Devido à minha ausência na tribo no passado fim de semana, não posso fazer a habitual crónica das aventuras dos Índios do Monte. No entanto, deixo aqui os registos fotográficos para possibilitar ao grupo a observação de outras andanças percorridas na passada 2ª-feira.
Uma aventura que se iniciou às 6:00h e terminou cerca de 12 horas mais tarde…
quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Das Quedas ao Radar
As Quedas de Fervença do rio Leça em Carvalhal de Valinhas (Santo Tirso) devem ter servido de inspiração para a tribo neste fim de semana. O grupo ainda se encontrava em Ribeirão quando se deu a primeira queda do dia… e este episódio contaminou a maior parte dos elementos que se solidarizaram e experimentaram, ao longo da manhã, das mais variadas maneiras a arte da Queda…
A audácia de pretender promover uma incursão ao Monte Pilar numa manhã de Domingo incorre num risco enorme de tornar a diversão em momentos mais penosos. Assim, foi a penar que o grupo se deslocou até Santo Tirso (passando pela preciosa e histórica Ponte da Lagoncinha) percorrendo vários quilómetros de estrada. O contraste surgiu na chegada às Quedas de Fervença, que provoca sempre algum espanto derivado da sua rara beleza.
O passo seguinte, ou melhor, as pedaladas seguintes encaminharam a tribo pelo monte acima, algumas vezes por trilhos fatigantes que massacravam o grupo e obrigavam a seguir a pé…
Há muito tempo que se impunha uma visita à Estação de Radar N.º 2 da Força Aérea Portuguesa (Monte Pilar - Paços de Ferreira) e foi por breves instantes que os Índios do Monte permaneceram no local antes de retomar o regresso a casa através dos enormes penedos que adornam este monte….
Das Quedas ao Radar from Indios do Monte on Vimeo.
Vídeo também disponível no Facebook em:
http://www.facebook.com/video/?upload&oid=123195161066951#!/group.php?gid=123195161066951
A audácia de pretender promover uma incursão ao Monte Pilar numa manhã de Domingo incorre num risco enorme de tornar a diversão em momentos mais penosos. Assim, foi a penar que o grupo se deslocou até Santo Tirso (passando pela preciosa e histórica Ponte da Lagoncinha) percorrendo vários quilómetros de estrada. O contraste surgiu na chegada às Quedas de Fervença, que provoca sempre algum espanto derivado da sua rara beleza.
O passo seguinte, ou melhor, as pedaladas seguintes encaminharam a tribo pelo monte acima, algumas vezes por trilhos fatigantes que massacravam o grupo e obrigavam a seguir a pé…
Há muito tempo que se impunha uma visita à Estação de Radar N.º 2 da Força Aérea Portuguesa (Monte Pilar - Paços de Ferreira) e foi por breves instantes que os Índios do Monte permaneceram no local antes de retomar o regresso a casa através dos enormes penedos que adornam este monte….
Das Quedas ao Radar from Indios do Monte on Vimeo.
Vídeo também disponível no Facebook em:
http://www.facebook.com/video/?upload&oid=123195161066951#!/group.php?gid=123195161066951
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Monte Airão
Quase que bastaria escrever o título desta crónica para resumir o passeio deste fim-de-semana… Quem já explorou o local, reconhece perfeitamente pelo nome uma grande abundância de ingredientes necessários para uma jornada de btt bem preenchida!
A manhã acordou nublada e a convidar a tribo para realizar um passeio mais prolongado, concretizando assim o sufrágio promovido há duas semanas.
À hora prevista o grupo começou a pedalar pelas ruas de Ribeirão até à Rotunda do Senhor dos Perdões, onde fez a primeira incursão em terrenos mais “inclinados”, de forma a aquecer os músculos para os quilómetros que se aproximavam… Alcançado o ritmo certo, o grupo seguiu até aos arredores da cidade de Famalicão, onde reconheceu as setas amarelas que identificam os Caminhos de Santiago e que nos acompanharam até São Martinho do Vale.
A aproximação ao Monte Airão foi realizada pelo lado de Requião, junto à Quinta de Compostela. As condições do terreno nesta parte do percurso caracterizam um retrocesso no tempo: a estrada em asfalto dá lugar a caminhos empedrados (em paralelo) que se perdem por fim nos terrenos mais rudimentares do monte. A passagem junto à Mamoa I de Vermoim (Mar-de-Água) foi assinalada com fotos do grupo e aproveitada para o necessário reforço de energias.
Retomado o andamento e após a passar junto à Pedreira de Airão, a tribo iniciou o retorno a casa através de um trilho excelente para uma descida rápida até Portela. A chuva começava a fazer-nos companhia nesta freguesia e o mau tempo foi-se agravando a cada quilómetro alcançado, chegando a dificultar a visibilidade na estrada nacional que nos encaminhava a casa…
Monte Airão from Indios do Monte on Vimeo.
A manhã acordou nublada e a convidar a tribo para realizar um passeio mais prolongado, concretizando assim o sufrágio promovido há duas semanas.
À hora prevista o grupo começou a pedalar pelas ruas de Ribeirão até à Rotunda do Senhor dos Perdões, onde fez a primeira incursão em terrenos mais “inclinados”, de forma a aquecer os músculos para os quilómetros que se aproximavam… Alcançado o ritmo certo, o grupo seguiu até aos arredores da cidade de Famalicão, onde reconheceu as setas amarelas que identificam os Caminhos de Santiago e que nos acompanharam até São Martinho do Vale.
A aproximação ao Monte Airão foi realizada pelo lado de Requião, junto à Quinta de Compostela. As condições do terreno nesta parte do percurso caracterizam um retrocesso no tempo: a estrada em asfalto dá lugar a caminhos empedrados (em paralelo) que se perdem por fim nos terrenos mais rudimentares do monte. A passagem junto à Mamoa I de Vermoim (Mar-de-Água) foi assinalada com fotos do grupo e aproveitada para o necessário reforço de energias.
Retomado o andamento e após a passar junto à Pedreira de Airão, a tribo iniciou o retorno a casa através de um trilho excelente para uma descida rápida até Portela. A chuva começava a fazer-nos companhia nesta freguesia e o mau tempo foi-se agravando a cada quilómetro alcançado, chegando a dificultar a visibilidade na estrada nacional que nos encaminhava a casa…
Monte Airão from Indios do Monte on Vimeo.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Até rebentar...
A dúvida persistiu até à última hora: cumprir o desígnio resultado da votação desta semana ou abdicar do dito cujo, resignando-nos perante a intempérie que ameaçava penar esta manhã de Domingo.
O grupo de oito Índios do Monte que se apresentaram ao serviço foi unânime em trocar um passeio mais cumprido e distante por uma volta mais local. Assim, a pequena tribo de bravos deixou o café S. José e subiu o monte do Moinho de Vento debaixo de muita chuva. Num trajecto muito idêntico ao da pretérita semana, o terreno mostrou-se cada vez mais áspero, lamacento e escorregadio. Estas adversidades, contudo, não esmoreciam a boa disposição do grupo.
E quando a chuva se tornou mais intensa e a temperatura atmosférica baixava de forma notória, uma bike não resistiu à subida da torre (monte de Santa Catarina) e rebentou com a corrente, obrigando o grupo a parar…
Tratando-se de uma avaria simples e frequente no btt, a solução estava mesmo à mão. Um elo de engate para substituir o elo partido já estava preparado para entrar ao serviço quando se verificou que a ferramenta necessária para a reparação estava… avariada!!!
E perante este infortúnio, os Índio do Monte enregelados pela paragem debaixo de mau tempo retornaram às respectivas casas para retemperar o corpo… e a alma (ufa!)…
A fotoreportagem possível...
O grupo de oito Índios do Monte que se apresentaram ao serviço foi unânime em trocar um passeio mais cumprido e distante por uma volta mais local. Assim, a pequena tribo de bravos deixou o café S. José e subiu o monte do Moinho de Vento debaixo de muita chuva. Num trajecto muito idêntico ao da pretérita semana, o terreno mostrou-se cada vez mais áspero, lamacento e escorregadio. Estas adversidades, contudo, não esmoreciam a boa disposição do grupo.
E quando a chuva se tornou mais intensa e a temperatura atmosférica baixava de forma notória, uma bike não resistiu à subida da torre (monte de Santa Catarina) e rebentou com a corrente, obrigando o grupo a parar…
Tratando-se de uma avaria simples e frequente no btt, a solução estava mesmo à mão. Um elo de engate para substituir o elo partido já estava preparado para entrar ao serviço quando se verificou que a ferramenta necessária para a reparação estava… avariada!!!
E perante este infortúnio, os Índio do Monte enregelados pela paragem debaixo de mau tempo retornaram às respectivas casas para retemperar o corpo… e a alma (ufa!)…
A fotoreportagem possível...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Santa Catarina
A ausência dos trackers e respectivos mapas digitais obrigaram o grupo a improvisar uma incursão pelas redondezas. Os relatos que me chegaram aos ouvidos retratam um passeio repleto de “sobes-e-desces“ nos trilhos de Santa Catarina e nos montes vizinhos. (… e é tudo… ponto final, parágrafo)
Manhã de Domingo. Algum frio. Sol. A bicicleta a descansar. E o gps a dormir…
Sossegado na esplanada do S. José, vejo chegar parte do pelotão de 16 Índios do Monte & Amigos que ali se reencontram para confraternizar e festejar a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Freitas!!!).
Faz-se um alarido à chegada. Alguns clientes concentram-se para ouvir as peripécias da manhã. «Só subidas», diziam uns. «Tou em grande forma!», sublinhavam outros. «E o repórter…», reclamaram todos… Pouco mais que nada… E desatam a “cascar” em quem não pôde participar nessas aventuras. Entretanto chegou o “outro do gps” e dividiu-se o queixume por dois…
Amigos, até pra semana!
Manhã de Domingo. Algum frio. Sol. A bicicleta a descansar. E o gps a dormir…
Sossegado na esplanada do S. José, vejo chegar parte do pelotão de 16 Índios do Monte & Amigos que ali se reencontram para confraternizar e festejar a passagem de mais um aniversário de um elemento (Parabéns Freitas!!!).
Faz-se um alarido à chegada. Alguns clientes concentram-se para ouvir as peripécias da manhã. «Só subidas», diziam uns. «Tou em grande forma!», sublinhavam outros. «E o repórter…», reclamaram todos… Pouco mais que nada… E desatam a “cascar” em quem não pôde participar nessas aventuras. Entretanto chegou o “outro do gps” e dividiu-se o queixume por dois…
Amigos, até pra semana!
domingo, 30 de janeiro de 2011
Festas de S. Gonçalo 2011
Desde há muitos anos que Quereledo (Covelas – Trofa) recebe uma romaria popular em honra de S. Gonçalo. Tradicionalmente, o povo dos concelhos limítrofes desloca-se ao local das festas recorrendo a meios de transporte diversificados. Assim, é sem espanto que se cruzam nas estradas, nos caminhos e nos trilhos da zona centenas de pedestrianistas, bttistas e motociclistas ou, esporadicamente, charretes e cavalos…
Os Índios do Monte, com alguns novos amigos a associarem-se ao evento, protagonizaram um passeio ligeiro por Covelas até ao local das Festas de S. Gonçalo de forma a promover um pequeno convívio entre os elementos do grupo. No entanto, os factos registados sustentam a versão de um S. Gonçalo “entristecido”, bastante aquém de outros anos, sem os famosos e apetitosos rojões, provavelmente amedrontados pelas incursões da ASAE na véspera…
Fica a esperança de que os anos vindouros tragam uma alegria revigorada de forma a cumprir a Tradição de S. Gonçalo!
Amigos, até p’ra semana!
Captura de vídeo by Nando Fruitas
Música de vários...
Festa de S. Gonçalo 2011 from Indios do Monte on Vimeo.
Os Índios do Monte, com alguns novos amigos a associarem-se ao evento, protagonizaram um passeio ligeiro por Covelas até ao local das Festas de S. Gonçalo de forma a promover um pequeno convívio entre os elementos do grupo. No entanto, os factos registados sustentam a versão de um S. Gonçalo “entristecido”, bastante aquém de outros anos, sem os famosos e apetitosos rojões, provavelmente amedrontados pelas incursões da ASAE na véspera…
Fica a esperança de que os anos vindouros tragam uma alegria revigorada de forma a cumprir a Tradição de S. Gonçalo!
Amigos, até p’ra semana!
Captura de vídeo by Nando Fruitas
Música de vários...
Festa de S. Gonçalo 2011 from Indios do Monte on Vimeo.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Triple T - Vila do Conde
Trajado numa manta de vento frio, como que a querer iludir os olhos ensonados dos madrugadores, o Sol também apareceu para dar as boas-vindas aos Índios do Monte e mais três amigos que se juntaram à tribo neste passeio por terras de Vila do Conde.
A simbologia deste Triple T resulta dos trilhos ímpares percorridos entre Touguinhó, Touguinha e Tougues. O Rio Este foi companhia dominante em boa parte das paisagens circundantes e a passagem pelas setas amarelas em S. Miguel de Arcos numa ponte que data, provavelmente, do fim da idade média, reavivou as nossas memórias do Caminho de Santiago.
O andamento agradável, à beira-rio, foi interrompido para o necessário reforço de energias junto às cascatas de Touguinhó.
Percorridos mais alguns quilómetros a bom ritmo e o grupo deparava-se com um erro de casting (o gps não tem culpa!!!)… A travessia para sul deveria ser feita através de uma ponte pênsil que afinal foi demolida e em cujo lugar está a ser construída uma nova…
Assim a solução passou por atravessar o Rio Ave em plena cidade, com o mar a banhar o horizonte, como que a aguardar de braços abertos o rio que ali desagua. Os ajustes no trajecto resultaram num percurso de qualidade superior junto à margem sul do Ave.
Como o relógio já teimava em dar nas vistas, o grupo retornou a casa deixando de lado a parte final do trajecto esboçado…
Amigos, até p'ra semana!
Venha daí um rojão e um copo de verde! :-)
Triple T - Vila do Conde from Indios do Monte on Vimeo.
A simbologia deste Triple T resulta dos trilhos ímpares percorridos entre Touguinhó, Touguinha e Tougues. O Rio Este foi companhia dominante em boa parte das paisagens circundantes e a passagem pelas setas amarelas em S. Miguel de Arcos numa ponte que data, provavelmente, do fim da idade média, reavivou as nossas memórias do Caminho de Santiago.
O andamento agradável, à beira-rio, foi interrompido para o necessário reforço de energias junto às cascatas de Touguinhó.
Percorridos mais alguns quilómetros a bom ritmo e o grupo deparava-se com um erro de casting (o gps não tem culpa!!!)… A travessia para sul deveria ser feita através de uma ponte pênsil que afinal foi demolida e em cujo lugar está a ser construída uma nova…
Assim a solução passou por atravessar o Rio Ave em plena cidade, com o mar a banhar o horizonte, como que a aguardar de braços abertos o rio que ali desagua. Os ajustes no trajecto resultaram num percurso de qualidade superior junto à margem sul do Ave.
Como o relógio já teimava em dar nas vistas, o grupo retornou a casa deixando de lado a parte final do trajecto esboçado…
Amigos, até p'ra semana!
Venha daí um rojão e um copo de verde! :-)
Triple T - Vila do Conde from Indios do Monte on Vimeo.
domingo, 16 de janeiro de 2011
S. Gonçalo – Prólogo
A aproximação da Festa do Rojão em terras de S. Gonçalo serviu de pretexto para mais uma incursão dos Índios do Monte aos trilhos de Covelas, no concelho da Trofa.
Aproveitando as excelentes condições meteorológicas, a tribo concentrou-se em Aldeia Nova e rumou ao destino definido, percorrendo terrenos já conhecidos e ultrapassando com sucesso algumas contrariedades mecânicas que foram surgindo. Foram várias as avarias que provocaram paragens para as respectivas reparações, complementadas com outras pausas causadas pela presença massiva e incómoda de veículos motorizados nos montes de Covelas.
No final do passeio, um pequeno e aprazível lanche na esplanada do S. José serviu de mote para mais alguns momentos de convívio entre os elementos presentes.
Uma nota pessoal nesta pequena crónica:
Este prólogo de S. Gonçalo não tem o mesmo sabor e a mesma graça que resulta da verdadeira Festa de S. Gonçalo que se realizará dentro de duas semanas…
Aproveitando as excelentes condições meteorológicas, a tribo concentrou-se em Aldeia Nova e rumou ao destino definido, percorrendo terrenos já conhecidos e ultrapassando com sucesso algumas contrariedades mecânicas que foram surgindo. Foram várias as avarias que provocaram paragens para as respectivas reparações, complementadas com outras pausas causadas pela presença massiva e incómoda de veículos motorizados nos montes de Covelas.
No final do passeio, um pequeno e aprazível lanche na esplanada do S. José serviu de mote para mais alguns momentos de convívio entre os elementos presentes.
Uma nota pessoal nesta pequena crónica:
Este prólogo de S. Gonçalo não tem o mesmo sabor e a mesma graça que resulta da verdadeira Festa de S. Gonçalo que se realizará dentro de duas semanas…
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Regresso à Cividade
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
... pelos vistos, e é o único dado que possuo sobre o passeio do passado Domingo,
os Índios regressaram à Cividade... e deve ter sido porreiro...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
Regresso à Cividade...
... pelos vistos, e é o único dado que possuo sobre o passeio do passado Domingo,
os Índios regressaram à Cividade... e deve ter sido porreiro...
domingo, 2 de janeiro de 2011
Bom Ano 2011!
Rezam as «más línguas» que os Índios do Monte estão de férias…
Na verdade, a maioria dos elementos que compõem esta Tribo não têm pedaladas para serem narradas; porém, outros ousam combater o ócio e permanecerem no activo mesmo em época de Boas Festas…
Neste Primeiro de 2011, foram 6 índios e um convidado que lograram percorrer as paisagens de Covelas para mais um passeio matinal. Na ausência de dados mais pormenorizados sobre esta incursão ao monte, resta-me felicitar estes bravos companheiros e reforçar os desejos de um Bom Ano para todos!
Amigos, até p’ra semana!
Na verdade, a maioria dos elementos que compõem esta Tribo não têm pedaladas para serem narradas; porém, outros ousam combater o ócio e permanecerem no activo mesmo em época de Boas Festas…
Neste Primeiro de 2011, foram 6 índios e um convidado que lograram percorrer as paisagens de Covelas para mais um passeio matinal. Na ausência de dados mais pormenorizados sobre esta incursão ao monte, resta-me felicitar estes bravos companheiros e reforçar os desejos de um Bom Ano para todos!
Amigos, até p’ra semana!
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