De todas as incursões ao Monte Pilar protagonizadas pelos Índios do Monte, devo considerar que a de hoje foi a prova rainha em relação às suas antecessoras.
Conscientes de que a tarefa que nos esperava não era pêra doce, os elementos do grupo (constituído por 8 índios e 1 convidado), concentraram-se no S. José com uma pontualidade digna de destaque para arrepiar caminho até Santo Tirso. A passagem pela emblemática Ponte da Lagoncinha (século XII) fazia parte do traçado desenhado para este passeio.
Os primeiros quilómetros traduziram-se numa miscelânea de estradas asfaltadas com caminhos rurais calçados com paralelos que provocavam estremecimentos algo desagradáveis. A igreja de Valinhas deu-nos as boas-vindas para terrenos mais agrestes e trilhos por entre paisagens mais agradáveis. Neste particular, o destaque vai para o Rio Leça e as suas Quedas de Fervença que patrocinaram a fotografia de grupo. O desfrute dos trilhos que se seguiram deu lugar à famigerada “subida do piorio”, com um trilho penoso e fatigante a culminar no topo do Monte Pilar.
Questões temporais não permitiram usufruir devidamente do monte, identificados entre muitos bttistas como “calhau gigante”… O horário de chegada a casa aproximava-se e a chuva começava a cair abundantemente quando deixamos Santo Tirso com destino a Ribeirão.
Amigos, até pra semana!
domingo, 24 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Regresso a Covelas
Continuidade é a palavra de ordem!
Os Índios do Monte mantiveram-se fiéis ao passeio da semana passada e deram continuidade às aventuras por Covelas… Nesta mini-crónica produzida à la minute fica a faltar o relato pormenorizado das peripécias vividas pelo grupo.
Resta-nos aguardar os comentários dos participantes para obtermos um feedback mais minucioso…
Amigos, até pra semana!
PS: Aqui fica o link com a visão de uns Amigos (bttpinoco) em relação ao Manobras X, com a participação de um Índio do Monte: http://bttpinoco.blogspot.com/2010/10/manobras-x.html
Os Índios do Monte mantiveram-se fiéis ao passeio da semana passada e deram continuidade às aventuras por Covelas… Nesta mini-crónica produzida à la minute fica a faltar o relato pormenorizado das peripécias vividas pelo grupo.
Resta-nos aguardar os comentários dos participantes para obtermos um feedback mais minucioso…
Amigos, até pra semana!
PS: Aqui fica o link com a visão de uns Amigos (bttpinoco) em relação ao Manobras X, com a participação de um Índio do Monte: http://bttpinoco.blogspot.com/2010/10/manobras-x.html
domingo, 10 de outubro de 2010
Passeio desorganizado
A circunstância de não estar presente, aliado ao desconhecimento quase em absoluto das aventuras dos Índios do Monte neste Domingo, condiciona a narração dos factos vividos pela tribo neste passeio.
Sem a componente tecnológica fornecida pelos GPS’s que têm guiado o grupo nos últimos meses, os elementos presentes optaram por trilhos conhecidos no concelho da Trofa, com particular incidência na zona de Covelas…
Sem a componente tecnológica fornecida pelos GPS’s que têm guiado o grupo nos últimos meses, os elementos presentes optaram por trilhos conhecidos no concelho da Trofa, com particular incidência na zona de Covelas…
domingo, 3 de outubro de 2010
Cruzada das Cidades: Barcelos
O sentimento comum aos intervenientes que concluíram esta Cruzada das Cidades é de alguma perplexidade pelas contingências desencadeadas ao longo do percurso.
Os Índios do Monte (e um convidado, mais uma vez bem-vindo!) responderam ao meu repto e compareceram entusiasmados no S. José à hora prevista para iniciar a primeira Cruzada das Cidades. Barcelos foi a primeira cidade escolhida para este conjunto programado de novas conquistas da nossa tribo.
Ao 3,6 quilómetro ocorreu o primeiro tormento do dia. Num local inúmeras vezes percorrido pelo grupo o Nuno M. sofreu um acidente aparatoso e viu-se obrigado a regressar a casa.
Os quilómetros que se seguiram concentravam os nossos comentários na queda e no desalento do nosso companheiro. Entretanto o grupo readquiriu o ritmo normal e seguiu rumo ao concelho de Barcelos. Imensos trilhos técnicos, algumas subidas rochosas e caminhos rurais foram percorridos até alcançarmos o Monte da Nossa Senhora da Franqueira. Alguns minutos para apreciar as paisagens e tirar uma foto de grupo e seguimos a grande velocidade pelo asfalto para irmos almoçar ao centro de Barcelos.
O odómetro apontava 33 quilómetros quando ocorreu o segundo acidente do dia. O João despistou-se numa curva a uma velocidade alucinante e pregou um susto arrepiante ao grupo pelo aparato da ocorrência. Minimamente recomposto, o grupo seguiu para a cidade para o aguardado almoço de confraternização.
A análise ao plano estabelecido para a parte da tarde, aliada às desagradáveis previsões meteorológicas induziu o grupo a alterar o traçado previsto. Assim, o regresso a Ribeirão foi percorrido através da Rota Jacobeia (invertida) até S. Pedro de Rates.
Deste relato resulta a ideia de um passeio que só não foi perfeito devido aos acidentes ocorridos e a esperança de reconquistar os mesmos espaços numa nova oportunidade.
Força Amigos!
Cruzada das Cidades: Barcelos from Artur Santos on Vimeo.
Os Índios do Monte (e um convidado, mais uma vez bem-vindo!) responderam ao meu repto e compareceram entusiasmados no S. José à hora prevista para iniciar a primeira Cruzada das Cidades. Barcelos foi a primeira cidade escolhida para este conjunto programado de novas conquistas da nossa tribo.
Ao 3,6 quilómetro ocorreu o primeiro tormento do dia. Num local inúmeras vezes percorrido pelo grupo o Nuno M. sofreu um acidente aparatoso e viu-se obrigado a regressar a casa.
Os quilómetros que se seguiram concentravam os nossos comentários na queda e no desalento do nosso companheiro. Entretanto o grupo readquiriu o ritmo normal e seguiu rumo ao concelho de Barcelos. Imensos trilhos técnicos, algumas subidas rochosas e caminhos rurais foram percorridos até alcançarmos o Monte da Nossa Senhora da Franqueira. Alguns minutos para apreciar as paisagens e tirar uma foto de grupo e seguimos a grande velocidade pelo asfalto para irmos almoçar ao centro de Barcelos.
O odómetro apontava 33 quilómetros quando ocorreu o segundo acidente do dia. O João despistou-se numa curva a uma velocidade alucinante e pregou um susto arrepiante ao grupo pelo aparato da ocorrência. Minimamente recomposto, o grupo seguiu para a cidade para o aguardado almoço de confraternização.
A análise ao plano estabelecido para a parte da tarde, aliada às desagradáveis previsões meteorológicas induziu o grupo a alterar o traçado previsto. Assim, o regresso a Ribeirão foi percorrido através da Rota Jacobeia (invertida) até S. Pedro de Rates.
Deste relato resulta a ideia de um passeio que só não foi perfeito devido aos acidentes ocorridos e a esperança de reconquistar os mesmos espaços numa nova oportunidade.
Força Amigos!
Cruzada das Cidades: Barcelos from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 26 de setembro de 2010
Trilhos d’Esmeriz rewind
A primeira nota que me ocorre divulgar sobre o passeio deste Domingo é de congratulação absoluta pela ausência de incidentes! Já se tornava algo tormentoso a constatação, semana após semana, de interrupções e conclusões súbitas dos passeios agendados.
A esta consideração acresce ainda a constatação unânime de um percurso excelente, muito bem delineado, com muitos trilhos desconhecidos do grupo nas freguesias limítrofes de Ribeirão.
A concentração do grupo no ponto de encontro habitual ficou marcada pelo aclamado reaparecimento de um Índio que andava sumido desde o aniversário da tribo. Foi com regozijo e sorrisos de soslaio que fomos ouvindo ao longo deste passeio aquelas queixas sistemáticas sobre os declives do terreno ( «isto só tem subidas…» ).
Este “rewind” aos Trilhos d’Esmeriz inverteu efectivamente as descidas técnicas e rápidas em subidas um pouco mais penosas, mas transpostas com grande entusiasmo.
Deste registo semanal, realce também para o casual encontro com os antepassados das nossas bikes no IV Desfile de Bicicletas Antigas de Cavalões.
Amigos, até Sábado!
Aqui ficam as fotos possíveis:
A esta consideração acresce ainda a constatação unânime de um percurso excelente, muito bem delineado, com muitos trilhos desconhecidos do grupo nas freguesias limítrofes de Ribeirão.
A concentração do grupo no ponto de encontro habitual ficou marcada pelo aclamado reaparecimento de um Índio que andava sumido desde o aniversário da tribo. Foi com regozijo e sorrisos de soslaio que fomos ouvindo ao longo deste passeio aquelas queixas sistemáticas sobre os declives do terreno ( «isto só tem subidas…» ).
Este “rewind” aos Trilhos d’Esmeriz inverteu efectivamente as descidas técnicas e rápidas em subidas um pouco mais penosas, mas transpostas com grande entusiasmo.
Deste registo semanal, realce também para o casual encontro com os antepassados das nossas bikes no IV Desfile de Bicicletas Antigas de Cavalões.
Amigos, até Sábado!
Aqui ficam as fotos possíveis:
domingo, 19 de setembro de 2010
Penedo das Letras
São Pedro de Oliveira é uma freguesia portuguesa do concelho de Braga. Do seu património destaca-se o 'Penedo das Letras', que inspirou ao longo dos tempos variadas lendas e narrativas de amores proibidos. Diz-se que ali se refugiava o Rei D. Miguel para se esquecer dos conflitos com a sua mãe. Porém, o povo sempre afirmou que o rei vinha ao Penedo das Letras para cortejar uma moça da terra. Ao lado do penedo existe um cruzeiro da Independência que evoca as datas de 1140, 1640 e 1940 e um outro com a seguinte inscrição: " No dia 6 de Dezembro de 1832 Veio a este sítio e subiu a estas pedras sua majestade o Senhor D. Miguel I".
O parágrafo preambular desta crónica relata histórias que nos levam ao destino do passeio deste Domingo… Há muito tempo que cogitava na minha mente a condução dos Índios do Monte até ao emblemático Penedo das Letras, local com condições privilegiadas para a prática do btt. A subida a este monte torna a aventura reconfortante pelo esforço despendido, pelas paisagens aprazíveis e pelos trilhos percorridos.
No entanto, e como vem sendo habitual nas últimas semanas, o plano traçado não foi cumprido na íntegra devido à necessidade de prestação de serviços médicos a um elemento que se despenhou na descida do monte… Uns pontos bastaram para remendar o queixo do “índio voador” da nossa tribo.
Deste passeio resulta também a percepção de que o grupo pedala a bom ritmo a caminho da forma ideal necessária para as aventuras que nos esperam…
Amigos, até pra’ semana!
O parágrafo preambular desta crónica relata histórias que nos levam ao destino do passeio deste Domingo… Há muito tempo que cogitava na minha mente a condução dos Índios do Monte até ao emblemático Penedo das Letras, local com condições privilegiadas para a prática do btt. A subida a este monte torna a aventura reconfortante pelo esforço despendido, pelas paisagens aprazíveis e pelos trilhos percorridos.
No entanto, e como vem sendo habitual nas últimas semanas, o plano traçado não foi cumprido na íntegra devido à necessidade de prestação de serviços médicos a um elemento que se despenhou na descida do monte… Uns pontos bastaram para remendar o queixo do “índio voador” da nossa tribo.
Deste passeio resulta também a percepção de que o grupo pedala a bom ritmo a caminho da forma ideal necessária para as aventuras que nos esperam…
Amigos, até pra’ semana!
domingo, 5 de setembro de 2010
Montes de Airão
Estranhamente atribulado!
Esta é a ideia que enfatiza o estado de espírito dos Índios do Monte após o passeio deste Domingo. De facto, nem sempre tudo corre bem nestes passeios de bicicleta, mas a nossa percepção é a de nunca baixar os braços perante as adversidades. Persistirá sempre a ideia de que as coisas correrão melhor para a próxima…
Numa jornada com alguns regressos (após o período de férias), a tribo rumou a Famalicão para dar início a mais um passeio programado. Ainda não estava decorrida a primeira dezena de quilómetros e já o meu estômago rejeitava a maçã ingerida ao pequeno-almoço…
A Casa das Artes de V. N. de Famalicão constituiu o portal de entrada nos trilhos extraordinários que nos levariam através da cidade até aos montes de Airão, com a transição por Vale de São Martinho a anteceder a foto da praxe à Capela da Nossa Senhora dos Bons Caminhos (em Vale de São Cosme).
O ingresso nos montes espectáveis trouxe alguns trilhos mais inóspitos e, em consequência, um transe que me obrigou a concluir o passeio mais cedo… Activado o nosso serviço de SOS, junto ao Castro das Eiras, o grupo atalhou para Pousada de Saramagos.
Privados da minha presença, os Índios do Monte regressavam a Ribeirão por estrada quando mais um incidente com o pelotão obrigou a nova paragem…
A vida tem destas coisas…
Amigos, até pra semana!
Montes de Airão from Artur Santos on Vimeo.
Esta é a ideia que enfatiza o estado de espírito dos Índios do Monte após o passeio deste Domingo. De facto, nem sempre tudo corre bem nestes passeios de bicicleta, mas a nossa percepção é a de nunca baixar os braços perante as adversidades. Persistirá sempre a ideia de que as coisas correrão melhor para a próxima…
Numa jornada com alguns regressos (após o período de férias), a tribo rumou a Famalicão para dar início a mais um passeio programado. Ainda não estava decorrida a primeira dezena de quilómetros e já o meu estômago rejeitava a maçã ingerida ao pequeno-almoço…
A Casa das Artes de V. N. de Famalicão constituiu o portal de entrada nos trilhos extraordinários que nos levariam através da cidade até aos montes de Airão, com a transição por Vale de São Martinho a anteceder a foto da praxe à Capela da Nossa Senhora dos Bons Caminhos (em Vale de São Cosme).
O ingresso nos montes espectáveis trouxe alguns trilhos mais inóspitos e, em consequência, um transe que me obrigou a concluir o passeio mais cedo… Activado o nosso serviço de SOS, junto ao Castro das Eiras, o grupo atalhou para Pousada de Saramagos.
Privados da minha presença, os Índios do Monte regressavam a Ribeirão por estrada quando mais um incidente com o pelotão obrigou a nova paragem…
A vida tem destas coisas…
Amigos, até pra semana!
Imagens by Nando Fruitas
Montes de Airão from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 29 de agosto de 2010
Azurara Beach Party
Antes de mais, importa desde já referir que o título desta crónica tornou-se algo… embusteiro… A imprevisibilidade do btt obriga-nos muitas vezes a revisões dos planos estabelecidos.
A semana passada, os Índios do Monte definiram um passeio que nos conduziria até ao local onde se realizou este fim-de-semana a 7ª edição da Azurara Beach Party.
O track carregado no gps encaminhava o grupo desde Ribeirão até à “party” da Azurara por trilhos entre Fradelos, Balasar, Arcos, Touguinhó e Vila do Conde.
No entanto, pequenos problemas mecânicos e outros de origem patológica foram condicionando o normal desenrolar deste passeio. Assim, o tempo disponível para a realização do percurso de 55 quilómetros tornou-se irremediavelmente curto e a tribo teve de atalhar para chegar a Ribeirão dentro dos timings pré-estabelecidos.
Como conclusão, não poderia deixar de enaltecer que a ideia global que perdura para além desta jornada é a de satisfação pela descoberta de trilhos completamente alheios ao nosso grupo e pelo espírito de entreajuda e amizade que predominou ao longo de todo este passeio.
Amigos, até pra semana!
A semana passada, os Índios do Monte definiram um passeio que nos conduziria até ao local onde se realizou este fim-de-semana a 7ª edição da Azurara Beach Party.
O track carregado no gps encaminhava o grupo desde Ribeirão até à “party” da Azurara por trilhos entre Fradelos, Balasar, Arcos, Touguinhó e Vila do Conde.
No entanto, pequenos problemas mecânicos e outros de origem patológica foram condicionando o normal desenrolar deste passeio. Assim, o tempo disponível para a realização do percurso de 55 quilómetros tornou-se irremediavelmente curto e a tribo teve de atalhar para chegar a Ribeirão dentro dos timings pré-estabelecidos.
Como conclusão, não poderia deixar de enaltecer que a ideia global que perdura para além desta jornada é a de satisfação pela descoberta de trilhos completamente alheios ao nosso grupo e pelo espírito de entreajuda e amizade que predominou ao longo de todo este passeio.
Amigos, até pra semana!
Passeio 29-08-2010 from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 22 de agosto de 2010
Trilhos Senhora das Dores
Os Índios do Monte associaram-se às comemorações da Festa da Nossa Senhora das Dores e focalizaram o passeio deste Domingo no concelho da Trofa.
Resumidamente, esta jornada concentra as nossas atenções no panorama desolador com que nos deparámos na zona de Covelas, em virtude dos incêndios que assolaram aqueles montes. Este cenário negro e triste foi interrompido pelo telefonema de um índio que pretendia juntar-se à tribo…
Combinado o ponto de encontro, o grupo rumou ao centro da Trofa para promover o reforço de energias. O momento que aqui carece de registo diz respeito à famigerada bifana que afinal não apareceu… um erro de casting que abalou um pouco a boa disposição da tribo.
Ainda com alguma margem de manobra em relação ao tempo, os índios subiram o monte de S. Gens pela pista de downhill e atracaram para beber as cubas e as colas junto ao campo de futebol de praia, nas margens do Rio Ave, em Bairros.
Aproveitando o caudal baixo, o rio foi atravessado a pedalar e, na outra margem, o grupo embrenhou-se na paisagem para os últimos quilómetros de um passeio aprazível.
Amigos, até pra semana!
Resumidamente, esta jornada concentra as nossas atenções no panorama desolador com que nos deparámos na zona de Covelas, em virtude dos incêndios que assolaram aqueles montes. Este cenário negro e triste foi interrompido pelo telefonema de um índio que pretendia juntar-se à tribo…
Combinado o ponto de encontro, o grupo rumou ao centro da Trofa para promover o reforço de energias. O momento que aqui carece de registo diz respeito à famigerada bifana que afinal não apareceu… um erro de casting que abalou um pouco a boa disposição da tribo.
Ainda com alguma margem de manobra em relação ao tempo, os índios subiram o monte de S. Gens pela pista de downhill e atracaram para beber as cubas e as colas junto ao campo de futebol de praia, nas margens do Rio Ave, em Bairros.
Aproveitando o caudal baixo, o rio foi atravessado a pedalar e, na outra margem, o grupo embrenhou-se na paisagem para os últimos quilómetros de um passeio aprazível.
Amigos, até pra semana!
Trilho da Senhora das Dores from Artur Santos on Vimeo.
domingo, 15 de agosto de 2010
Trilhos do Este
Como vem sendo apanágio nos últimos tempos, o plano estava devidamente delineado para o passeio matinal dos Índios do Monte. No entanto um pequeno contratempo derivado da falta de bateria no gps do guia obrigou o grupo a um desvio para ir às compras de forma a solucionar a “crise”…
Cumpridos os preâmbulos necessários à concretização deste passeio, a tribo rumou ao monte. Meia hora mais tarde, os milheirais eram cenários atravessados com alegria pelo grupo antes de alcançar terrenos mais agrestes. Os trilhos planos eram agora substituídos por descidas rochosas até ao rio Este (em Fiães).
Os quilómetros percorridos a seguir coincidiam algumas vezes com trilhos do Caminho Português de Santiago de Compostela (nos Arcos). O acompanhamento do serpentear do rio Este proporcionou um conjunto de vistas agradáveis até chegarmos à freguesia de Touguinhó.
O ponto seguinte endereçou o grupo à Praia fluvial da Espinheira (Rio Ave), local de convívio nas memórias dos nossos ancestrais. O sentimento comum foi de lamentar o facto de actualmente não ser possível usufruir deste sítio devido à poluição do rio.
O regresso a Ribeirão foi feito a rolar na estrada com um ritmo mais intenso de forma a encurtar o tempo de chegada ao café S. José, onde as colas, as cubas e os bolinhos de bacalhau nos aguardavam para mais alguns momentos de convívio…
Cumpridos os preâmbulos necessários à concretização deste passeio, a tribo rumou ao monte. Meia hora mais tarde, os milheirais eram cenários atravessados com alegria pelo grupo antes de alcançar terrenos mais agrestes. Os trilhos planos eram agora substituídos por descidas rochosas até ao rio Este (em Fiães).
Os quilómetros percorridos a seguir coincidiam algumas vezes com trilhos do Caminho Português de Santiago de Compostela (nos Arcos). O acompanhamento do serpentear do rio Este proporcionou um conjunto de vistas agradáveis até chegarmos à freguesia de Touguinhó.
O ponto seguinte endereçou o grupo à Praia fluvial da Espinheira (Rio Ave), local de convívio nas memórias dos nossos ancestrais. O sentimento comum foi de lamentar o facto de actualmente não ser possível usufruir deste sítio devido à poluição do rio.
O regresso a Ribeirão foi feito a rolar na estrada com um ritmo mais intenso de forma a encurtar o tempo de chegada ao café S. José, onde as colas, as cubas e os bolinhos de bacalhau nos aguardavam para mais alguns momentos de convívio…
Trilhos do Este from Artur Santos on Vimeo.
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