Na senda da organização mensal dos “Grandes Passeios” dos
Índios do Monte, a pequena freguesia de Parada do Bouro, situada na margem
esquerda do Rio Cávado perto do Parque Nacional da Peneda-Gerês, recebeu a
Tribo para mais uma jornada inolvidável para os 11 aventureiros que
participaram neste evento.
O forte calor que se fez sentir tornou este passeio em mais
uma actividade penosa, dura e intensa, mas simultaneamente deslumbrante e
reconfortante depois de terminada.
Os cenários privilegiados do Gerês acompanharam o grupo e
atenuaram o sofrimento com os constantes abastecimentos de água refrescante que
fomos encontrando entre os trilhos percorridos. Algumas passagens em altitude
permitiram vislumbrar a Albufeira e as pontes sobre o Rio Caldo ou a Igreja de
São Bento da Porta Aberta.
Com o track de orientação a desorientar em alguns momentos e
a provocar maior sofrimento, a Tribo passou meia desnorteada pela bela e bem frequentada
Praia Fluvial do Barquinho em Santa Maria do Bouro.
No fim do percurso os Índios do Monte reuniram-se nos
rochedos junto ao rio e, após alguns banhos e mergulhos, confraternizaram
alegremente na comemoração do 4º Aniversário da Tribo, num lanche comungado por todos os elementos e onde não faltaram 2 bolos caseiros (agradecimento especial à esposa do Nuno e à filha do Aníbal pelas ofertas deliciosas!) e as tradicionais velinhas de parabéns.
Neste dia típico de Verão, alguns elementos dos Índios do Monte trocaram as bicicletas para acamparem na praia.
Outros optaram por abordar a praia de forma diferente e pedalaram até Vila do Conde, percorrendo vários trilhos devidamente identificados pela Tribo em passeios anteriores...
Em vésperas de se comemorar o São João, os Índios do Monte optaram por um passeio mais local, mas com algumas novidades nos trilhos percorridos, fazendo recordar os primeiros passeios deste grupo numa toada mais lenta e aventureira.
O primeiro parágrafo desta reportagem serve obviamente para
congratular os 12 Índios do Monte e os 3 amigos que se juntaram ao grupo nesta
3.ª peregrinação pelos caminhos até Santiago de Compostela. Por isso: Parabéns
Peregrinos!
O segundo parágrafo tem como destinatários os nossos
familiares e amigos que se deslocaram de autocarro até Santiago para nos
aguardar e presentear com um mega piquenique que serviu também para elevar
ainda mais o espírito de amizade e confraternização entre todos. Por isso:
Obrigado Famílias!
O terceiro parágrafo destina-se aos nossos companheiros da
Tribo e outros amigos que, não podendo acompanhar-nos neste passeio, foram-se
tornando presentes através de sms, mensagens no nosso blogue ou no facebook do
grupo com manifestações de apoio e desejos de um “Bom Camiño!”. Por isso:
Obrigado Amigos!
Sexta-feira, 31 de maio de 2013
Este era o grande dia, o primeiro dia desta peregrinação
pelos Caminhos de Santiago. Este ano os Índios do Monte optaram por repetir o Caminho
Medieval e foi com alguma celeridade que o grupo chegou a S. Pedro de Rates
para se orientar e seguir as setas amarelas. A paragem seguinte foi em Barcelos, para o primeiro reforço
de energias, e seguindo o trajecto marcado, o grupo chegou a Ponte de Lima para
uma sarrabulhada num restaurante reconhecido de passeios anteriores. A passagem pela serra da Labruja não trouxe qualquer atraso
e foi com imenso agrado que o grupo chegou cedo a Valença para pernoitar no Albergue
S. Teotónio, num dormitório em regime de exclusividade!
Sábado, 01 de junho de 2013
Deixamos para trás a ponte internacional e percorremos os
primeiros quilómetros em território espanhol até à Catedral de Tui onde pudemos
apreciar com algum pormenor a imponência e beleza deste monumento. Retomado o andamento, passamos por Porriño e almoçamos em
Redondela, aproveitando a necessidade de queimar tempo para aguardar a
reparação de uma bicicleta. Os detalhes da Galiza intensificavam-se e as setas fizeram-nos
atravessar a zona histórica de Pontevedra com algum sabor a nostalgia. Cumprindo o plano estabelecido o grupo voltou a optar por
pernoitar em Caldas de Reis, aproveitando o conhecimento resultado das
anteriores peregrinações.
Aproveitando o trabalho de casa e o bom tempo que se fez
sentir, neste segundo dia do passeio o grupo fez uma pausa nos Caminhos de
Santiago e saiu do trilho para uma incursão a um pequeno paraíso onde puderam
desfrutar de um cenário perfeito para ilustrar álbuns de fotos e alguns
elementos optaram por mergulhos para a água cristalina antes de retomar ao
ponto onde nos encontrávamos.
Domingo, 02 de junho de 2013
O último dia do passeio começou em Caldas de Reis e teve uma
pausa em Padron, onde pudemos observar por baixo do Altar da Igreja de Santiago
de Padron a pedra a que foi presa a barca que transportou os restos mortais do
Apóstolo Santiago desde o Médio Oriente até à Península Ibérica.
Retomado o caminho, os quilómetros que se seguiram aproximavam-nos
cada vez mais do fim desta peregrinação e a chegada a Santiago de Compostela
ficou perpetuada com a obtenção do diploma de peregrino, denominado “Compostela”.
Após a fotografia da praxe em frente à Catedral, o grupo
pedalou mais alguns quilómetros para se encontrar com os Familiares e Amigos para
um piquenique de confraternização no Monte do Gozo, um local emblemático desta
cidade e onde o papa João Paulo II se reuniu com 400 mil jovens para assinalar
a Jornada Mundial da Juventude em 1989.
Depois do almoço, o grupo dispôs de algumas horas para
explorar a cidade e visitar com tempo a Catedral de Santiago de Compostela e as
ruas adjacentes.
Finalmente os Índios do Monte tiveram oportunidade de
conhecer Santiago!
REUNIÃO 3ª-FEIRA 28-MAIO 21H NO NINHO DOS ÍNDIOS ---> Entrega de Credenciais e Dorsais
Este tópico foi criado com o intuito de dar a conhecer aos Peregrinos de 2013 os desenvolvimentos em torno deste Grande Passeio dos Índios do Monte a Santiago de Compostela.
_______________________________________________________________________________
O Caminho de Santiago é uma rota milenar seguida por milhões de peregrinos desde o início do século IX, quando foi descoberto o sepulcro do Apóstolo Santiago o Maior. Desde então, pessoas das mais diversas procedências percorrem os Caminhos que conduzem à Catedral onde se veneram as relíquias do Santo Apóstolo, dando origem a um fenómeno que se mantém e reforça de dia para dia.
As peregrinações a Santiago de Compostela a partir de Portugal intensificam-se no Século XII com a independência do país, assumindo assim, particular relevo a estrada real Porto/Barcelos/Ponte de Lima/Valença onde confluem quase todas as demais, reforçando este percurso como a espinha dorsal dos caminhos portugueses de Santiago.
O Caminho Português de Santiago, faz uso de trajetos antigos que cruzam bosques, campos agrícolas, aldeias, vilas e cidades históricas assim como, cursos de água através de pontes, algumas deixadas pela ocupação romana. O Caminho é ainda marcado por capelas, igrejas, conventos, alminhas e cruzeiros, nos quais não falta a imagem do Apóstolo Santiago. ________________________________________________________________________________
De forma a resolver estre processo o mais rapidamente possível necessito que me informem até ao próximo Domingo (19 de maio) os seguintes dados:
- Nome Completo
- Data de Nascimento
- Número do Cartão de Cidadão / Bilhete de Identidade
- Localidade da Residência
Estes dados são solicitados para a emissão da Credencial do Peregrino. De forma a manter alguma privacidade é melhor enviarem os dados por mail para artur@indiosdomonte.com ou indiosdomonte@gmail.com
Conforme informei na reunião realizada no passado Domingo 12 de maio, o regresso a de Santiago será feito num autocarro alugado para o efeito.
Nada melhor do que um bom plano de ataque para
concretizar o objetivo deste passeio.
A abordagem ao Monte de Nossa Senhora da Assunção
feita pelo asfalto de declive descendente (para quem se cruzava connosco) foi
uma ideia perfeita para «aquecer os motores»…
Concretizada a primeira etapa, os Índios do Monte
voltaram ao ataque e esvaziaram rapidamente um tal de Favaios que nos aguardava
no recanto do amigo CC, algures no Monte Córdoba.
As pedaladas que se seguiram através de trilhos mais
florestais foram de encontro ao Monte Pilar, onde as variadas abordagens ao
Penedo Gigante fizeram as delícias dos presentes antes da paragem para reforço
junto ao Radar da FAP, já no concelho de Paços de Ferreira.
E no caminho de regresso, indo de encontro às expectativas
de vários elementos, a Tribo revisitou as quedas de água do Rio Leça em
Fervença…
Depois foi sempre a pedalar até Ribeirão num ritmo
competitivo (algo surpreendente pelos quilómetros acumulados) que comprovou a
boa forma física dos participantes neste passeio.
Numa manhã em que apenas 6 índios ouviram o chamamento do
espírito indígena, e com a ajuda de 2 convidados que esporadicamente se juntam
a nós, o grupo pedalou até aos confins da Cividade de Bagunte em busca de
inspiração para este passeio.
Contrariando alguma apatia inicial que parecia prevalecer,
os resistentes aperceberam-se que haviam chegado demasiado cedo ao destino e
optaram por rumar ao Monte de Santa Catarina onde lograram caçar 7 índios
foragidos que participavam na 5ª Maratona de Famalicão e, obviamente, o apoio
tornou-se indispensável e providenciamos um apoio moral extra aos nossos
representantes neste evento.
No regresso aos “Grandes Passeios” dos Índios do Monte fica
aqui um registo mais fotográfico e menos descritivo desta aventura.
Este segundo episódio pela Serra da Freita vinha com a
promessa de um passeio memorável, com um nível físico elevado e cenários únicos
e deslumbrantes.
Os 16 participantes nesta epopeia certamente nunca
esquecerão as Pedras Broas, as piscinas naturais do Rio Paivô, a caminhada que
parecia nunca terminar através de um caminho empedrado que nos levou até à
aldeia de Regoufe onde o deambular dos animais pelas suas ruelas acabaram por
nos espantar, as ruínas nas Minas exploradas pelos ingleses durante a II Guerra
Mundial, o colorido singular dos montes envolventes ou a passagem pela Aldeia
Mágica de Drave…
Intenso, belo e inesquecível… até me doeu… :)
Obrigado amigos por tudo e desculpem-me por qualquer coisa!
Após a reunião realizada ontem para tratar da logística para este passeio ficou definida a seguinte distribuição:
Kita, Mantorras e Pereira................................ 6 bikes
Coelho e Carneiro.......................................... 5 bikes
Artur, Nuno, Cunha, Faia e Gil......................... 2 bikes
Hugo, Penouço, Freitas, Fruitas e Securas........... 3 bikes
Como sempre, a ideia passar por tentar minimizar os custos adjacentes ao passeio dado que trata-se de uma viagem com 180 quilómetros (ida e volta).
Existem 15 índios confirmados neste "GRANDE PASSEIO" e ficaram mais 2 "confirmações pendentes", em virtude de indefinições profissionais, que obrigarão a um REAJUSTAMENTO (sem troika) desta distribuição.
No fim do passeio haverá um pequeno lanche-convívio entre os intervenientes junto à Igreja de Nossa Senhora da Lage (Merujal).