«Situada a meio caminho entre V. N. de Famalicão e Braga (…) a freguesia de Ruílhe mantém os traços bem vincados que a profunda ruralidade dos séculos passados lhe incutiu.»
Seria apenas mais um ponto de passagem, mas as vicissitudes dos acontecimentos resultaram numa falha do equipamento tecnológico que nos conduzia por aqueles lados… Assim, Ruilhe acabou por se transformar numa agradável sala de estar para os Índios do Monte que participaram neste passeio e permaneceram durante a hora de almoço nesta freguesia bracarense.
Contornando a lógica dos habituais passeios aos Domingos, a tribo promoveu um treino mais prolongado de forma a aprimorar a forma física para a participação na peregrinação a Santiago de Compostela.
A primeira incursão no monte ocorreu na zona de Belêco, com o grupo a acompanhar o leito do Rio Veirão até Vilarinho das Cambas, num misto de trilhos engraçados ainda perto de casa… O bom andamento da tribo foi interrompido no acesso à ciclovia perto da cidade de Famalicão devido a avaria de uma bike (drop out kaput). Os quilómetros seguintes foram percorridos por entre quintas reconhecidas por Mouquim e Lemenhe, com a particularidade feliz de reencontrarmos o Caracol de outras andanças…
Ao km 27, na saída de um monte por terras de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália…) o gps resolveu meter folga e obrigar os elementos da tribo a largar o plano inicial e recorrer ao sentido de orientação e ao espírito aventureiro de forma a prosseguir o passeio. E no “pra frente é que é caminho…” encontramos umas fitas no monte que nos orientou por outros trilhos na zona de Tebosa até Ruilhe…
No pós-almoço, o grupo fez mais uma incursão no monte em Arentim e Cunha antes de retomar o caminho de casa por caminhos e estradas rurais.
No total ficou o registo de cerca de 70 km de um belo passeio que terminou às 16 horas…
… e à noite os Índios do Monte reagruparam-se para um jantar-convívio na Churrasqueira Flores do Lago, em Fradelos.
… Estes são os belos momentos que perduram na vida de um grupo:
domingo, 22 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Rumo à Cividade
Mais uma vez, a ausência proporciona a falta de informações para poder redigir uma crónica de acordo com os nossos pergaminhos.
Ainda a rescaldar de outras andanças fora da Tribo pela Serra da Freita com o Nuno e outros amigos (dos bttpinoco), encontrei neste Domingo ao fim da manhã alguns residentes no Ninho dos Índios que me relataram sucintamente um passeio ao Monte da Cividade por trilhos alternativos, num rumo diferente as anteriores incursões a este local…
E não havendo mais nada, aqui fica um registo do cameraman Nando "Fruitas":
Untitled from Artur Santos on Vimeo.
Ainda a rescaldar de outras andanças fora da Tribo pela Serra da Freita com o Nuno e outros amigos (dos bttpinoco), encontrei neste Domingo ao fim da manhã alguns residentes no Ninho dos Índios que me relataram sucintamente um passeio ao Monte da Cividade por trilhos alternativos, num rumo diferente as anteriores incursões a este local…
E não havendo mais nada, aqui fica um registo do cameraman Nando "Fruitas":
Untitled from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 8 de maio de 2011
Endurance Biking por trilhos picantes
Neste Domingo em que os “especialistas da TV” garantiam muitos metros cúbicos de água a cair dos céus (felizes os loucos que se enganam!), os Índios do Monte saíram do Ninho em direção à Trofa e tiveram oportunidade de reviver algumas maluqueiras que faziam parte dos primeiros passeios, numa espécie de regresso à génese desta Tribo.
O mato, as silvas e algumas urtigas foram constantemente rasgados pelos elementos do pelotão e provocaram muitos momentos picantes ao longo deste passeio. Por trilhos do Bicho, Guidões e Guilhabreu, a Tribo viu-se obrigada a penar com a bicicleta às costas ou a pé por diversas vezes de forma a conciliar os variados caminhos, ocultos pela vegetação densa e agressiva, numa incursão por terrenos desconhecidos.
Neste Endurance Biking, pensado para promover a preparação física dos “pelegrinos” para o “camiño” que se aproxima, fica também o registo de uma paragem forçada da Tribo devido a um bloqueio do percurso por um veículo que produzia outros momentos picantes…
Na soma destes acontecimentos, registamos uma manhã de Domingo muito bem passada, com a boa disposição a marcar sempre presença, mesmo com a necessidade de um regresso apressado a casa…
NOTA DO ADMINISTRADOR:
Por algum motivo totalmente alheio à minha pessoa, algum conteúdo deste blogue desapareceu (reportagem desta semana e os comentários escritos no dia 12).
Finalmente o vídeo:
O mato, as silvas e algumas urtigas foram constantemente rasgados pelos elementos do pelotão e provocaram muitos momentos picantes ao longo deste passeio. Por trilhos do Bicho, Guidões e Guilhabreu, a Tribo viu-se obrigada a penar com a bicicleta às costas ou a pé por diversas vezes de forma a conciliar os variados caminhos, ocultos pela vegetação densa e agressiva, numa incursão por terrenos desconhecidos.
Neste Endurance Biking, pensado para promover a preparação física dos “pelegrinos” para o “camiño” que se aproxima, fica também o registo de uma paragem forçada da Tribo devido a um bloqueio do percurso por um veículo que produzia outros momentos picantes…
Na soma destes acontecimentos, registamos uma manhã de Domingo muito bem passada, com a boa disposição a marcar sempre presença, mesmo com a necessidade de um regresso apressado a casa…
NOTA DO ADMINISTRADOR:
Por algum motivo totalmente alheio à minha pessoa, algum conteúdo deste blogue desapareceu (reportagem desta semana e os comentários escritos no dia 12).
Finalmente o vídeo:
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Sete Fontes e Nascente do Rio Este
Já há bastante tempo que tinha na minha agenda este track que encontrei ao acaso na Internet. Depois de uma Páscoa particularmente generosa em termos gastro-degustativos nada melhor do que um percurso pela cidade dos arcebispos para queimar os resíduos no organismo e fazer gazeta às férias da minha tribo.
Assim, esta manhã e sob um Sol quente que já se fazia sentir, eu e o bttpinoco Zé KTM, chegávamos junto a um conhecido shopping em Lamaçães (Braga) para descarregar as bikes dos suportes e começar a pedalar em direção a São Víctor até encontrarmos o Aqueduto das Sete Fontes, um dos motivos que suscitara a minha curiosidade por este percurso.
Com trilhos bastante diversificados, com bastantes singletracks a exigir técnica mais apurada, este passeio revelou-se surpreendente por montes que eu desconhecia existirem em Braga (provavelmente ando a sair pouco…)…
Outro aperitivo deste cartaz bracarense constituía na passagem pela Nascente do Rio Este, cujo momento foi aproveitado para repor algumas energias.
Para concluir, ficam as imagens de um passeio a repetir no futuro (com a tribo!).
Assim, esta manhã e sob um Sol quente que já se fazia sentir, eu e o bttpinoco Zé KTM, chegávamos junto a um conhecido shopping em Lamaçães (Braga) para descarregar as bikes dos suportes e começar a pedalar em direção a São Víctor até encontrarmos o Aqueduto das Sete Fontes, um dos motivos que suscitara a minha curiosidade por este percurso.
Com trilhos bastante diversificados, com bastantes singletracks a exigir técnica mais apurada, este passeio revelou-se surpreendente por montes que eu desconhecia existirem em Braga (provavelmente ando a sair pouco…)…
Outro aperitivo deste cartaz bracarense constituía na passagem pela Nascente do Rio Este, cujo momento foi aproveitado para repor algumas energias.
Para concluir, ficam as imagens de um passeio a repetir no futuro (com a tribo!).
domingo, 17 de abril de 2011
Bordas do Ave
O diário de bordo dos Índios do Monte regista esta semana um passeio com a folha de presenças bastante preenchida (julgo que 19 aderentes…). Neste particular, devo saudar o regresso do Pinto às hostes bttistas após vários meses de ausência.
Com um traçado desenhado de forma a beijar as bordas do Rio Ave por diversas vezes, o track proporcionou um bom ritmo de andamento e alguns cenários apenas possíveis de vislumbrar nesta altura do ano. A simultaneidade de alguns pontos proporcionou a identificação das setas amarelas dos Caminhos de Santiago, nomeadamente na travessia da Ponte D. Zameiro.
Desde Ribeirão até Vila do Conde, com passagens periféricas ao rio em Fradelos, Ferreiró e Tougues, diversificaram-se os momentos em que a diversão reinava. Neste capítulo, o destaque vai para “el trepador” Mesquita que, farto do terreno plano, resolveu testar outras altitudes durante a paragem para o lanchezito habitual algures no monte.
No final desta jornada, no Ninho dos Índios, a Tribo registava no odómetro um total mínimo de 49 quilómetros (alguns elementos, oriundos de Fradelos, fizeram muitos mais…).
Em nome dos Índios do Monte, desejo a todos os que nos acompanham e às respectivas Famílias e Amigos uma Páscoa Feliz!
Captação de imagens by Hugo Couto
Bordas do Ave from Artur Santos on Vimeo.
Com um traçado desenhado de forma a beijar as bordas do Rio Ave por diversas vezes, o track proporcionou um bom ritmo de andamento e alguns cenários apenas possíveis de vislumbrar nesta altura do ano. A simultaneidade de alguns pontos proporcionou a identificação das setas amarelas dos Caminhos de Santiago, nomeadamente na travessia da Ponte D. Zameiro.
Desde Ribeirão até Vila do Conde, com passagens periféricas ao rio em Fradelos, Ferreiró e Tougues, diversificaram-se os momentos em que a diversão reinava. Neste capítulo, o destaque vai para “el trepador” Mesquita que, farto do terreno plano, resolveu testar outras altitudes durante a paragem para o lanchezito habitual algures no monte.
No final desta jornada, no Ninho dos Índios, a Tribo registava no odómetro um total mínimo de 49 quilómetros (alguns elementos, oriundos de Fradelos, fizeram muitos mais…).
Em nome dos Índios do Monte, desejo a todos os que nos acompanham e às respectivas Famílias e Amigos uma Páscoa Feliz!
Captação de imagens by Hugo Couto
Bordas do Ave from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 10 de abril de 2011
Rota do Arquinho
Crónica e Fotos de Nuno Moreira
Neste Domingo, 14 famosos índios sairam bem cedo das suas tendas para se reunirem no “Ninho” e rumarem com Espírito de Aventura guiados pelo já afamado gps o track dos trilhos de Esmeriz.
De repente reparando no visor do gps noto que a célebre Quinta do Arquinho estava assinalada com uma bandeira...
Pouco depois passando pela não menos famosa Pista de Motocrosse, mas não seguindo o mesmo critério, aqui não havia bandeira…
Continuando o percurso rumamos ao Alto do Bairral, fazendo a nossa habitual pausa para o reforço alimentar, tendo aqui uma corrente de agua fresca.
Dá-se o primeiro furo do percurso, continuando e não mais de 3 kms e somos presenteados com o segundo furo, tudo bem resolvido, como sempre.
Estando os ponteiros do relógio já em muito adianto, resolvemos regressar ao ponto de partida, aguardava-nos uma inauguração, sem champanhe e sem missa campal é certo, mas com as já habituais bebidas acompanhadas de petiscos e de boa alegria.
Deixei o desfecho desta crónica para engrandecer o Sr. José Andrade e a sua Família a agradável e excelente atitude que tiveram com esta Tribo, um MUITO, MUITO OBRIGADO em nome de Toda a Tribo pelo cantinho criado, agora mais conhecido por “Ninho dos Índios”.
domingo, 3 de abril de 2011
Circuito trofense
Antes de mais, soube que a tribo foi “prós lados da Trofa!”
A recusa de obedecer a um percurso com orientação por gps só podia resultar nisto:
Não consigo conceber uma crónica onde possa abordar com conhecimento de causa os locais da passagem dos Índios do Monte neste passeio.
Esta relutância não me impede, porém, de sublinhar alguns aspetos que sobressaem do registo fotográfico que me foi facultado.
Desde já importa evidenciar o bom trabalho desenvolvido pelo Nuno nesta tarefa algo ingrata de andar no para-arranque que as fotos obrigam.
Depois devo relevar a adesão da tribo neste Domingo, numa concentração nem sempre habitual.
As imagens indiciam um trajeto com paisagens muito agradáveis (próprias desta época primaveril) e trilhos propícios à prática de btt, aparentemente percorridos a bom ritmo.
Amigos, continuem com os bons passeios e até um dia destes…
Crónica escrita ao abrigo das alterações gráficas
previstas pelo Acordo Ortográfico de 1990
Fotos by Nuno Moreira
A recusa de obedecer a um percurso com orientação por gps só podia resultar nisto:
Não consigo conceber uma crónica onde possa abordar com conhecimento de causa os locais da passagem dos Índios do Monte neste passeio.
Esta relutância não me impede, porém, de sublinhar alguns aspetos que sobressaem do registo fotográfico que me foi facultado.
Desde já importa evidenciar o bom trabalho desenvolvido pelo Nuno nesta tarefa algo ingrata de andar no para-arranque que as fotos obrigam.
Depois devo relevar a adesão da tribo neste Domingo, numa concentração nem sempre habitual.
As imagens indiciam um trajeto com paisagens muito agradáveis (próprias desta época primaveril) e trilhos propícios à prática de btt, aparentemente percorridos a bom ritmo.
Amigos, continuem com os bons passeios e até um dia destes…
Crónica escrita ao abrigo das alterações gráficas
previstas pelo Acordo Ortográfico de 1990
Fotos by Nuno Moreira
domingo, 20 de março de 2011
De(volta) ao Monte de São Félix
Crónica e Fotos de Nuno Moreira
Oito e qualquer coisa e a Tribo já rumava pelo trilho anteriormente preparado pelo eminente Índio Artur, ao qual deixo aqui em nome do grupo um muito obrigado e o desejo de aceleradas melhoras.
Debaixo de um maravilhoso sol primaveril, rumando aos primeiros quilómetros de um percurso que se previa bastante árduo, mas com um só objectivo: toda a tribo no cimo do Monte de São Félix.
Diga-se que etapa a etapa, dificuldade por dificuldade, monte após monte a Tribo mais uma vez cumpriu o objectivo planeado.
Atingido o ponto mais elevado da altimetria registada no gps, hora então para a tal pausa já rotineira e merecida. Repor energias é uma obrigação, mas nem sempre temos a sorte de ter como pano de fundo tão deslumbrante paisagem, podendo tão distante ter a ventura de poder observar o mar.
Hora da descida para todos os Índios regressarem às suas tendas e às suas tribos domésticas, devido ao já tardio da hora fomos obrigados ao encurtamento do trilho, ou seja, fica algo para cumprir em rotas futuras…
Aqui fica o registo fotográfico de cerca de 50 km solarengos…
Oito e qualquer coisa e a Tribo já rumava pelo trilho anteriormente preparado pelo eminente Índio Artur, ao qual deixo aqui em nome do grupo um muito obrigado e o desejo de aceleradas melhoras.
Debaixo de um maravilhoso sol primaveril, rumando aos primeiros quilómetros de um percurso que se previa bastante árduo, mas com um só objectivo: toda a tribo no cimo do Monte de São Félix.
Diga-se que etapa a etapa, dificuldade por dificuldade, monte após monte a Tribo mais uma vez cumpriu o objectivo planeado.
Atingido o ponto mais elevado da altimetria registada no gps, hora então para a tal pausa já rotineira e merecida. Repor energias é uma obrigação, mas nem sempre temos a sorte de ter como pano de fundo tão deslumbrante paisagem, podendo tão distante ter a ventura de poder observar o mar.
Hora da descida para todos os Índios regressarem às suas tendas e às suas tribos domésticas, devido ao já tardio da hora fomos obrigados ao encurtamento do trilho, ou seja, fica algo para cumprir em rotas futuras…
Aqui fica o registo fotográfico de cerca de 50 km solarengos…
quarta-feira, 9 de março de 2011
Sra. da Graça, Alvão e Fisgas do Ermelo
Devido à minha ausência na tribo no passado fim de semana, não posso fazer a habitual crónica das aventuras dos Índios do Monte. No entanto, deixo aqui os registos fotográficos para possibilitar ao grupo a observação de outras andanças percorridas na passada 2ª-feira.
Uma aventura que se iniciou às 6:00h e terminou cerca de 12 horas mais tarde…
Uma aventura que se iniciou às 6:00h e terminou cerca de 12 horas mais tarde…
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Das Quedas ao Radar
As Quedas de Fervença do rio Leça em Carvalhal de Valinhas (Santo Tirso) devem ter servido de inspiração para a tribo neste fim de semana. O grupo ainda se encontrava em Ribeirão quando se deu a primeira queda do dia… e este episódio contaminou a maior parte dos elementos que se solidarizaram e experimentaram, ao longo da manhã, das mais variadas maneiras a arte da Queda…
A audácia de pretender promover uma incursão ao Monte Pilar numa manhã de Domingo incorre num risco enorme de tornar a diversão em momentos mais penosos. Assim, foi a penar que o grupo se deslocou até Santo Tirso (passando pela preciosa e histórica Ponte da Lagoncinha) percorrendo vários quilómetros de estrada. O contraste surgiu na chegada às Quedas de Fervença, que provoca sempre algum espanto derivado da sua rara beleza.
O passo seguinte, ou melhor, as pedaladas seguintes encaminharam a tribo pelo monte acima, algumas vezes por trilhos fatigantes que massacravam o grupo e obrigavam a seguir a pé…
Há muito tempo que se impunha uma visita à Estação de Radar N.º 2 da Força Aérea Portuguesa (Monte Pilar - Paços de Ferreira) e foi por breves instantes que os Índios do Monte permaneceram no local antes de retomar o regresso a casa através dos enormes penedos que adornam este monte….
Das Quedas ao Radar from Indios do Monte on Vimeo.
Vídeo também disponível no Facebook em:
http://www.facebook.com/video/?upload&oid=123195161066951#!/group.php?gid=123195161066951
A audácia de pretender promover uma incursão ao Monte Pilar numa manhã de Domingo incorre num risco enorme de tornar a diversão em momentos mais penosos. Assim, foi a penar que o grupo se deslocou até Santo Tirso (passando pela preciosa e histórica Ponte da Lagoncinha) percorrendo vários quilómetros de estrada. O contraste surgiu na chegada às Quedas de Fervença, que provoca sempre algum espanto derivado da sua rara beleza.
O passo seguinte, ou melhor, as pedaladas seguintes encaminharam a tribo pelo monte acima, algumas vezes por trilhos fatigantes que massacravam o grupo e obrigavam a seguir a pé…
Há muito tempo que se impunha uma visita à Estação de Radar N.º 2 da Força Aérea Portuguesa (Monte Pilar - Paços de Ferreira) e foi por breves instantes que os Índios do Monte permaneceram no local antes de retomar o regresso a casa através dos enormes penedos que adornam este monte….
Das Quedas ao Radar from Indios do Monte on Vimeo.
Vídeo também disponível no Facebook em:
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