O simples pormenor de termos percorrido este trajeto há menos de um mês, embora em sentido contrário, demonstra por si só a excelente impressão que estes trilhos deixaram nos Índios do Monte. Certamente foram essas imagens ainda frescas nas nossas memórias que impulsionaram o grupo cumprir a promessa de repetir a incursão por terras de Seide.
Depois de uma sexta-feira 13, os 13 elementos da Tribo deixaram de lado qualquer tipo de superstição e desafiaram a manhã fria e bastante chuvosa que se fazia sentir nas primeiras horas deste domingo para rumar ao Monte de Santa Catarina. O terreno pesado e escorregadio obrigou a redobrado esforço e cuidado a contrastar com o deleite proporcionado pelos trilhos e pelas paisagens que eram percorridos num ziguezaguear e sobe e desce constante…
Na passagem por Famalicão, a Tribo viu gorada a tentativa de atravessar o futuro Parque da Cidade numa invasão ao parque da Devesa que se encontra em obras.
Foi necessário percorrer alguns quilómetros de estrada para o grupo alcançar a freguesia de Seide S. Paio, onde a Natureza expõe algum do seu esplendor que foi deliciosamente absorvido pelos nossos olhares. Pouco depois, Esmeriz voltava a expor quadros paisagísticos pincelados certamente pelo melhor dos mestres.
A sensação de poder juntar o prazer pela prática do btt e alguns cenários que não fazem parte do nosso quotidiano ficou, mais uma vez, patente neste passeio, confirmando assim a escolha certa de quem optou por aderir a este evento.
domingo, 15 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Viva 2012 ao Ritmo do Caracol
O primeiro passeio de 2012 veio colmatar uma falha quase imperdoável ocorrida no ano anterior: a ausência da Tribo nos trilhos da Quinta do Caracol localizada algures por terras de Lemenhe. Assim, com o objetivo apontado a norte, os Índios do Monte foram queimando quilómetros sobre o asfalto até chegarem a Santiago da Cruz para logo de seguida se deliciarem com os belos cenários que foram acompanhando as pedaladas do grupo.
Nesta incursão rápida houve ainda a oportunidade de passar no Monte de Palhares (entre Jesufrei e Nine) onde se localiza o Castro das Ermidas, cujas escavações arqueológicas realizadas entre 1983 e 1987 revelam uma ocupação contínua entre o século IV a.C e o século I da nossa Era.
Conscientes de que o tempo disponível e a distância limitam as nossas atividades nas manhãs de Domingo, ficou registada a ideia que a beleza desta zona do nosso concelho sugere a necessidade de promover um passeio mais alargado para se poder tirar o devido aproveitamento destes trilhos e de outros próximos.
Nesta incursão rápida houve ainda a oportunidade de passar no Monte de Palhares (entre Jesufrei e Nine) onde se localiza o Castro das Ermidas, cujas escavações arqueológicas realizadas entre 1983 e 1987 revelam uma ocupação contínua entre o século IV a.C e o século I da nossa Era.
Conscientes de que o tempo disponível e a distância limitam as nossas atividades nas manhãs de Domingo, ficou registada a ideia que a beleza desta zona do nosso concelho sugere a necessidade de promover um passeio mais alargado para se poder tirar o devido aproveitamento destes trilhos e de outros próximos.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Brinde de Fim d'Ano 2011
Os aficionados do btt dificilmente descuram a oportunidade de praticar a modalidade. A culminar um ano civil recheado de grandes momentos nos passeios da nossa Tribo, o último dia de 2011 foi aproveitado para mais uma incursão até ao Monte da Cividade.
Nas memórias deste passeio reside a satisfação pela passagem num dos pontos mais belos da nossa região, Fervença do Pires, que por si só vale qualquer passeio de bicicleta. As pedaladas que se seguiram foram travadas pela paragem para a foto junto à Capela de S. Bento em Fradelos. Alguns quilómetros depois, um problema com um parafuso moído obrigou a nova paragem, cuja resolução apareceu através da bondade de um residente de Ferreiró.
O momento de recuperação, já no Monte da Cividade, serviu também para os Índios do Monte fazerem um brinde de Fim d’ Ano com um Vinho do Porto, numa ideia conjunta do Nuno e do Capitão Freitas.
Nesta última crónica do ano, aproveito para reiterar os Votos de Muitos Sucessos a toda a Tribo para este novo Ano.
Nas memórias deste passeio reside a satisfação pela passagem num dos pontos mais belos da nossa região, Fervença do Pires, que por si só vale qualquer passeio de bicicleta. As pedaladas que se seguiram foram travadas pela paragem para a foto junto à Capela de S. Bento em Fradelos. Alguns quilómetros depois, um problema com um parafuso moído obrigou a nova paragem, cuja resolução apareceu através da bondade de um residente de Ferreiró.
O momento de recuperação, já no Monte da Cividade, serviu também para os Índios do Monte fazerem um brinde de Fim d’ Ano com um Vinho do Porto, numa ideia conjunta do Nuno e do Capitão Freitas.
Nesta última crónica do ano, aproveito para reiterar os Votos de Muitos Sucessos a toda a Tribo para este novo Ano.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Feliz Natal 2011
O Natal, entre muitas outras coisas, proporciona a Reunião de Familiares e Amigos e a Comunhão da Alegria entre todos. Numa associação a esta quadra especial, os Índios do Monte realizaram o passeio semanal na Véspera de Natal.
O trajeto efetuado levou a Tribo a diversas freguesias do nosso concelho, através de um percurso com muitas novidades para o grupo. Alguns trilhos por Esmeriz, Antas, Seide (onde nos honraram com um brinde de Favaios) e Vermoim foram agradáveis surpresas que ficaram guardadas. O regresso a casa foi realizado através de uma incursão ao Monte de Santa Catarina, com alguns trilhos mais técnicos a proporcionarem bons momentos de btt.
Com a opinião unânime a considerar este passeio “Muito Belo”, ficou registada no final a ideia de repetir brevemente o trajeto em sentido contrário.
Amigos, continuação de Boas Festas e um Próspero Ano Novo!

O trajeto efetuado levou a Tribo a diversas freguesias do nosso concelho, através de um percurso com muitas novidades para o grupo. Alguns trilhos por Esmeriz, Antas, Seide (onde nos honraram com um brinde de Favaios) e Vermoim foram agradáveis surpresas que ficaram guardadas. O regresso a casa foi realizado através de uma incursão ao Monte de Santa Catarina, com alguns trilhos mais técnicos a proporcionarem bons momentos de btt.
Com a opinião unânime a considerar este passeio “Muito Belo”, ficou registada no final a ideia de repetir brevemente o trajeto em sentido contrário.
Amigos, continuação de Boas Festas e um Próspero Ano Novo!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Tougues, Touguinha e Touguinhó, Parada, Bagunte e Ferreiró
O título desta crónica, da autoria do Capitão Freitas, podia perfeitamente definir este passeio. Mas não chega…
Num registo de 53 quilómetros percorridos surgem naturalmente muitos pormenores que justificam um desenvolvimento mais alargado desta narrativa.
A começar, importa desde já destacar a ausência de muitos Índios do Monte nesta jornada. Apenas sete elementos, acompanhados de dois convidados que esporadicamente nos honram com a sua companhia, desafiaram a manhã gélida deste período festivo e concentraram-se no ponto de encontro habitual da Tribo. A sugestão do trajeto surgiu imediatamente com um “vamos fazer o que não foi feito a semana passada…”!
As primeiras pedaladas tinham como destino a Balazar, e sob a orientação do Carneiro acabamos por ziguezaguear por Fradelos onde fez questão de fazer uma visita guiada por ruas da sua jurisdição. Na passagem de freguesia fomos acompanhados por um elemento canídeo que entretanto se amedrontou…
Este passeio enaltece sobretudo algumas imagens das paisagens vislumbradas que dariam para ilustrar belos postais. As pontes de características românicas de Arcos, Touguinhó e D. Zameiro são exemplos que mereceram alguma atenção. O Rio Este e o Rio Ave serviram diversas vezes de companhia ao grupo que se deliciava com o ritmo das pedaladas e com a variação de trilhos percorridos. No final a opinião foi unânime em considerar que valeu a pena o sacrifício de despertar cedo num Domingo bastante frio para fazer btt.
Num registo de 53 quilómetros percorridos surgem naturalmente muitos pormenores que justificam um desenvolvimento mais alargado desta narrativa.
A começar, importa desde já destacar a ausência de muitos Índios do Monte nesta jornada. Apenas sete elementos, acompanhados de dois convidados que esporadicamente nos honram com a sua companhia, desafiaram a manhã gélida deste período festivo e concentraram-se no ponto de encontro habitual da Tribo. A sugestão do trajeto surgiu imediatamente com um “vamos fazer o que não foi feito a semana passada…”!
As primeiras pedaladas tinham como destino a Balazar, e sob a orientação do Carneiro acabamos por ziguezaguear por Fradelos onde fez questão de fazer uma visita guiada por ruas da sua jurisdição. Na passagem de freguesia fomos acompanhados por um elemento canídeo que entretanto se amedrontou…
Este passeio enaltece sobretudo algumas imagens das paisagens vislumbradas que dariam para ilustrar belos postais. As pontes de características românicas de Arcos, Touguinhó e D. Zameiro são exemplos que mereceram alguma atenção. O Rio Este e o Rio Ave serviram diversas vezes de companhia ao grupo que se deliciava com o ritmo das pedaladas e com a variação de trilhos percorridos. No final a opinião foi unânime em considerar que valeu a pena o sacrifício de despertar cedo num Domingo bastante frio para fazer btt.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Reunião de Natal
Sempre que os Índios do Monte se concentram sem ser no dia semanal oficial de andamento (domingo), resultam atividades que merecem outro relevo da nossa parte. Assim, neste Sábado o grupo juntou-se ao início da tarde para promover um passeio pelos trilhos adjacentes ao Rio Este.
A intempérie que se abateu sobre os Índios do Monte e que se agudizou ao longo do percurso, tornando cada vez mais penoso o andamento e acrescentando sofrimento aos corpos encharcados e gelados pelas chuvas pesadas, obrigou o grupo a redefinir algumas prioridades e a tomar consciência de alguma insensatez própria dos aventureiros. Neste sentido e de forma a não pôr em causa a presença na reunião agendada para a noite, o grupo encerrou este passeio mais cedo e atalhou no regresso a casa…
É sempre estranho reencontrar a Tribo descaracterizada num evento… A reunião de Natal dos Índios do Monte ficou marcada pela forte adesão dos elementos, totalizando o bonito número de 20 presenças. Esta confraternização, para além de permitir visualizar uma emissão especial do Canal com os nossos vídeos, serviu também para expor algumas ideias e delinear algumas metas para o próximo ano.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Curta-metragem
Aparentemente tudo apontava para um passeio duro, na génese dos passeios realizados pelas terras do S. Gonçalo. No entanto, algumas contrariedades fizeram abortar as pretensões dos Índios do Monte para esta manhã de Domingo.
O entusiasmo característico nas andanças da Tribo desta vez foi travado pelo drop out de uma bike que quebrou. A falta de um sobresselente obrigou à transformação do transporte numa SS (single speed) e ao reajustamento do passeio de forma a contornar as habituais “paredes” de Covelas.
Ao ritmo da SS, atravessando algumas vezes o riacho, encharcando os pés e sentindo-os enregelados, o grupo retornou ao Ninho e aproveitou a curta-metragem da manhã para pôr a conversa em dia…
domingo, 27 de novembro de 2011
Até à Foz do Ave
Este passeio é uma cópia fiel de outro que a Tribo fez há meses atrás e que deixara vontade de repetir. Como as oportunidades de sermos presenteados com dias de sol começam a rarear pela aproximação do Inverno, os Índios do Monte aproveitaram a oferta de S. Pedro para percorrer trilhos desde Ribeirão até Vila do Conde, tendo como pano de fundo o Rio Ave.
De fato, por diversas vezes ao longo do percurso o grupo beijou as margens do rio e sempre que o Ave escapava aos nossos olhares, outros terrenos ofereciam trilhos e cenários merecedores de especial atenção. Neste particular não poderia deixar de enfatizar a passagem do grupo ainda nas primeiras pedaladas deste passeio por um pequeno paraíso paisagístico repleto de tranquilizantes carvalhos denominado Fervença do Pires, segundo o nosso historiador A. Penouço.
Alguns quilómetros depois, a medieval e bela Ponte D. Zameiro obrigava o fotógrafo de serviço (Nuno Moreira) a multiplicar os cliques da máquina de forma a registar a travessia da Tribo naquele cenário românico do Caminho de Santiago.
De fato, por diversas vezes ao longo do percurso o grupo beijou as margens do rio e sempre que o Ave escapava aos nossos olhares, outros terrenos ofereciam trilhos e cenários merecedores de especial atenção. Neste particular não poderia deixar de enfatizar a passagem do grupo ainda nas primeiras pedaladas deste passeio por um pequeno paraíso paisagístico repleto de tranquilizantes carvalhos denominado Fervença do Pires, segundo o nosso historiador A. Penouço.
Alguns quilómetros depois, a medieval e bela Ponte D. Zameiro obrigava o fotógrafo de serviço (Nuno Moreira) a multiplicar os cliques da máquina de forma a registar a travessia da Tribo naquele cenário românico do Caminho de Santiago.
domingo, 20 de novembro de 2011
Monte dos Moinhos
O desafio do Capitão foi unanimemente aceite como se de uma ordem se tratasse e assim os Índios do Monte voltaram ao monte dos moinhos, vulgarmente conhecido por Monte de S. Félix, na freguesia de Laúndos (Póvoa de Varzim). Sem dúvida alguma este local expressa a beleza do nosso litoral que pode ser comtemplado no topo do monte, com visualizações privilegiadas sobre as praias de Vila do Conde, Póvoa de Varzim ou mesmo Ofir…
Traduzindo a máxima popular “não há bela sem senão”, o grupo teve de sofrer um pouco para cumprir a etapa planeada. Apesar do terreno ser predominantemente plano, os trilhos enlameados ou completamente sobrepostos por água foram moendo os músculos e obrigando a algum esforço extra para que o objetivo fosse atingido dentro do horário estimado para este passeio.
(AVISO Este vídeo contém uma faixa de áudio que não foi autorizada por WMG. O áudio foi desativado
Traduzindo a máxima popular “não há bela sem senão”, o grupo teve de sofrer um pouco para cumprir a etapa planeada. Apesar do terreno ser predominantemente plano, os trilhos enlameados ou completamente sobrepostos por água foram moendo os músculos e obrigando a algum esforço extra para que o objetivo fosse atingido dentro do horário estimado para este passeio.
(AVISO Este vídeo contém uma faixa de áudio que não foi autorizada por WMG. O áudio foi desativado
domingo, 13 de novembro de 2011
33 Senhor Doutor!
Crónica e fotos por Paulo Magalhães
Sim 33. Não, não estamos doentes! Foram mesmo 33 os “kilo”metros que fizemos, e digo “kilo”metros porque foram pesados, quer pelas roupas molhadas quer pelo terreno empapado que fazia com que a força gravítica se nos presenteasse com mais um contacto inesperado.
Talvez temendo o fantasma que disseram ter sido avistado por terras de Ribeirão alguns Índios não compareceram aterrorizados com o tempo invernal. Mas nesta tribo existem guerreiros que fazem sempre frente a qualquer superstição e disseram presente a mais uma batalha por montes e vales da região.
Nove valentes guerreiros venceram as forças sobrenaturais que os puxavam para trás e conquistaram o terreno amaldiçoado do Monte de Santa Catarina de uma forma esforçada mas sempre alegre.
No interregno da batalha para reforçar o corpo e mente, foi feita uma incursão à cidade onde se viu algumas das cavalgaduras que iriam fazer a “super-especial de rally de Famalicão” e se aproveitou para aconchegar os estômagos.
Mas os corvos pairavam nos céus e faziam prever mais luta pelo que os bravos da tribo subiram para as suas montadas e se puseram em caminho para conquistar os “Cabeçudos”.
A batalha foi ganha mas não sem antes o fantasma dos furos ter atacado “El Capitão” e uma bomba teimosamente não estar a querer aparecer.
No final e já no ninho estes guerreiros retemperam as suas forças com bebidas energéticas e camarões dos pobres, ao que lhe chamamos “um Figo”.
Sim 33. Não, não estamos doentes! Foram mesmo 33 os “kilo”metros que fizemos, e digo “kilo”metros porque foram pesados, quer pelas roupas molhadas quer pelo terreno empapado que fazia com que a força gravítica se nos presenteasse com mais um contacto inesperado.
Talvez temendo o fantasma que disseram ter sido avistado por terras de Ribeirão alguns Índios não compareceram aterrorizados com o tempo invernal. Mas nesta tribo existem guerreiros que fazem sempre frente a qualquer superstição e disseram presente a mais uma batalha por montes e vales da região.
Nove valentes guerreiros venceram as forças sobrenaturais que os puxavam para trás e conquistaram o terreno amaldiçoado do Monte de Santa Catarina de uma forma esforçada mas sempre alegre.
No interregno da batalha para reforçar o corpo e mente, foi feita uma incursão à cidade onde se viu algumas das cavalgaduras que iriam fazer a “super-especial de rally de Famalicão” e se aproveitou para aconchegar os estômagos.
Mas os corvos pairavam nos céus e faziam prever mais luta pelo que os bravos da tribo subiram para as suas montadas e se puseram em caminho para conquistar os “Cabeçudos”.
A batalha foi ganha mas não sem antes o fantasma dos furos ter atacado “El Capitão” e uma bomba teimosamente não estar a querer aparecer.
No final e já no ninho estes guerreiros retemperam as suas forças com bebidas energéticas e camarões dos pobres, ao que lhe chamamos “um Figo”.
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