo que anualmente percorrem a pé, de bicicleta, de cavalo ou veículos motorizados os vários trilhos que convergem nesta freguesia trofense.
Enquanto o Gusto e o Hugo iam preparando a logística para o lanche de confraternização da Tribo, os restantes elementos que aderiram a esta iniciativa foram pedalar para estimularem o apetite para os saborosos 91(!) rojões que depressa foram devorados…
domingo, 12 de janeiro de 2014
Um treininho para ganhar apetite
A aproximação do passeio tradicional às terras de São Gonçalo levou a Tribo a optar por alguns terrenos que farão parte do percurso da próxima semana. A abordagem à zona de Covelas foi antecedida pelos trilhos inundados desde S. Gens até Lantemil num treininho muito bem conseguido.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Viva 2014!!!
O primeiro passeio de 2014 foi um excelente prenúncio de Alegria e Camaradagem para o resto do ano...
E começamos por uma foto oficial junto ao Marco da Casa de Bragança situado logo após a subida ao monte do Moinho de Vento.
Nas inquirições de 1758 referenciavam que em Ribeirão existiam marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Alguns destes históricos marcos terão desaparecido, com a exceção deste onde encontrarão a cache.
Em alto-relevo numa das faces está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança).
A origem da Casa de Bragança situa-se em 1401, data do casamento de D. Afonso, filho ilegítimo de D. João I, com D. Brites, filha única do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira.
Nuno Álvares Pereira dotou a sua filha com a vila e o castelo de Chaves, entre muitas outras terras. D. João I dotou D. Afonso com as terras e julgados em Neiva, Danque, Perelhal, Rates, Penafiel, Basto e outros lugares. Assim se estabeleceu inicialmente o património territorial da Casa de Bragança, que nos reinados seguintes receberia novas doações.
Ao longo do tempo, o papel político da Casa de Bragança foi muitas vezes da maior importância. No domínio da economia, ela teve sempre um património fundiário significativo, mas aplicou-se também em empreendimentos industriais e na exploração de minas.
No decorrer da crise dinástica que se seguiu à morte de D. Sebastião, os Braganças estiveram perto do trono, uma vez que a duquesa D. Catarina, esposa do 6.º duque, D. João, se empenhou para que lhe fossem reconhecidos os seus direitos. Tal não aconteceu, porém, e só em 1640, com a Restauração, o seu neto, o 8.º duque, se tornaria rei, com o título de D. João IV, e fundaria a quarta dinastia portuguesa, conhecida justamente como Dinastia de Bragança, de 1640 a 1910, altura em que se deu a implantação da República. A História do nosso país está intimamente ligada à Casa de Bragança. Os monarcas brigantinos foram, além de D. João IV, D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José I, D. Maria I, D. Pedro III, D. João VI, D. Pedro IV, D. Miguel, D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II.Sendo o actual chefe da Casa de Bragança e pretendente ao trono D. Duarte Pio.
O trajeto foi sendo elaborado à medida que iam surgindo sugestões de trilhos e idealizado para não perder de vista o caminho que nos guiaria para uma paragem em Vilarinho, onde nos aguardava um bem apetrechado lanche de comemoração de aniversário de mais um elemento dos Índios do Monte (mais uma vez, Parabéns José Santos!).
2014 promete!!!
Vamos equipa! ÍNDIOS DO MONTE SEMPRE!
E começamos por uma foto oficial junto ao Marco da Casa de Bragança situado logo após a subida ao monte do Moinho de Vento.
Nas inquirições de 1758 referenciavam que em Ribeirão existiam marcos que testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança. Alguns destes históricos marcos terão desaparecido, com a exceção deste onde encontrarão a cache.
Em alto-relevo numa das faces está gravado na pedra de granito, bem visível, um escudo com as cinco quinas e em baixo pode verificar-se a letra B (Bragança).
A origem da Casa de Bragança situa-se em 1401, data do casamento de D. Afonso, filho ilegítimo de D. João I, com D. Brites, filha única do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira.
Nuno Álvares Pereira dotou a sua filha com a vila e o castelo de Chaves, entre muitas outras terras. D. João I dotou D. Afonso com as terras e julgados em Neiva, Danque, Perelhal, Rates, Penafiel, Basto e outros lugares. Assim se estabeleceu inicialmente o património territorial da Casa de Bragança, que nos reinados seguintes receberia novas doações.
Ao longo do tempo, o papel político da Casa de Bragança foi muitas vezes da maior importância. No domínio da economia, ela teve sempre um património fundiário significativo, mas aplicou-se também em empreendimentos industriais e na exploração de minas.
No decorrer da crise dinástica que se seguiu à morte de D. Sebastião, os Braganças estiveram perto do trono, uma vez que a duquesa D. Catarina, esposa do 6.º duque, D. João, se empenhou para que lhe fossem reconhecidos os seus direitos. Tal não aconteceu, porém, e só em 1640, com a Restauração, o seu neto, o 8.º duque, se tornaria rei, com o título de D. João IV, e fundaria a quarta dinastia portuguesa, conhecida justamente como Dinastia de Bragança, de 1640 a 1910, altura em que se deu a implantação da República. A História do nosso país está intimamente ligada à Casa de Bragança. Os monarcas brigantinos foram, além de D. João IV, D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José I, D. Maria I, D. Pedro III, D. João VI, D. Pedro IV, D. Miguel, D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís, D. Carlos e D. Manuel II.Sendo o actual chefe da Casa de Bragança e pretendente ao trono D. Duarte Pio.
O trajeto foi sendo elaborado à medida que iam surgindo sugestões de trilhos e idealizado para não perder de vista o caminho que nos guiaria para uma paragem em Vilarinho, onde nos aguardava um bem apetrechado lanche de comemoração de aniversário de mais um elemento dos Índios do Monte (mais uma vez, Parabéns José Santos!).
2014 promete!!!
Vamos equipa! ÍNDIOS DO MONTE SEMPRE!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Rescaldo 2013
Hoje terminamos 2013 e este
é certamente um momento apropriado para passar em revista estes 12 meses de
convívio com 47 passeios dos Índios do Monte…
Desde já julgo ser desejo comum dos elementos da Tribo prestar um breve agradecimento aos nossos familiares pelo apoio e compreensão demonstrados ao longo de mais um ano com muitas horas de ausência dos respectivos lares.
Também não poderia deixar de sublinhar alguns momentos mais especiais proporcionados pelo btt e pela vontade ou disponibilidade de cada participante em passeios que se tornaram emblemáticos para o nosso grupo:
- A Caça ao Rojão
- Alto de Quintarei e Vale da Cobra (Valongo)
- O Grande Passeio às Terras de Fafe com Queimadela e lanche incluído
- O Penoso à Serra da Freita e à Aldeia Mágica de Drave
- O melhor Bom Camiño para Santiago de Compostela com almoço partilhado com muitos familiares
- O IV Aniversário pros lados do Gerês
A parte final do ano trouxe-nos uma série bem conseguida de novos tracks, cheios de Manobrices e que culminou com o Jantar de Natal dos Índios do Monte.
Desde já julgo ser desejo comum dos elementos da Tribo prestar um breve agradecimento aos nossos familiares pelo apoio e compreensão demonstrados ao longo de mais um ano com muitas horas de ausência dos respectivos lares.
Também não poderia deixar de sublinhar alguns momentos mais especiais proporcionados pelo btt e pela vontade ou disponibilidade de cada participante em passeios que se tornaram emblemáticos para o nosso grupo:
- A Caça ao Rojão
- Alto de Quintarei e Vale da Cobra (Valongo)
- O Grande Passeio às Terras de Fafe com Queimadela e lanche incluído
- O Penoso à Serra da Freita e à Aldeia Mágica de Drave
- O melhor Bom Camiño para Santiago de Compostela com almoço partilhado com muitos familiares
- O IV Aniversário pros lados do Gerês
A parte final do ano trouxe-nos uma série bem conseguida de novos tracks, cheios de Manobrices e que culminou com o Jantar de Natal dos Índios do Monte.
2013 termina aqui!
Aproveito para reiterar os Votos de um Bom Ano Novo a todos os Índios do Monte, compartilhado com muitas risadas com Familiares e Amigos!
Aqui fica agora o registo individual da participação de cada elemento da Tribo:
domingo, 22 de dezembro de 2013
Brindes de Bom Natal e de Felicidades
O passeio de Natal dos Índios do Monte não poderia deixar de ser "ao mais alto nível!"...
Percorrendo um traçado agradável pelos nossos montes, a Tribo interrompeu por momentos o passeio para o já tradicional Brinde de Natal, estendendo os votos a todos os Índios, Amigos e respetivas Famílias!
No regresso ao Ninho dos Índios os momentos de confraternização atingiram mais um ponto alto, com muitos amigos a participarem numa pequena brincadeira que culminou noutro Brinde para a posteridade...
Amigos, Obrigado por tudo e Boas Festas para Todos!
Índios do Monte SEMPRE!
Fotos by Nuno Moreira
Percorrendo um traçado agradável pelos nossos montes, a Tribo interrompeu por momentos o passeio para o já tradicional Brinde de Natal, estendendo os votos a todos os Índios, Amigos e respetivas Famílias!
No regresso ao Ninho dos Índios os momentos de confraternização atingiram mais um ponto alto, com muitos amigos a participarem numa pequena brincadeira que culminou noutro Brinde para a posteridade...
Amigos, Obrigado por tudo e Boas Festas para Todos!
Índios do Monte SEMPRE!
Fotos by Nuno Moreira
domingo, 15 de dezembro de 2013
Volta às voltas da A7
Neste passeio matinal tivemos a A7 como ponto cardeal e por 6 vezes nos cruzamos com ela, atravessando-a ora por cima ora por baixo de forma a não tornar a coisa monótona… e nestes entretantos fomos deslizando colados a ela num ziguezague constante.
Num ambiente sem espinhas onde a boa disposição foi permanente, a Tribo ultrapassou a contrariedade provocada por uma avaria e prosseguiu o trajecto planeado, não descurando também algumas sessões fotográficas pelo caminho, designadamente à beira do Conjunto Megalítico do Fulom e em frente a um clube com outras Ondas…
Estamos a meio de dezembro! Já cheira a despedida…
Isto não é para quem quer…
Fotos by Carlos Cunha e Hugo Couto
Num ambiente sem espinhas onde a boa disposição foi permanente, a Tribo ultrapassou a contrariedade provocada por uma avaria e prosseguiu o trajecto planeado, não descurando também algumas sessões fotográficas pelo caminho, designadamente à beira do Conjunto Megalítico do Fulom e em frente a um clube com outras Ondas…
Estamos a meio de dezembro! Já cheira a despedida…
Isto não é para quem quer…
Fotos by Carlos Cunha e Hugo Couto
sábado, 7 de dezembro de 2013
Manobrices IV com jantar de Natal
Na senda dos grandes momentos proporcionados pelos trilhos
das Manobrices dos Índios do Monte, hoje realizamos o quarto momento desta
série de passeios com a particularidade de esta saída sendo realizada ao Sábado
permitiu esticarmos a distância do percurso até aos 72 quilómetros com cerca de
2000 metros de acumulado.
A manhã demasiadamente fria, com os terrenos pintados de branco, aliada à performance de dureza que se previa para este passeio fez esmorecer a vontade de participar nesta aventura, não sendo de estranhar uma presença mais reduzida de elementos da Tribo.
Num percurso repleto de bons trilhos, a promover momentos plenos de técnica nas subidas de terreno escavacado ou êxtase nos imensos singletracks aos ziguezagues nas descidas, os 8 índios puderam desfrutar abundantemente deste passeio e das belas imagens proporcionadas pela Natureza nas diversas terras percorridas como Riba d’Ave, Serzedelo, Vizela, Moreira de Cónegos ou Vila das Aves (um obrigado pelas bejecas à família de índios residente neste local).
E por volta das 15 horas estava terminado mais um grande passeio dos Índios do Monte…
… Mas às 20 horas o reencontro da Tribo no Restaurante Greits para o jantar comemorativo da época festiva de Natal dos Índios do Monte proporcionou um grupo bem maior, onde mais uma vez se fez notar a boa disposição e camaradagem entre os presentes.
Houve ainda oportunidade para assinalar a passagem de mais um aniversário de um índio com um bolo devidamente ilustrativo a perpetuar este momento (mais uma vez Parabéns Carlos Cunha!).
Fotos by Nuno Moreira
A manhã demasiadamente fria, com os terrenos pintados de branco, aliada à performance de dureza que se previa para este passeio fez esmorecer a vontade de participar nesta aventura, não sendo de estranhar uma presença mais reduzida de elementos da Tribo.
Num percurso repleto de bons trilhos, a promover momentos plenos de técnica nas subidas de terreno escavacado ou êxtase nos imensos singletracks aos ziguezagues nas descidas, os 8 índios puderam desfrutar abundantemente deste passeio e das belas imagens proporcionadas pela Natureza nas diversas terras percorridas como Riba d’Ave, Serzedelo, Vizela, Moreira de Cónegos ou Vila das Aves (um obrigado pelas bejecas à família de índios residente neste local).
E por volta das 15 horas estava terminado mais um grande passeio dos Índios do Monte…
… Mas às 20 horas o reencontro da Tribo no Restaurante Greits para o jantar comemorativo da época festiva de Natal dos Índios do Monte proporcionou um grupo bem maior, onde mais uma vez se fez notar a boa disposição e camaradagem entre os presentes.
Houve ainda oportunidade para assinalar a passagem de mais um aniversário de um índio com um bolo devidamente ilustrativo a perpetuar este momento (mais uma vez Parabéns Carlos Cunha!).
Fotos by Nuno Moreira
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Jantar de Natal 2013
Na reunião realizada na manhã do 1º dia de dezembro foi escolhida a ementa para o jantar:
Opção 1 - Bacalhau à Zé do Pipo
Opção 2 - Rojões
Lista de Inscritos - Opção 1:
:: Artur Santos
:: Nuno Moreira
:: Francês
:: Paulo Carriço
:: Penouço
:: Bruno Carneiro
:: Kita O Gatinho
:: Freitas
:: José Santos
:: Aníbal
:: Manuel Carneiro
:: Hugo Couto
:: Fruitas
:: Augusto Martins
:: Paulo Magalhães
:: Anselmo
:: Carlos Silva
Lista de Inscritos - Opção 2:
:: Ricardo Securas
:: Daniel Cruz
:: André Silva
domingo, 1 de dezembro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)

