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domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Sábado de Páscoa pela Junqueira
De forma a não marcar passo neste fim de semana de Páscoa, a tribo repetiu um passeio já realizado no início do ano pelos terrenos da Junqueira.
Embora já não fossem uma novidade para a maioria do grupo, estes trilhos foram percorridos com grande entusiasmo e a uma cadência agradável…
Num regresso a casa quase sempre com o ritmo bastante acelerado, com vários “picanços” pelo meio, o grupo logrou chegar ao Ninho a horas decentes para comemorar esta época de festividades.
Embora já não fossem uma novidade para a maioria do grupo, estes trilhos foram percorridos com grande entusiasmo e a uma cadência agradável…
Num regresso a casa quase sempre com o ritmo bastante acelerado, com vários “picanços” pelo meio, o grupo logrou chegar ao Ninho a horas decentes para comemorar esta época de festividades.
sábado, 31 de março de 2012
Serra da Cabreira
Decididamente valeu a pena!
Valeu a pena pensar em visitar a serra onde nasce o “nosso” Rio Ave.
Valeu a pena dedicar muitas horas a desenhar e planear este passeio.
Valeu a pena acordar mais cedo para a concentração da Tribo e seguir de carro para Vieira do Minho para dar início às primeiras pedaladas do dia.
E o caminho começou mesmo por… estrada! E a subir (como alguns gostam!…), umas mais íngremes que outras… O clima e a temperatura ambiente ajudavam, com arvoredo em redor da estrada a amortecer os raios de sol que se intensificavam a cada pedalada… Finalmente chegou a hora do primeiro reforço e a subida do dia tinha terminado.
Surgiam então na paisagem vários argumentos para os fotógrafos não pararem de trabalhar… Meia dúzia de quilómetros no estradão permitiram aumentar o ritmo e levantar poeira até à Ponte de Zebral onde brilha majestosamente a Cascata do Caldeirão. Pouco depois, as águas cristalinas do riacho faziam as delícias das objetivas sob o olhar atento de um velho moinho de água no seu leito.
Mais cinco quilómetros a dar ao pedal e atingíamos um ponto de honra: Sessão fotográfica junto à cara de um índio esculpido num rochedo! Um marco que os Índios do Monte registaram com imenso agrado!
Retomado o andamento, retomadas as subidas e a interrupção para… “hora de almoço”! Refastelados à sombra, no meio do nada sob a tranquilidade da serra, os índios reforçavam o corpo com a energia das sandochas, dos panados, das coxas de frango, das peças de fruta, dos donuts, das cervejas, etc… etc… etc…
Ascendendo pela serra durante cerca de uns quatros quilómetros, chegamos ao ponto mais alto deste passeio, acima dos mil metros de altitude. A partir deste ponto acentuavam-se as descidas, interrompidas para banhos no Rio Ave! Repito… para banhos no Rio Ave! Habituados a vê-lo completamente poluído no nosso dia a dia, até soa mal dizer que alguns índios se banharam neste rio, mas nos primeiros quilómetros de vida do Ave é possível vê-lo limpo, deslumbrante e trajado num belo fato de águas límpidas e refrescantes. No lugar de Lobazes, na Serra da Cabreira, concretizamos um sonho e mergulhamos no Rio Ave!
De regresso ao caminho, e tomando um desenho arriscado no Google Earth, os trilhos mais técnicos faziam-se notar até à ponte romana de Agra, sobre o Rio Ave, junto à aldeia do mesmo nome. Apesar de fugaz, a passagem por Agra mostrou-nos uma aldeia típica que reflete a memória viva do Minho rural, banhada pelo Rio Ave que lhe confere um cenário paisagístico excecional com pequenas pontes, cascatas e lagoas que justificam paragens mais prolongadas…
No regresso a Vieira do Minho e a anteceder o retorno a casa, apareceu um pequeno lanche improvisado: chouriço e azeitonas made by Penouço e um delicioso bolo oferecido à tribo pela esposa do Nuno (em nome dos Índios do Monte o nosso imenso obrigado!).
A terminar o dia, já no Ninho dos Índios, assinalamos a passagem de mais um aniversário do índio Carneiro (Parabéns!!!) e sublinhamos o prazer de um dia muito bem passado…
Valeu a pena pensar em visitar a serra onde nasce o “nosso” Rio Ave.
Valeu a pena dedicar muitas horas a desenhar e planear este passeio.
Valeu a pena acordar mais cedo para a concentração da Tribo e seguir de carro para Vieira do Minho para dar início às primeiras pedaladas do dia.
E o caminho começou mesmo por… estrada! E a subir (como alguns gostam!…), umas mais íngremes que outras… O clima e a temperatura ambiente ajudavam, com arvoredo em redor da estrada a amortecer os raios de sol que se intensificavam a cada pedalada… Finalmente chegou a hora do primeiro reforço e a subida do dia tinha terminado.
Surgiam então na paisagem vários argumentos para os fotógrafos não pararem de trabalhar… Meia dúzia de quilómetros no estradão permitiram aumentar o ritmo e levantar poeira até à Ponte de Zebral onde brilha majestosamente a Cascata do Caldeirão. Pouco depois, as águas cristalinas do riacho faziam as delícias das objetivas sob o olhar atento de um velho moinho de água no seu leito.
Mais cinco quilómetros a dar ao pedal e atingíamos um ponto de honra: Sessão fotográfica junto à cara de um índio esculpido num rochedo! Um marco que os Índios do Monte registaram com imenso agrado!
Retomado o andamento, retomadas as subidas e a interrupção para… “hora de almoço”! Refastelados à sombra, no meio do nada sob a tranquilidade da serra, os índios reforçavam o corpo com a energia das sandochas, dos panados, das coxas de frango, das peças de fruta, dos donuts, das cervejas, etc… etc… etc…
Ascendendo pela serra durante cerca de uns quatros quilómetros, chegamos ao ponto mais alto deste passeio, acima dos mil metros de altitude. A partir deste ponto acentuavam-se as descidas, interrompidas para banhos no Rio Ave! Repito… para banhos no Rio Ave! Habituados a vê-lo completamente poluído no nosso dia a dia, até soa mal dizer que alguns índios se banharam neste rio, mas nos primeiros quilómetros de vida do Ave é possível vê-lo limpo, deslumbrante e trajado num belo fato de águas límpidas e refrescantes. No lugar de Lobazes, na Serra da Cabreira, concretizamos um sonho e mergulhamos no Rio Ave!
De regresso ao caminho, e tomando um desenho arriscado no Google Earth, os trilhos mais técnicos faziam-se notar até à ponte romana de Agra, sobre o Rio Ave, junto à aldeia do mesmo nome. Apesar de fugaz, a passagem por Agra mostrou-nos uma aldeia típica que reflete a memória viva do Minho rural, banhada pelo Rio Ave que lhe confere um cenário paisagístico excecional com pequenas pontes, cascatas e lagoas que justificam paragens mais prolongadas…
No regresso a Vieira do Minho e a anteceder o retorno a casa, apareceu um pequeno lanche improvisado: chouriço e azeitonas made by Penouço e um delicioso bolo oferecido à tribo pela esposa do Nuno (em nome dos Índios do Monte o nosso imenso obrigado!).
A terminar o dia, já no Ninho dos Índios, assinalamos a passagem de mais um aniversário do índio Carneiro (Parabéns!!!) e sublinhamos o prazer de um dia muito bem passado…
domingo, 25 de março de 2012
A Foz antes de ir à Nascente
Num momento em que se aproxima uma visita à serra onde nasce o Rio Ave e de forma a evidenciar as suas diferentes faces, a Tribo promoveu um passeio a acompanhar parte dos últimos quilómetros deste rio que desagua no Oceano Atlântico, a sul de Vila do Conde.
Os trilhos escolhidos já foram em grande parte percorridos pelo grupo e permitiram um andamento mais rápido devido ao seu trajeto praticamente plano. Fugindo um pouco ao plano traçado, os Índios do Monte percorreram em Tougues parte da pista onde decorreu no passado fim de semana a terceira prova da Taça de Portugal de XCO (Cross Country Olímpico) num traçado apimentado com muitas descidas e saltos…
Com o Rio Ave a mandar no percurso, o grupo desaguou na praia para o necessário reforço de energias e regressou a casa com mais de 50 quilómetros na bagagem…
Depois da Foz, venha depressa o passeio à Nascente...
Os trilhos escolhidos já foram em grande parte percorridos pelo grupo e permitiram um andamento mais rápido devido ao seu trajeto praticamente plano. Fugindo um pouco ao plano traçado, os Índios do Monte percorreram em Tougues parte da pista onde decorreu no passado fim de semana a terceira prova da Taça de Portugal de XCO (Cross Country Olímpico) num traçado apimentado com muitas descidas e saltos…
Com o Rio Ave a mandar no percurso, o grupo desaguou na praia para o necessário reforço de energias e regressou a casa com mais de 50 quilómetros na bagagem…
Depois da Foz, venha depressa o passeio à Nascente...
domingo, 18 de março de 2012
Aniversário do Visconde
Ao longo da última semana alguns elementos inquiriam-me sobre o título do passeio programado para este Domingo: “Aniversário do Visconde”. Houve quem perguntasse se haveria algum visconde nos Índios do Monte ou se esse visconde apareceria para pagar as bebidas no fim do passeio.
A 16 de março de 1825 nasceu em Lisboa um dos escritores mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea, Camilo Castelo Branco, 1º Visconde de Correia Botelho (título concedido pelo rei D. Luís). A data do seu aniversário foi um pretexto para pensar num passeio que assinalasse esta efeméride com uma passagem junto à Casa de Camilo, em São Miguel de Seide.
Depois de cerca de uma dúzia de quilómetros percorridos apercebi-me que cometera um erro logo no início deste passeio, ao tomar o sentido inverso ao planeado durante a semana e cujo desenho estava guardado no gps. Consciente que o sucesso do passeio havia ficado comprometido pela má opção, sugeri ao grupo um atalho pela estrada nacional até Joane com o propósito de desfrutar de trilhos completamente novos para os Índios do Monte.
Na paragem para o lanche em Mogege, ao quilómetro 25 deste passeio, alguém me dizia que “isto de andar a fazer estrada não é a nossa onda mas este treininho fica-nos no corpo e só nos faz bem…” :)
A partir deste momento o passeio mudou completamente e a subida até à Capela no Monte de Santa Tecla revelar-se-ia premonitória para os belos quilómetros que se seguiram. Realmente os trilhos entre Castelões e Oliveira de Santa Maria confirmaram a ideia de que valeu a pena ir para aqueles lados tão desconhecidos da tribo…
A 16 de março de 1825 nasceu em Lisboa um dos escritores mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea, Camilo Castelo Branco, 1º Visconde de Correia Botelho (título concedido pelo rei D. Luís). A data do seu aniversário foi um pretexto para pensar num passeio que assinalasse esta efeméride com uma passagem junto à Casa de Camilo, em São Miguel de Seide.
Depois de cerca de uma dúzia de quilómetros percorridos apercebi-me que cometera um erro logo no início deste passeio, ao tomar o sentido inverso ao planeado durante a semana e cujo desenho estava guardado no gps. Consciente que o sucesso do passeio havia ficado comprometido pela má opção, sugeri ao grupo um atalho pela estrada nacional até Joane com o propósito de desfrutar de trilhos completamente novos para os Índios do Monte.
Na paragem para o lanche em Mogege, ao quilómetro 25 deste passeio, alguém me dizia que “isto de andar a fazer estrada não é a nossa onda mas este treininho fica-nos no corpo e só nos faz bem…” :)
A partir deste momento o passeio mudou completamente e a subida até à Capela no Monte de Santa Tecla revelar-se-ia premonitória para os belos quilómetros que se seguiram. Realmente os trilhos entre Castelões e Oliveira de Santa Maria confirmaram a ideia de que valeu a pena ir para aqueles lados tão desconhecidos da tribo…
domingo, 11 de março de 2012
Subida à Assunção e Descida para a Rabada
As auscultações feitas durante a semana resultaram numa ideia de se planear uma incursão ao Monte de Nossa Senhora da Assunção.
Com pedaladas aceleradas, o pelotão composto por 20 elementos rumou a Santo Tirso para apanhar o comboio, ou melhor, o track desde Burgães até ao Santuário. Apesar de terem sido apenas cerca de 4 quilómetros de subida, este trajeto foi bastante agradável e cheio de belos cenários. Depois da paragem para o reforço de energias no recinto, a Tribo entrou nos trilhos descendentes, com as incursões na pista de Downhill a incentivar os mais destemidos.
Após vários quilómetros de descidas o grupo perdeu-se no Parque Urbano da Rabada devido ao aglomerado de pessoas que causavam distrações visuais aos elementos, aliado aos problemas mecânicos que entretanto surgiram e que adiaram a hora de chegada a casa…
O regresso ao Ninho dos Índios ficou marcado pela comemoração da passagem de mais um aniversário de um elemento da tribo (Parabéns Nuno!).
Com pedaladas aceleradas, o pelotão composto por 20 elementos rumou a Santo Tirso para apanhar o comboio, ou melhor, o track desde Burgães até ao Santuário. Apesar de terem sido apenas cerca de 4 quilómetros de subida, este trajeto foi bastante agradável e cheio de belos cenários. Depois da paragem para o reforço de energias no recinto, a Tribo entrou nos trilhos descendentes, com as incursões na pista de Downhill a incentivar os mais destemidos.
Após vários quilómetros de descidas o grupo perdeu-se no Parque Urbano da Rabada devido ao aglomerado de pessoas que causavam distrações visuais aos elementos, aliado aos problemas mecânicos que entretanto surgiram e que adiaram a hora de chegada a casa…
O regresso ao Ninho dos Índios ficou marcado pela comemoração da passagem de mais um aniversário de um elemento da tribo (Parabéns Nuno!).
domingo, 4 de março de 2012
Balasar à chuva
Os planos delineados para este dia assentavam num trajeto desde Ribeirão até aos Moinhos de Paradela. No entanto, a suspeita de uma comemoração pela passagem de aniversário de dois elementos da tribo aliada à chuva que apareceu neste Domingo condicionou a realização do passeio.
Pelos terrenos sobejamente conhecidos de Balasar, o grupo matou saudades da chuva e dos pisos escorregadios e cheios de água recorrendo esporadicamente a um ritmo muito “esticado”.
Neste regresso dos Índios do Monte aos trilhos enlameados, uma das notas do dia envolveu uma disputa taco a taco entre o Capitão Freitas e o Hugo para levar para casa a taça “Queda da Jornada”... E neste momento ninguém sabe quem ganhou!
No fim, no Ninho dos Índios, os prometidos pratos de moelas deliciaram os últimos resistentes do grupo, numa confraternização alusiva aos aniversariantes Gusto e Hugo (Obrigado, Parabéns e Votos de muitos e bons anos de convivência!)
Pelos terrenos sobejamente conhecidos de Balasar, o grupo matou saudades da chuva e dos pisos escorregadios e cheios de água recorrendo esporadicamente a um ritmo muito “esticado”.
Neste regresso dos Índios do Monte aos trilhos enlameados, uma das notas do dia envolveu uma disputa taco a taco entre o Capitão Freitas e o Hugo para levar para casa a taça “Queda da Jornada”... E neste momento ninguém sabe quem ganhou!
No fim, no Ninho dos Índios, os prometidos pratos de moelas deliciaram os últimos resistentes do grupo, numa confraternização alusiva aos aniversariantes Gusto e Hugo (Obrigado, Parabéns e Votos de muitos e bons anos de convivência!)
Balasar à chuva from Indios do Monte on Vimeo.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Passeio de linhas travessas
De repente, a Tribo esqueceu-se do lema “não importa abrandar, importante é não parar” e pedalou desde o Ninho dos Índios até à hora do reforço em ritmo de contrarrelógio. A manhã de tempo ameno potenciava o esforço físico e incentivava o grupo a esticar a corda toda… A toada do andamento foi apenas interrompida por breves momentos perto de S. Gens, onde pendiam afazeres profissionais de um elemento do grupo.
No seio do pelotão, alguns segredavam o destino da etapa seguinte sob o olhar desconfiado de outros… E à medida que os quilómetros ficavam para trás, todos se deram conta que as bicicletas se dirigiam para Covelas e o grupo sentia o sabor agridoce dos terrenos daquela zona… Chegara o momento de alguns se queixarem das paredes que se trepavam e outros (eu levanto o dedo!!!) das ribanceiras que se desciam (e estas repetiam-se umas atrás das outras…).
No seio do pelotão, alguns segredavam o destino da etapa seguinte sob o olhar desconfiado de outros… E à medida que os quilómetros ficavam para trás, todos se deram conta que as bicicletas se dirigiam para Covelas e o grupo sentia o sabor agridoce dos terrenos daquela zona… Chegara o momento de alguns se queixarem das paredes que se trepavam e outros (eu levanto o dedo!!!) das ribanceiras que se desciam (e estas repetiam-se umas atrás das outras…).
Covelas em Fevereiro from Indios do Monte on Vimeo.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Regresso às origens
A necessidade de juntar o grupo para definir atividades futuras condicionou a saída deste Domingo, surgindo assim a opção de reduzir o passeio de forma a antecipar o regresso ao Ninho dos Índios. No entanto, no rescaldo deste dia de btt resultou um treino puxadinho e com vários condimentos que agradaram ao grupo
As pedaladas deste percurso espalharam-se por trilhos entre Ribeirão, Fradelos e Balasar, lembrando os terrenos pisados nos primeiros passeios de btt da maioria dos elementos do grupo. A escalada de uma “parede” nunca antes vista por estes lados constituiu um obstáculo duro mas gratificante depois de ultrapassado… Este pormenor remeteu a Tribo para andanças típicas dos primeiros passeios onde era comum juntar os trilhos conhecidos com a aventura de inventar saídas onde estas não existiam.
As pedaladas deste percurso espalharam-se por trilhos entre Ribeirão, Fradelos e Balasar, lembrando os terrenos pisados nos primeiros passeios de btt da maioria dos elementos do grupo. A escalada de uma “parede” nunca antes vista por estes lados constituiu um obstáculo duro mas gratificante depois de ultrapassado… Este pormenor remeteu a Tribo para andanças típicas dos primeiros passeios onde era comum juntar os trilhos conhecidos com a aventura de inventar saídas onde estas não existiam.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Rota do Bicho - Do outro lado do Rio
Desde o inicio da formação deste grupo que o Rio Ave nos acompanha em inúmeros passeios e aventuras. Por isso, é de estranhar que só agora, passado tanto tempo, tenhamos estendido um novo olhar sobre as suas margens…
Nesta incursão ao outro lado do Rio, que se estendeu pela zona do Bicho, foi nota dominante a satisfação proporcionada pelos belos trilhos que acariciam as bordas do Ave. A acalmia reinante contradizia com a azáfama provocada pela passagem da Tribo em diversos pontos…
Depois de algumas paragens forçadas (avaria, passagem barrada, furo) o grupo rumou a Sul do Bicho onde o nível do terreno exigia maior esforço físico antes de iniciarmos o regresso a Ribeirão.
Nesta incursão ao outro lado do Rio, que se estendeu pela zona do Bicho, foi nota dominante a satisfação proporcionada pelos belos trilhos que acariciam as bordas do Ave. A acalmia reinante contradizia com a azáfama provocada pela passagem da Tribo em diversos pontos…
Depois de algumas paragens forçadas (avaria, passagem barrada, furo) o grupo rumou a Sul do Bicho onde o nível do terreno exigia maior esforço físico antes de iniciarmos o regresso a Ribeirão.
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