Este passeio marcou o regresso dos Índios do Monte aos trilhos orientados por gps ou, sob outro ponto de vista, o meu retorno ao seio da tribo…
O privilégio de poder planear os destinos do grupo nestas andanças permitiu-me escolher um percurso muito plano e sem grandes declives de forma a suavizar a carga física de quem esteve ausente durante as últimas semanas!
Baseado nos Trilhos de Esmeriz 2010, o trajeto percorrido assemelhou-se a uma outrora linha alternadeira, camuflada sem a respetiva rodinha vermelha… A passagem junto à bela Quinta do Arquinho constituiu o expoente máximo deste registo. Depois de Esmeriz, o grupo fez uma incursão pelo Monte do Facho, em Calendário, numa toada de sobe e desce que culminou com a queda aparatosa de um elemento num trilho enlameado disfarçado de terreno firme…
domingo, 30 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Covelas no Outono
Sempre que surge uma oportunidade o grupo ruma a Covelas, local de eleição de alguns índios para a prática de btt.
Já fazia muito tempo que a Tribo não encarava uma jornada com condições climatéricas mais adversas. De fato, o Outono soalheiro tem proporcionado um Verão fora de época.
Na ausência dos habituais repórteres, o Paulo Magalhães disponibilizou-me o track e a respetiva altimetria referentes a este passeio. O resto da crónica terá de ser escrito pelos participantes…
Já fazia muito tempo que a Tribo não encarava uma jornada com condições climatéricas mais adversas. De fato, o Outono soalheiro tem proporcionado um Verão fora de época.
Na ausência dos habituais repórteres, o Paulo Magalhães disponibilizou-me o track e a respetiva altimetria referentes a este passeio. O resto da crónica terá de ser escrito pelos participantes…
domingo, 16 de outubro de 2011
Monte da Cividade
“O Monte da Cividade, com 153m de altitude é um dos dois montes próximos da cidade da Póvoa de Varzim. O monte está localizado na freguesia de Terroso, a leste da cidade, e é o segundo monte mais alto do concelho, depois do monte de São Félix. Estes montes fazem parte da sequência montanhosa da Serra de Rates.
No topo do monte, encontra-se a cividade de Terroso, uma antiga e importante cidade da cultura “Castreja” com cerca de 3000 anos de existência, que no entanto foi habitada por cerca de mil anos.
O monte e a sua cividade foram descritos nas Memórias Paroquiais de 1758: esta freguesia de Terroso toda ela é rodeada de campos lavradios, e só por uma parte no meio cresce um Monte mais levantado, que é tanto, como a tersa parte dos campos lavradios tidos na freguesia.
Dizem os Antigos que este monte era uma cidade de Mouros, por tal facto se chama Monte da Cividade.
Em redor do monte, foram também descobertas mamoas cujas construções recuam ao início do povoamento da região, bastante anterior ao povoamento da cividade.
Nas suas encostas encontram-se duas aldeias, Sejães a nascente e Terroso a poente.”
É com satisfação que os Índios do Monte têm recebido caras novas, 3 amigos neste Domingo! Bem-vindos!
No topo do monte, encontra-se a cividade de Terroso, uma antiga e importante cidade da cultura “Castreja” com cerca de 3000 anos de existência, que no entanto foi habitada por cerca de mil anos.
O monte e a sua cividade foram descritos nas Memórias Paroquiais de 1758: esta freguesia de Terroso toda ela é rodeada de campos lavradios, e só por uma parte no meio cresce um Monte mais levantado, que é tanto, como a tersa parte dos campos lavradios tidos na freguesia.
Dizem os Antigos que este monte era uma cidade de Mouros, por tal facto se chama Monte da Cividade.
Em redor do monte, foram também descobertas mamoas cujas construções recuam ao início do povoamento da região, bastante anterior ao povoamento da cividade.
Nas suas encostas encontram-se duas aldeias, Sejães a nascente e Terroso a poente.”
É com satisfação que os Índios do Monte têm recebido caras novas, 3 amigos neste Domingo! Bem-vindos!
domingo, 9 de outubro de 2011
Terceira Travessia do Ave
Reportagem e fotos by Nuno Moreira
Passava pouco das oito horas quando se optimizava tudo para dar inicio a mais um itinerário. Estranho!!! Umas bikes viradas a Norte e outras viradas a Sul, estaria a bússola com problemas…
Pois havia alguns segredos a descobrir sobre a “tal travessia”, mas com algumas dicas todas as bikes se viraram para Sul e lá se deu início ao que se viria a comprovar como um magnífico passeio.
Com uma volta a rondar os 40 Kms, recheada de trilhos um pouco penosos, (Covelas, Vilar da Luz, S. Gens...) trilhos esses que nos levaram até “Chaves”, para a deliciosa travessia, um pouco molhada é verdade mas sempre deliciosa de Bairros para Fradelos.
Com tanto calor que se fazia sentir, que até nos parecia uns 40º, rapidamente tudo ficou mais fresco, pode-se dizer mais molhado.
E assim com espanto de alguns e o regalo de outros o objectivo foi verdadeiramente cumprido dentro do que já anteriormente fora estabelecido.
Passava pouco das oito horas quando se optimizava tudo para dar inicio a mais um itinerário. Estranho!!! Umas bikes viradas a Norte e outras viradas a Sul, estaria a bússola com problemas…
Pois havia alguns segredos a descobrir sobre a “tal travessia”, mas com algumas dicas todas as bikes se viraram para Sul e lá se deu início ao que se viria a comprovar como um magnífico passeio.
Com uma volta a rondar os 40 Kms, recheada de trilhos um pouco penosos, (Covelas, Vilar da Luz, S. Gens...) trilhos esses que nos levaram até “Chaves”, para a deliciosa travessia, um pouco molhada é verdade mas sempre deliciosa de Bairros para Fradelos.
Com tanto calor que se fazia sentir, que até nos parecia uns 40º, rapidamente tudo ficou mais fresco, pode-se dizer mais molhado.
E assim com espanto de alguns e o regalo de outros o objectivo foi verdadeiramente cumprido dentro do que já anteriormente fora estabelecido.
domingo, 2 de outubro de 2011
Viatodos sem pista
As primeiras impressões que me ocorrem sobre este passeio focam-se no desânimo demonstrado por alguns índios devido ao erro de casting protagonizado pelo trajecto deste Domingo. A esperança de uma incursão pela pista de downhill de Viatodos esbarrou na intransigência do traçado gravado no gps.
O plano de trabalho traduzia um passeio entre algumas freguesias limítrofes do concelho de Barcelos. Em Carvalhas, onde noutros passeios procurei sem sucesso o Forno dos Mouros, o Monte da Saia presenteou-nos com subidas e descidas onde a técnica foi a nota mais dominante.
Alguns quilómetros depois, a tribo chegou ao Monte de Fralães com o intuito de alcançar a famigerada pista de Viatodos, que acabou por ser contornada, criando algum desalento no grupo pelo esforço inglório que havia sido consumido…
No regresso a casa, a diversidade dos terrenos percorridos permitiu diferentes ritmos de andamento e, por momentos, velocidades acima dos 50 km/h.
O plano de trabalho traduzia um passeio entre algumas freguesias limítrofes do concelho de Barcelos. Em Carvalhas, onde noutros passeios procurei sem sucesso o Forno dos Mouros, o Monte da Saia presenteou-nos com subidas e descidas onde a técnica foi a nota mais dominante.
Alguns quilómetros depois, a tribo chegou ao Monte de Fralães com o intuito de alcançar a famigerada pista de Viatodos, que acabou por ser contornada, criando algum desalento no grupo pelo esforço inglório que havia sido consumido…
No regresso a casa, a diversidade dos terrenos percorridos permitiu diferentes ritmos de andamento e, por momentos, velocidades acima dos 50 km/h.
domingo, 25 de setembro de 2011
Covelas sem paredes
Após um passeio épico nas Terras de Basto, a Tribo voltou aos terrenos nas nossas redondezas, com particular incidência no concelho da Trofa. Nas frequentes visitas dos Índios do Monte a Covelas, os trilhos normalmente frequentados esbarram em subidas que parecem autênticas paredes. Foi com alguma admiração, por isso, que a tribo registou neste domingo um percurso mais adocicado por entre aqueles sobe-e-desces.
Num ápice, o pelotão serpenteou os trilhos de Covelas em direção a Lantemil, num registo agradável apesar de pequenas partidas provocadas pelo “track sem subidas”…
Uma observação especial para o aparecimento de duas novas bicicletas (belos brinquedos, do Hugo e do Miguel!) neste passeio. Parabéns e votos de muitos e agradáveis momentos de btt com as vossas novas parcerias…
Num ápice, o pelotão serpenteou os trilhos de Covelas em direção a Lantemil, num registo agradável apesar de pequenas partidas provocadas pelo “track sem subidas”…
Uma observação especial para o aparecimento de duas novas bicicletas (belos brinquedos, do Hugo e do Miguel!) neste passeio. Parabéns e votos de muitos e agradáveis momentos de btt com as vossas novas parcerias…
sábado, 17 de setembro de 2011
Senhora da Graça e Serra do Alvão
Entre todas as palavras que eu possa utilizar daqui até ao fim desta crónica, estou certo de que nenhuma fará a devida justiça sobre a excelência deste passeio...
Ainda o sol dormia quando o grupo começou a formar-se junto ao Ninho dos Índios. A mítica subida da Senhora da Graça (ícone do panorama ciclístico nacional, no Monte Farinha) e a esplendorosa Serra do Alvão eram motivo mais que suficiente para obrigar a tribo a madrugar.
Após os necessários reajustamentos na logística deste evento, o grupo rumou até Mondim de Basto para cumprir todas as etapas previstas. E foi com as expetativas ao rubro que os 17 elementos treparam o Monte Farinha, estonteante e magnífico cone montanhoso que culmina ao fim de cerca de 900 metros de altitude no Santuário de Nossa Senhora da Graça.
A pausa necessária para o primeiro reforço de energias serviu também para que o grupo pudesse comtemplar as belas paisagens circundantes, e absorver todo o simbolismo daquela etapa. Pouco depois, todos os elementos do pelotão desciam a grande velocidade para se embrenharem nas entranhas do monte, onde a singularidade dos trilhos e dos cenários proporcionavam verdadeiro deslumbre entre todos os participantes.
As dificuldades que a incursão pela Serra do Alvão fomentou foram atenuadas pelo abençoado aparecimento de uma carrinha de venda ambulante de gelados, para gaudio da tribo… Foi um pequeno bónus a anteceder uma penosa subida ao alto da serra. Após a paragem obrigatória para o lanche reforçado, em substituição do almoço, o grupo percorreu quilómetros de terreno acompanhando as eólicas que “florescem” naquela serra, numa comunhão bem conseguida com a Natureza.
Um dos pontos de referência deste passeio foi alcançado em pleno Parque Nacional do Alvão, a Cascata das Fisgas do Ermelo (uma das maiores quedas de água de Portugal e uma das maiores da Europa). Indubitavelmente, este complexo montanhoso impõe imenso respeito a todos que ousam dar uma espreitadela…
Apesar de alguma dureza própria de um grande evento, o estado anímico no fim deste passeio refletia o regozijo e orgulho pelos quase 80 quilómetros pedalados numa jornada com o melhor que o btt proporciona: natureza, aventura, multiplicidade, diversão e companheirismo!
Ainda o sol dormia quando o grupo começou a formar-se junto ao Ninho dos Índios. A mítica subida da Senhora da Graça (ícone do panorama ciclístico nacional, no Monte Farinha) e a esplendorosa Serra do Alvão eram motivo mais que suficiente para obrigar a tribo a madrugar.
Após os necessários reajustamentos na logística deste evento, o grupo rumou até Mondim de Basto para cumprir todas as etapas previstas. E foi com as expetativas ao rubro que os 17 elementos treparam o Monte Farinha, estonteante e magnífico cone montanhoso que culmina ao fim de cerca de 900 metros de altitude no Santuário de Nossa Senhora da Graça.
A pausa necessária para o primeiro reforço de energias serviu também para que o grupo pudesse comtemplar as belas paisagens circundantes, e absorver todo o simbolismo daquela etapa. Pouco depois, todos os elementos do pelotão desciam a grande velocidade para se embrenharem nas entranhas do monte, onde a singularidade dos trilhos e dos cenários proporcionavam verdadeiro deslumbre entre todos os participantes.
As dificuldades que a incursão pela Serra do Alvão fomentou foram atenuadas pelo abençoado aparecimento de uma carrinha de venda ambulante de gelados, para gaudio da tribo… Foi um pequeno bónus a anteceder uma penosa subida ao alto da serra. Após a paragem obrigatória para o lanche reforçado, em substituição do almoço, o grupo percorreu quilómetros de terreno acompanhando as eólicas que “florescem” naquela serra, numa comunhão bem conseguida com a Natureza.
Um dos pontos de referência deste passeio foi alcançado em pleno Parque Nacional do Alvão, a Cascata das Fisgas do Ermelo (uma das maiores quedas de água de Portugal e uma das maiores da Europa). Indubitavelmente, este complexo montanhoso impõe imenso respeito a todos que ousam dar uma espreitadela…
Apesar de alguma dureza própria de um grande evento, o estado anímico no fim deste passeio refletia o regozijo e orgulho pelos quase 80 quilómetros pedalados numa jornada com o melhor que o btt proporciona: natureza, aventura, multiplicidade, diversão e companheirismo!
domingo, 11 de setembro de 2011
Pelos esconderijos do Rei D. Miguel
Na semana que precede o nosso passeio até terras de Basto, resolvi promover um treino ligeiramente mais forte que o costume, numa ótica de melhoria gradual da forma física da tribo. É com natural regozijo que constato neste momento a concretização dos objetivos propostos.
Com um plano devidamente delineado, os Índios do Monte deixaram o Ninho pedalando pelo asfalto até à cidade de Famalicão. O Parque de Sinçães, amplo espaço relvado com árvores e zona de lazer da cidade, onde também se situa a Casa das Artes, assinalava o início do trajeto no GPS. Alguns quilómetros depois, o grupo lograva chegar ao ponto alto desta jornada: o Penedo das Letras, em S. Pedro de Oliveira.
Do seu património destaque para o 'Penedo das Letras', que inspirou ao longo de tempos lendas e narrativas de amores proibidos. Diz-se que ali se refugiava o Rei D. Miguel para se esquecer dos conflitos com a sua mãe. Porém, o povo sempre afirmou que o rei vinha ao Penedo das letras para cortejar uma moça da terra.
Ao lado do penedo existe um cruzeiro da Independência que evoca as datas de 1140, 1640 e 1940 e um outro com a seguinte inscrição: 'Veio e subiu a estas pedras sua majestade o Sr. D. Miguel I". (in Wikipedia)
O regresso a casa, com passagem pelo Monte de Airão, decorreu de forma célere, com o grupo a assinalar no Ninho dos Índios a comemoração de mais um Aniversário de um elemento (Parabéns Amigo Fruitas!)
Com um plano devidamente delineado, os Índios do Monte deixaram o Ninho pedalando pelo asfalto até à cidade de Famalicão. O Parque de Sinçães, amplo espaço relvado com árvores e zona de lazer da cidade, onde também se situa a Casa das Artes, assinalava o início do trajeto no GPS. Alguns quilómetros depois, o grupo lograva chegar ao ponto alto desta jornada: o Penedo das Letras, em S. Pedro de Oliveira.
Do seu património destaque para o 'Penedo das Letras', que inspirou ao longo de tempos lendas e narrativas de amores proibidos. Diz-se que ali se refugiava o Rei D. Miguel para se esquecer dos conflitos com a sua mãe. Porém, o povo sempre afirmou que o rei vinha ao Penedo das letras para cortejar uma moça da terra.
Ao lado do penedo existe um cruzeiro da Independência que evoca as datas de 1140, 1640 e 1940 e um outro com a seguinte inscrição: 'Veio e subiu a estas pedras sua majestade o Sr. D. Miguel I". (in Wikipedia)
O regresso a casa, com passagem pelo Monte de Airão, decorreu de forma célere, com o grupo a assinalar no Ninho dos Índios a comemoração de mais um Aniversário de um elemento (Parabéns Amigo Fruitas!)
domingo, 4 de setembro de 2011
Nova temporada – por Vilar de Luz
Aos poucos, os corpos preguiçosos largam o comodismo que caracteriza o período de descanso… e neste Domingo a tribo ficou composta por 14 elementos.
Neste regresso oficial à vida ativa, nada melhor do que um passeio leve para desentorpecer os músculos e reanimar o espírito próprio dos Índios do Monte. Assim, para dar início à nova temporada, o grupo regressou ao Aeródromo de Vilar de Luz, percorrendo os trilhos singulares de Covelas sob a orientação do Gusto e do Securas.
Neste regresso oficial à vida ativa, nada melhor do que um passeio leve para desentorpecer os músculos e reanimar o espírito próprio dos Índios do Monte. Assim, para dar início à nova temporada, o grupo regressou ao Aeródromo de Vilar de Luz, percorrendo os trilhos singulares de Covelas sob a orientação do Gusto e do Securas.
domingo, 28 de agosto de 2011
Pedaladas de pré-época...
Agosto é tipicamente um mês dedicado ao descanso e relaxamento físico-mental, resultando neste período uma ausência natural dos Índios do Monte nos trilhos. Pelo que sei, houveram elementos que não anuíram a esta máxima e foram mantendo a actividade da tribo ao longo das últimas semanas.
Neste Domingo, o despertador teimava em repetir a música desde as 7 da manhã, obrigando-me a repensar as minhas prioridades para este dia. Assim, e sem muita vontade, renunciei ao repouso e preparei a bicicleta para o regresso ao seio da tribo.
Mais uma vez, coube ao Coelho a definição do trajecto que o grupo ia percorrendo desde do centro de Ribeirão passando por Fradelos, Balasar, Gondifelos, Cavalões e Vilarinho das Cambas. Neste particular não podia deixar de referenciar a passagem pelo Monte de Santa Catarina, onde impera a tristeza de uma paisagem calcinada pelo fogo...
Num passeio com 30 quilómetros, percorridos pelos oito elementos que compareceram, dei por mim a duvidar se teria tomado a decisão correcta devido ao cansaço manifestado pelos músculos em vários momentos do percurso. Indubitavelmente a conclusão é sempre a mesma: vale a pena sofrer por aquilo que gostamos de viver! E venha depressa o próximo passeio!
Amigos, a nova época começou!
Neste Domingo, o despertador teimava em repetir a música desde as 7 da manhã, obrigando-me a repensar as minhas prioridades para este dia. Assim, e sem muita vontade, renunciei ao repouso e preparei a bicicleta para o regresso ao seio da tribo.
Mais uma vez, coube ao Coelho a definição do trajecto que o grupo ia percorrendo desde do centro de Ribeirão passando por Fradelos, Balasar, Gondifelos, Cavalões e Vilarinho das Cambas. Neste particular não podia deixar de referenciar a passagem pelo Monte de Santa Catarina, onde impera a tristeza de uma paisagem calcinada pelo fogo...
Num passeio com 30 quilómetros, percorridos pelos oito elementos que compareceram, dei por mim a duvidar se teria tomado a decisão correcta devido ao cansaço manifestado pelos músculos em vários momentos do percurso. Indubitavelmente a conclusão é sempre a mesma: vale a pena sofrer por aquilo que gostamos de viver! E venha depressa o próximo passeio!
Amigos, a nova época começou!
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