Desde o inicio da formação deste grupo que o Rio Ave nos acompanha em inúmeros passeios e aventuras. Por isso, é de estranhar que só agora, passado tanto tempo, tenhamos estendido um novo olhar sobre as suas margens…
Nesta incursão ao outro lado do Rio, que se estendeu pela zona do Bicho, foi nota dominante a satisfação proporcionada pelos belos trilhos que acariciam as bordas do Ave. A acalmia reinante contradizia com a azáfama provocada pela passagem da Tribo em diversos pontos…
Depois de algumas paragens forçadas (avaria, passagem barrada, furo) o grupo rumou a Sul do Bicho onde o nível do terreno exigia maior esforço físico antes de iniciarmos o regresso a Ribeirão.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Dos Caminhos até às Letras
Com o país em alerta amarelo devido ao frio mais intenso, os meteorologistas recomendam maiores cuidados neste período. Por isso, não seria de estranhar um número avultado de ausências dos Índios do Monte neste passeio.
Fazendo ouvidos de mercador (já agora, a expressão original é “ouvidos de marcador”), 17 elementos devidamente agasalhados apareceram no Ninho dos Índios para aquecerem pela estrada até Famalicão, ao encontro dos Caminhos de Santiago. As setas amarelas foram seguidas durante alguns quilómetros sempre com ritmo acelerado para combater as baixas temperaturas.
Já por terras do Vale (S. Martinho e S. Cosme) o plano passava por impor alguma dureza no trajeto. Assim, fez todo o sentido a opção de deixar os Caminhos e subir para o Monte de Santa Cristina para depois desfrutar dos trilhos característicos daquela zona. A etapa terminava no alto do Penedo das Letras, já com a hora avançada, e o regresso a casa foi efetuado sempre em alta rotação aproveitando o desnível favorável do terreno.
Fazendo ouvidos de mercador (já agora, a expressão original é “ouvidos de marcador”), 17 elementos devidamente agasalhados apareceram no Ninho dos Índios para aquecerem pela estrada até Famalicão, ao encontro dos Caminhos de Santiago. As setas amarelas foram seguidas durante alguns quilómetros sempre com ritmo acelerado para combater as baixas temperaturas.
Já por terras do Vale (S. Martinho e S. Cosme) o plano passava por impor alguma dureza no trajeto. Assim, fez todo o sentido a opção de deixar os Caminhos e subir para o Monte de Santa Cristina para depois desfrutar dos trilhos característicos daquela zona. A etapa terminava no alto do Penedo das Letras, já com a hora avançada, e o regresso a casa foi efetuado sempre em alta rotação aproveitando o desnível favorável do terreno.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Cascatas do Este - Novos trilhos
Cada vez é mais difícil “inventar” trilhos pelas zonas que habitualmente frequentamos. Por isso, esta versão pelas cascatas do Rio Este revelou-se uma agradável surpresa para todos.
O frio entorpecedor que se fez sentir só podia ser combatido pela vontade de pedalar nesta manhã de Domingo. Em terrenos pelos lados de Bagunte, Outeiro Maior, Junqueira ou Touguinhó, foram vários os momentos em que a Tribo pareceu andar às voltinhas… Este ziguezaguear constante foi no entanto preenchido de pequenos brindes que tornavam o percurso aprazível para todos. Um dos itens relevantes traduz-se nas características muito suaves deste trajeto, numa ausência anormal de subidas.
A passagem por uma pequena descoberta arqueológica, o Conjunto Megalítico do Fulon, foi assinalada com algum espanto devido ao desconhecimento da existência deste local.
O encontro com o Rio Este, que serviu de mote para este passeio, mostrou-nos algumas cascatas provocadas pelos caneiros do rio que se transformaram em imagens de belo efeito.
No regresso ao Ninho dos Índios do Monte, a tribo comemorou a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Jorge Coelho!).
O frio entorpecedor que se fez sentir só podia ser combatido pela vontade de pedalar nesta manhã de Domingo. Em terrenos pelos lados de Bagunte, Outeiro Maior, Junqueira ou Touguinhó, foram vários os momentos em que a Tribo pareceu andar às voltinhas… Este ziguezaguear constante foi no entanto preenchido de pequenos brindes que tornavam o percurso aprazível para todos. Um dos itens relevantes traduz-se nas características muito suaves deste trajeto, numa ausência anormal de subidas.
A passagem por uma pequena descoberta arqueológica, o Conjunto Megalítico do Fulon, foi assinalada com algum espanto devido ao desconhecimento da existência deste local.
O encontro com o Rio Este, que serviu de mote para este passeio, mostrou-nos algumas cascatas provocadas pelos caneiros do rio que se transformaram em imagens de belo efeito.
No regresso ao Ninho dos Índios do Monte, a tribo comemorou a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Jorge Coelho!).
domingo, 22 de janeiro de 2012
Rojões de S. Gonçalo 2012
A relevância que as Festas de S. Gonçalo ganham, ano após ano, ficou bem vincada no passeio deste Domingo que culminou numa caça ao rojão.
Muitas vezes, ao longo do ano, os Índios do Monte rumam a Covelas para alguns treinos nessas terras quase sem segredos para a Tribo. De forma a variar estas incursões por aqueles lados, a opção do trajeto em dia de festa recaiu numa variante ao convencional que tradicionalmente passa pela Trofa… Assim, desta vez o grupo de 20 elementos orientou-se desde a Ponte da Logoncinha (em Lousado) para surgir em Covelas pelo lado de Santo Tirso, evitando muita da confusão que habitava noutros trilhos das redondezas.
A caça ao rojão, em ambiente mais confuso, numa romaria de gente poucas vezes vista, foi o culminar desta tradição de S. Gonçalo.
Homens e mulheres, velhos e novos, em família ou sozinhos (e ninguém se sente só nesta festa), a pé, de bicicleta, cavalo, charrete ou outro qualquer meio de transporte, quase se atropelam para desfrutarem de um belo dia de sol onde a tradição ainda é o que era!
Muitas vezes, ao longo do ano, os Índios do Monte rumam a Covelas para alguns treinos nessas terras quase sem segredos para a Tribo. De forma a variar estas incursões por aqueles lados, a opção do trajeto em dia de festa recaiu numa variante ao convencional que tradicionalmente passa pela Trofa… Assim, desta vez o grupo de 20 elementos orientou-se desde a Ponte da Logoncinha (em Lousado) para surgir em Covelas pelo lado de Santo Tirso, evitando muita da confusão que habitava noutros trilhos das redondezas.
A caça ao rojão, em ambiente mais confuso, numa romaria de gente poucas vezes vista, foi o culminar desta tradição de S. Gonçalo.
Homens e mulheres, velhos e novos, em família ou sozinhos (e ninguém se sente só nesta festa), a pé, de bicicleta, cavalo, charrete ou outro qualquer meio de transporte, quase se atropelam para desfrutarem de um belo dia de sol onde a tradição ainda é o que era!
domingo, 15 de janeiro de 2012
Da Santa Catarina ao esplendor de Seide
O simples pormenor de termos percorrido este trajeto há menos de um mês, embora em sentido contrário, demonstra por si só a excelente impressão que estes trilhos deixaram nos Índios do Monte. Certamente foram essas imagens ainda frescas nas nossas memórias que impulsionaram o grupo cumprir a promessa de repetir a incursão por terras de Seide.
Depois de uma sexta-feira 13, os 13 elementos da Tribo deixaram de lado qualquer tipo de superstição e desafiaram a manhã fria e bastante chuvosa que se fazia sentir nas primeiras horas deste domingo para rumar ao Monte de Santa Catarina. O terreno pesado e escorregadio obrigou a redobrado esforço e cuidado a contrastar com o deleite proporcionado pelos trilhos e pelas paisagens que eram percorridos num ziguezaguear e sobe e desce constante…
Na passagem por Famalicão, a Tribo viu gorada a tentativa de atravessar o futuro Parque da Cidade numa invasão ao parque da Devesa que se encontra em obras.
Foi necessário percorrer alguns quilómetros de estrada para o grupo alcançar a freguesia de Seide S. Paio, onde a Natureza expõe algum do seu esplendor que foi deliciosamente absorvido pelos nossos olhares. Pouco depois, Esmeriz voltava a expor quadros paisagísticos pincelados certamente pelo melhor dos mestres.
A sensação de poder juntar o prazer pela prática do btt e alguns cenários que não fazem parte do nosso quotidiano ficou, mais uma vez, patente neste passeio, confirmando assim a escolha certa de quem optou por aderir a este evento.
Depois de uma sexta-feira 13, os 13 elementos da Tribo deixaram de lado qualquer tipo de superstição e desafiaram a manhã fria e bastante chuvosa que se fazia sentir nas primeiras horas deste domingo para rumar ao Monte de Santa Catarina. O terreno pesado e escorregadio obrigou a redobrado esforço e cuidado a contrastar com o deleite proporcionado pelos trilhos e pelas paisagens que eram percorridos num ziguezaguear e sobe e desce constante…
Na passagem por Famalicão, a Tribo viu gorada a tentativa de atravessar o futuro Parque da Cidade numa invasão ao parque da Devesa que se encontra em obras.
Foi necessário percorrer alguns quilómetros de estrada para o grupo alcançar a freguesia de Seide S. Paio, onde a Natureza expõe algum do seu esplendor que foi deliciosamente absorvido pelos nossos olhares. Pouco depois, Esmeriz voltava a expor quadros paisagísticos pincelados certamente pelo melhor dos mestres.
A sensação de poder juntar o prazer pela prática do btt e alguns cenários que não fazem parte do nosso quotidiano ficou, mais uma vez, patente neste passeio, confirmando assim a escolha certa de quem optou por aderir a este evento.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Viva 2012 ao Ritmo do Caracol
O primeiro passeio de 2012 veio colmatar uma falha quase imperdoável ocorrida no ano anterior: a ausência da Tribo nos trilhos da Quinta do Caracol localizada algures por terras de Lemenhe. Assim, com o objetivo apontado a norte, os Índios do Monte foram queimando quilómetros sobre o asfalto até chegarem a Santiago da Cruz para logo de seguida se deliciarem com os belos cenários que foram acompanhando as pedaladas do grupo.
Nesta incursão rápida houve ainda a oportunidade de passar no Monte de Palhares (entre Jesufrei e Nine) onde se localiza o Castro das Ermidas, cujas escavações arqueológicas realizadas entre 1983 e 1987 revelam uma ocupação contínua entre o século IV a.C e o século I da nossa Era.
Conscientes de que o tempo disponível e a distância limitam as nossas atividades nas manhãs de Domingo, ficou registada a ideia que a beleza desta zona do nosso concelho sugere a necessidade de promover um passeio mais alargado para se poder tirar o devido aproveitamento destes trilhos e de outros próximos.
Nesta incursão rápida houve ainda a oportunidade de passar no Monte de Palhares (entre Jesufrei e Nine) onde se localiza o Castro das Ermidas, cujas escavações arqueológicas realizadas entre 1983 e 1987 revelam uma ocupação contínua entre o século IV a.C e o século I da nossa Era.
Conscientes de que o tempo disponível e a distância limitam as nossas atividades nas manhãs de Domingo, ficou registada a ideia que a beleza desta zona do nosso concelho sugere a necessidade de promover um passeio mais alargado para se poder tirar o devido aproveitamento destes trilhos e de outros próximos.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Brinde de Fim d'Ano 2011
Os aficionados do btt dificilmente descuram a oportunidade de praticar a modalidade. A culminar um ano civil recheado de grandes momentos nos passeios da nossa Tribo, o último dia de 2011 foi aproveitado para mais uma incursão até ao Monte da Cividade.
Nas memórias deste passeio reside a satisfação pela passagem num dos pontos mais belos da nossa região, Fervença do Pires, que por si só vale qualquer passeio de bicicleta. As pedaladas que se seguiram foram travadas pela paragem para a foto junto à Capela de S. Bento em Fradelos. Alguns quilómetros depois, um problema com um parafuso moído obrigou a nova paragem, cuja resolução apareceu através da bondade de um residente de Ferreiró.
O momento de recuperação, já no Monte da Cividade, serviu também para os Índios do Monte fazerem um brinde de Fim d’ Ano com um Vinho do Porto, numa ideia conjunta do Nuno e do Capitão Freitas.
Nesta última crónica do ano, aproveito para reiterar os Votos de Muitos Sucessos a toda a Tribo para este novo Ano.
Nas memórias deste passeio reside a satisfação pela passagem num dos pontos mais belos da nossa região, Fervença do Pires, que por si só vale qualquer passeio de bicicleta. As pedaladas que se seguiram foram travadas pela paragem para a foto junto à Capela de S. Bento em Fradelos. Alguns quilómetros depois, um problema com um parafuso moído obrigou a nova paragem, cuja resolução apareceu através da bondade de um residente de Ferreiró.
O momento de recuperação, já no Monte da Cividade, serviu também para os Índios do Monte fazerem um brinde de Fim d’ Ano com um Vinho do Porto, numa ideia conjunta do Nuno e do Capitão Freitas.
Nesta última crónica do ano, aproveito para reiterar os Votos de Muitos Sucessos a toda a Tribo para este novo Ano.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Feliz Natal 2011
O Natal, entre muitas outras coisas, proporciona a Reunião de Familiares e Amigos e a Comunhão da Alegria entre todos. Numa associação a esta quadra especial, os Índios do Monte realizaram o passeio semanal na Véspera de Natal.
O trajeto efetuado levou a Tribo a diversas freguesias do nosso concelho, através de um percurso com muitas novidades para o grupo. Alguns trilhos por Esmeriz, Antas, Seide (onde nos honraram com um brinde de Favaios) e Vermoim foram agradáveis surpresas que ficaram guardadas. O regresso a casa foi realizado através de uma incursão ao Monte de Santa Catarina, com alguns trilhos mais técnicos a proporcionarem bons momentos de btt.
Com a opinião unânime a considerar este passeio “Muito Belo”, ficou registada no final a ideia de repetir brevemente o trajeto em sentido contrário.
Amigos, continuação de Boas Festas e um Próspero Ano Novo!

O trajeto efetuado levou a Tribo a diversas freguesias do nosso concelho, através de um percurso com muitas novidades para o grupo. Alguns trilhos por Esmeriz, Antas, Seide (onde nos honraram com um brinde de Favaios) e Vermoim foram agradáveis surpresas que ficaram guardadas. O regresso a casa foi realizado através de uma incursão ao Monte de Santa Catarina, com alguns trilhos mais técnicos a proporcionarem bons momentos de btt.
Com a opinião unânime a considerar este passeio “Muito Belo”, ficou registada no final a ideia de repetir brevemente o trajeto em sentido contrário.
Amigos, continuação de Boas Festas e um Próspero Ano Novo!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Tougues, Touguinha e Touguinhó, Parada, Bagunte e Ferreiró
O título desta crónica, da autoria do Capitão Freitas, podia perfeitamente definir este passeio. Mas não chega…
Num registo de 53 quilómetros percorridos surgem naturalmente muitos pormenores que justificam um desenvolvimento mais alargado desta narrativa.
A começar, importa desde já destacar a ausência de muitos Índios do Monte nesta jornada. Apenas sete elementos, acompanhados de dois convidados que esporadicamente nos honram com a sua companhia, desafiaram a manhã gélida deste período festivo e concentraram-se no ponto de encontro habitual da Tribo. A sugestão do trajeto surgiu imediatamente com um “vamos fazer o que não foi feito a semana passada…”!
As primeiras pedaladas tinham como destino a Balazar, e sob a orientação do Carneiro acabamos por ziguezaguear por Fradelos onde fez questão de fazer uma visita guiada por ruas da sua jurisdição. Na passagem de freguesia fomos acompanhados por um elemento canídeo que entretanto se amedrontou…
Este passeio enaltece sobretudo algumas imagens das paisagens vislumbradas que dariam para ilustrar belos postais. As pontes de características românicas de Arcos, Touguinhó e D. Zameiro são exemplos que mereceram alguma atenção. O Rio Este e o Rio Ave serviram diversas vezes de companhia ao grupo que se deliciava com o ritmo das pedaladas e com a variação de trilhos percorridos. No final a opinião foi unânime em considerar que valeu a pena o sacrifício de despertar cedo num Domingo bastante frio para fazer btt.
Num registo de 53 quilómetros percorridos surgem naturalmente muitos pormenores que justificam um desenvolvimento mais alargado desta narrativa.
A começar, importa desde já destacar a ausência de muitos Índios do Monte nesta jornada. Apenas sete elementos, acompanhados de dois convidados que esporadicamente nos honram com a sua companhia, desafiaram a manhã gélida deste período festivo e concentraram-se no ponto de encontro habitual da Tribo. A sugestão do trajeto surgiu imediatamente com um “vamos fazer o que não foi feito a semana passada…”!
As primeiras pedaladas tinham como destino a Balazar, e sob a orientação do Carneiro acabamos por ziguezaguear por Fradelos onde fez questão de fazer uma visita guiada por ruas da sua jurisdição. Na passagem de freguesia fomos acompanhados por um elemento canídeo que entretanto se amedrontou…
Este passeio enaltece sobretudo algumas imagens das paisagens vislumbradas que dariam para ilustrar belos postais. As pontes de características românicas de Arcos, Touguinhó e D. Zameiro são exemplos que mereceram alguma atenção. O Rio Este e o Rio Ave serviram diversas vezes de companhia ao grupo que se deliciava com o ritmo das pedaladas e com a variação de trilhos percorridos. No final a opinião foi unânime em considerar que valeu a pena o sacrifício de despertar cedo num Domingo bastante frio para fazer btt.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Reunião de Natal
Sempre que os Índios do Monte se concentram sem ser no dia semanal oficial de andamento (domingo), resultam atividades que merecem outro relevo da nossa parte. Assim, neste Sábado o grupo juntou-se ao início da tarde para promover um passeio pelos trilhos adjacentes ao Rio Este.
A intempérie que se abateu sobre os Índios do Monte e que se agudizou ao longo do percurso, tornando cada vez mais penoso o andamento e acrescentando sofrimento aos corpos encharcados e gelados pelas chuvas pesadas, obrigou o grupo a redefinir algumas prioridades e a tomar consciência de alguma insensatez própria dos aventureiros. Neste sentido e de forma a não pôr em causa a presença na reunião agendada para a noite, o grupo encerrou este passeio mais cedo e atalhou no regresso a casa…
É sempre estranho reencontrar a Tribo descaracterizada num evento… A reunião de Natal dos Índios do Monte ficou marcada pela forte adesão dos elementos, totalizando o bonito número de 20 presenças. Esta confraternização, para além de permitir visualizar uma emissão especial do Canal com os nossos vídeos, serviu também para expor algumas ideias e delinear algumas metas para o próximo ano.
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